BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Algumas histórias começam com um plano perfeito. Outras, como essa, começam com um sapato descolado e uma mentira improvisada para uma colega de profissão. Mas no centro de tudo, sempre há uma mulher que vale o caos. No caso, a sempre magnífica Joyce.
A marcação com ela, como de costume, foi tranquila. Já nos encontramos em outras ocasiões, no Niterói Shopping e na Eusébio de Queiroz, mas dessa vez seria no apartamento da Amaral Peixoto, 450. Uma feliz novidade.
Marcamos para uma sexta-feira, às 11h. Como não trabalho à tarde nas sextas, é o horário perfeito para um deleite antes de me preparar para o Shabbat em família. Tudo certo, até que a vida resolveu testar minha determinação.
Às 10h, um cliente de longa data, um policial civil, me pede um serviço urgente na 77ª DP (Lemos Cunha). Lá vou eu, de terno e tudo, tentando evitar olhares perdidos de quem acha que todo homem de terno em delegacia é advogado. Dessa vez, deu certo. Atendi no segundo andar, o primeiro estão reformando, estava totalmente sem piso, serviço rápido, 30 minutos. Tudo resolvido.
Mas o destino é sacana. Ao descer pelo primeiro andar, em reforma, pisei em algo que não devia. Um produto, uma cola, não sei. O resultado? A sola do meu sapato direito abriu uma "boca de jacaré", descolando parcialmente no calcanhar. Aquele sapato, sempre limpo e hidratado, traiu minha confiança.
"Puta que pariu! E agora?" Pensei em desistir, mas a ideia de perder meu encontro com a Joyce era mais dolorosa que andar de sapato quebrado. Decidi: vou assim mesmo.
Ao sair do Uber em frente ao prédio, minha caminhada era digna de um tutorial de moonwalk mal feito. A perna esquerda dava o passo, a direita era praticamente arrastada. Michael Jackson teria se orgulhado... ou não.
O prédio é ótimo: portaria discreta, sem identificação. Mas o azar perseguia: sentada num banco perto dos elevadores, uma advogada conhecida. A Joyce ainda não tinha chegado (eu estava adiantado, mesmo com o contratempo). A colega, curiosa, pergunta o que faço ali. Menti na mesma hora: "Estou esperando o endereço para atender um cliente." Ela sabe a minha linha de trabalho, a maioria não se aprofunda quando o tema envolve tributos.
Eis que a divindade chega. Joyce, com uma blusa de crochet azul mostrando sutilmente a barriga e uma calça jeans que moldava cada curva da sua silhueta. Nossos olhos se cruzaram. Ela subiu, me passando o número do apartamento.
Enrolei mais um pouco, fingi receber a localização no celular, me despedi da colega e subi.
Ao abrir a porta, a visão era a que eu mais amo: Joyce, inteirinha, nua e imponente. Nos beijamos com uma fome imediata, minhas mãos já ocupadas em apertar sua bunda generosa e sua cintura fina.
Ela me guiou até o quarto. O apartamento é ótimo, parece ser todo dela, muito superior aos locais anteriores. Enquanto eu tirava o terno, ela, com um cuidado raro, o organizou no cabideiro. Esse detalhe, sozinho, já a coloca num patamar acima de 90% das GP's.
"Nem tomei meu café ainda", ela brincou. Eu, sem perder o ritmo, respondi: "Vou começar a devorar o meu agora." E comecei. Beijos no pescoço, língua na orelha, até chegar naqueles seios siliconados perfeitos. Deitei-a na cama e mergulhei de cara naquela buceta lisa e cheirosa. A colação digna dos deuses.
Ela gemeu, quase gozando na minha boca, mas pediu: "Quero gozar é na pica." Mas eu não abro mão do meu aperitivo. Mandei ela cair de boca, e que boquete. Ela conhece meu pau de outros carnavais e o trata com a devoção que ele merece.
"Uma piroca bonita dessa tem que ser chupada." Só de lembrar ouvir isso ao escrever esse relato, ele já dá uma mexida. Ela sempre elogia, entre uma chupada e outra. E cá entre nós, rapaziada: circuncidem seus filhos. Além dos benefícios de saúde e higiene, esteticamente é outro jogo. Mas isso é papo para outro post.
Com o pau duro como pedra, partimos para o vaginal. Ela começou por cima, com uma rebolada que é sua marca registrada, uma mão apoiada na cama para se equilibrar. Depois, eu a virei de costas, peguei suas pernas e meti com força, beijando sua boca, pescoço e lambendo seus peitos. Ela avisou que ia gozar, e eu não diminui o ritmo. Senti sua buceta ficar ainda mais encharcada, seu corpo desfalecendo de prazer.
Ela pediu uma pausa para água, reclamando de calor. Eu, calorento por natureza, nem senti... o ar-condicionado estava impecável.
Na volta, fui direto ao ponto: "De quatro. Prepara o cu." Brinquei, parafraseando um colega do fórum: "Vou comer o melhor cu de Niterói." Ela riu, passou o lubrificante e se abriu para mim.
Coloquei-a na beirada da cama e fodi aquele cuzinho apertado com tudo que tinha. Ela gemendo, rebolando, uma visão sublime. Não demorou muito para eu sentir o inevitável. Tirei do cu, removi a camisinha e ordenei: "Chupa. Quero ver minha porra na sua boca."
Ela obedeceu na hora. Chupou, punhetou, limpou o pau e as bolas com uma habilidade que beira a arte. Gozei forte na sua boca, com ela me olhando fixamente, sugando até a última gota.
Ela saiu para cuspir discretamente e voltou com água e lenço umedecido. Papo vai, papo vem, elogiei o novo espaço e ela me cobrou pela sumida. Expliquei minhas andanças pelo mundo e, como bom judeu, já fiz minha propaganda. Ela se interessou e, pasmem, na mesma semana uma amiga dela já fechou um negócio comigo.
Rimos de histórias, botamos o papo em dia e, como ainda faltavam 15 minutos, pedi o bis do boquete. Meu ponto fraco. Ela aceitou e me esvaziou o saco pela segunda vez, encerrando o atendimento com minha porra quente na sua boca novamente.
Na despedida, ela me ajudou a me vestir, rimos da situação do sapato e trocamos um beijo. Já havia pago no início, então desci.
No elevador, veio a mensagem: "Esqueceu o relógio aqui." Isso. Esse é o detalhe que define a Joyce. Num mundo de fakes, golpistas e profissionais mecanizadas, ela é um ser humano íntegro, honesto e de palavra. Voltei para pegar o relógio, com a certeza de que estava diante de uma profissional rara.
Nota: 9/10
Nada de novo, é a Joyce sendo Joyce: maravilhosa. Só não leva 10 porque não engole. Mas a fidelidade e os repetecos são certos. Quando a vontade de uma mulata gostosa, sem frescura e de caráter inquestionável bater, ela será sempre a primeira da lista.