BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Naquele dia, eu estava livre e pude unir o útil ao agradável. Fui até seu local de atendimento, no Centro. Era um ambiente confortável, dividido com outra garota. Os quartos eram individuais, o banheiro estava limpo e o chuveiro tinha boa pressão e temperatura ideal.
Fui recebido pela Camila na porta. Ela usava um robe de véu preto, que mais servia para aguçar a curiosidade. Ela me conduziu ao seu quarto, e ali começamos com aquela conversa inicial.
Um detalhe: eu fui em busca de uma massagem — adoro uma boa massagista, relaxa e me prepara bem — mas, por conta de uma tendinite, ela não pôde oferecer esse serviço. A frustração foi grande. Como ficar sem algo tão importante?
Explicamos nossas situações, conversamos mais um pouco e fomos em direção à porta, onde Camila se despediu de mim com um beijo. E foi tão bom que mudei de ideia e voltamos para o quarto.
Camila fez de tudo e mais um pouco — mas vamos por partes. Começou me beijando, desceu pelo pescoço, mamilos, umbigo, virilha e, por fim, alcançou meu membro. Os toques suaves e leves de sua boca foram um ataque mortal que desmontou todas as minhas defesas. Suspirava a cada investida, ansioso pelos próximos movimentos. Então, ela iniciou um oral fenomenal. Foi maravilhoso, e ela ainda soltava aqueles sons molhados e excitantes, que compunham perfeitamente a cena e elevavam meu eros.
Depois, voltou a me beijar, e o que estava quente começou a ferver. Ela se esfregou com luxúria no meu corpo. Seus gemidos aumentavam minha vontade de tocar sua pele, sua carne. Chupei seus seios. Os bicos eram maravilhosos, e o cheiro de seu perfume só aumentava meu desejo.
Decidi retribuir o carinho e me dirigi ao seu grelinho. Deitado na cama, com ela de joelhos sobre mim, mergulhei com voracidade. Lambi de todas as formas que conhecia. Cada linguada era recompensada com um suspiro, um gemido ou uma exclamação de prazer, que só alimentava minha compulsão oral.
De repente, Camila tremeu toda. Teria feito ela gozar? Acho que sim — não tenho muita experiência nisso. Ela levou alguns instantes para se recompor. Entre risos e queixas, senti uma nova forma de prazer: vê-la em um momento de vulnerabilidade.
Prosseguimos para a penetração. Ela veio de frente, na beira da cama, naquela posição que alguns chamam de "frango assado" — odeio o nome, mas não sei outro termo. Minhas estocadas foram ritmadas, começando com calma, mas era impossível ignorar o aperto e o calor de sua bucetinha. A cada investida, perdia um pouco mais do controle. Beijava-a enquanto metia, segurava suas pernas, parava para lambê-la de novo e evitar gozar antes da hora.
Aos poucos, os gemidos de Camila se intensificaram. Ela chegou ao clímax soltando um "caralho" e um "porra" — nada exagerado como em filmes pornô, bem mais contido do que sua imaginação possa sugerir. Ela percebeu suas próprias reações e se desculpou, mas eu queria mais. Cada gemido era um presente.
Mudamos para a posição de quatro, também na beirada da cama. Sou alto e prefiro ficar de pé, pois é como melhor extraio meu prazer. E ali, confesso, me perdi por completo. Foi quando entendi os relatos sobre Camila. Sua bunda, de quatro, era deslumbrante. Se ela me pedisse em casamento naquela hora, eu aceitaria. Maravilhosa. Tenho minhas preferências, mas aquilo era um presente. Poucas mulheres têm a estética que ela tem.
Enquanto minhas estocadas ficavam cada vez mais descontroladas, percebia o quão macia era sua pele. A sensação era hipnotizante. Eu me via cada vez mais cativado por suas formas. Seus gemidos ecoavam pelo quarto, e eu me perdia mais a cada instante.
Senti o clímax se aproximando e pedi minha posição favorita: ela de bruços na cama. Ela aceitou, mas cada movimento meu começou a chacoalhar a estante. Não havíamos percebido, mas em nosso furor, tínhamos empurrado a cama, que agora batia no móvel. Agradeci, pois aquilo me deu alguns segundos de lucidez para admirar aquela mulher linda, deitada nua na cama, inteiramente entregue a mim. Voltei a me mover e aprendi o cheiro de sua nuca enquanto a penetrava por trás. A maciez de sua bunda me repelía de modo provocador, como um convite para continuar.
Senti que iria gozar, então me afastei e comecei a dedá-la. Mais uma vez, ela pareceu ter um orgasmo — acredito que sim — e então despejei sobre ela tudo o que tinha para dar.
O pós-atendimento foi lindo. Conversamos calmamente, e Camila me cativava com suas palavras. Em nenhum momento ela saiu do quarto; ficou ao meu lado. Minhas mãos adquiriram uma compulsão por ela, e, enquanto conversávamos, eu acariciava sua pele.
Na despedida, houve mais algumas fagulhas em seu beijo. Talvez eu tentasse outra indiscrição, mas ela fechou a porta antes que eu pudesse me decidir. No caminho de volta para casa, só pensava nela.
Camila, se estiver lendo, saiba que voltarei para mais. Quero mais de você.
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