04 de Novembro de 2025 às 20:22
BABYGIRL
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Desde o meu último encontro com essa beldade estava em contato quase diário com ela tentando fazer acontecer um reencontro e sendo consistentemente impedido em meus esforços em virtude da agenda ocupadíssima dela (seus desgraçados <3). Marcamos na semana passada que abriríamos novembro em grande estilo, com um pernoite que ficamos devendo no encontro anterior.

Ela chega já bem de noitinha aqui em casa, toda na beca como da última vez, social e com seus saltos que lhe conferem elegância e mais alguns centímetros. Abro a porta e nos pegamos imediatamente. Ela pega meu gato e vai entrando, termina de chegar colocando a bolsa na mesa e ficando descalça e voltamos a nos pegar intensamente. Mal trocamos algumas palavras e quase magicamente nos transportamos pro quarto, não lembro a convite de quem. A fome era grande e o jantar estava apenas começando. Abri sua camisa enquanto ela tirava minha bermuda. Arranquei suas calças e depois tirei a minha camisa e me lancei sobre seu pescoço, ao que ela estremeceu enquanto se abria pra me abraçar. Nos pegamos e eu ainda dou uma chupada (com dedada, que não pode faltar) naquela bucetinha linda que ela tem, já totalmente molhada. Ela me convida a deitar, põe-se de quatro e me mama com vigor enquanto me observa. Curto o momento até que ela produz uma camisinha saída de algum lugar. Eu me encapo, ela vem por cima, abaixa-se sobre meu pau, que entra lentamente, com dificuldade naquela buceta úmida, porém apertada. Ela senta, rebola e geme, nessa ordem, mas em outras também. Gira sobre o pau e oferece ainda a visão privilegiada do seu bumbum redondinho, que faço questão de “massagear”.

Ela cansa, vamos de ladinho. Eu a como assim enquanto pego em tudo que é possível: cabelo, pescoço, boca. Soco tão fundo quanto é possível enquanto ela me puxa vigorosamente pra dentro dela. Em dado momento ela pega na base do meu membro, retira da bucetinha e coloca na direção do seu cuzinho. A pica lubrificada entrou no buraquinho que faltava – não sem muita resistência do mesmo, que é apertadíssimo e parece que é imune a ser alargado, não obstante a socação frenética que se seguiria.

Segurei-a pelos braços e fiz o cu de buceta. Da ponta do meu caralho até a base das bolas, marquei meu território no cuzinho dela enquanto ela gemia de prazer. Nem ideia de por quanto tempo eu soquei, mas foi até cansar. Ela anunciou o gozo algumas vezes nesse meio tempo. Pausamos pra ligar o ventilador (e o ar condicionado ao mesmo tempo, porque a noite estava fresca, mas o quarto parecia ferver com a nossa presença). Me deitei ao seu lado ofegante, tentando me recuperar. Ela voltava a me atiçar e eu não resisti: troquei a camisinha e subi em cima dela, fui direto na buceta dessa vez, que estava completamente encharcada. O pau entrou muito fácil, parecendo já conhecer o caminho. Deitei sobre ela com os meus braços sobre suas pernas, deixando-a desimpedida pra mim e testando sua flexibilidade. Levantei o tronco, e segurei no seu pescoço com as mãos. Gozei enquanto ela gozava olhando pra mim com uma carinha de cachorra apaixonante. Minha cama, como sua xotinha, estava encharcada.

Deitamos exaustos. De alguma forma já era de madrugada a e fome pintou. Pedimos uns hambúrgueres. Infelizmente estava uma merda, mas não vem ao caso rs (talvez nossa culpa por pedir minutos antes do fechamento do restaurante). Devoramos o que veio e simplesmente nos atracamos de novo. Borracha preparada, segurei-a no colo e a escorei contra parede. Dedei ela nessa posição e depois a coloquei de frente pra parede. Ela empinou a bunda e eu soquei com vontade, de pé. Na sequência ela me puxa pro sofá, com a cabeça abaixada sobre a almofada e a bunda virada pro céu, eu venho por trás e subo sobre ela, socando com a ajuda da gravidade por mais um bom tempo.

Depois disso, já bem tarde, tomamos uma merecida ducha e fomos dormir. Na manhã seguinte acordamos juntos. Ela pega no meu pau e eu na sua buceta como o chamado pra começar o dia com o pé direito. Ela me mama e já vai ficando de ladinho, convidativa. Eu me encaixo nela, os dois como peças de quebra cabeça naquela posição complementar. Soco enquanto posso pra nos despir do soninho matinal e consciente de que ela tinha que partir logo pro seu trabalho principal. Gozamos juntos, acho, e ela vai se arrumar pra partir. Nos despedimos e eu começo a semana com a felicidade de uma sexta-feira.