BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Nessa minha caminhada em busca de algo novo, eu sempre dava uma passada estratégica na Secretos Night Club acompanhado do meu amigo Gilmour — a secretos é meu santuário de prazeres, onde a madrugada sempre guarda algo proibido. E foi numa dessas noites famintas que encontrei a Vitória. Logo de cara, aquele olhar de marrentinha… o tipo de olhar que já diz tudo: ela sabe que é gostosa, sabe que enlouquece, e sabe ainda mais o que quer.
Pedi para a Fernanda me apresentar a ela… e, meu amigo, o que aconteceu em seguida foi digno de filme em slow motion. Vitória atravessando o salão de salto alto, a saia curtinha balançando no ritmo perfeito, o rebolado insinuante, e um sorriso se abrindo como um convite quente. Um espetáculo vivo. Uma tentação encarnada.
Sentamos e começamos a conversar. Bastou pouco para perceber que a tal “marrentinha” não existia. O que havia ali era uma mulher decidida, firme, mas absurdamente carinhosa, beijoqueira… daquelas que desarmam qualquer um com um toque. E sim, nos beijamos demais ali mesmo. Eu disse a ela que subiria de madrugada e que queria começar o jogo ali, no meio do salão, à vista de todos. E foi exatamente assim: olhares incendiando, beijos abafados, danças coladas, pegadas que anunciavam tudo que viria depois. A tensão pulsava… e o desejo crescia junto.
Pedi para ela colocar a mão no meu bolso e apertar. Ela obedeceu, curiosa, e sentiu. Sim… o mini vibrador. E enquanto descobria aquilo, esfregava aquela bunda maravilhosa em mim, já molhada, já acesa, já querendo muito mais. Então ela chegou no meu ouvido e sussurrou, com a voz que faz qualquer homem perder o rumo:
“Vamos subir… eu quero gozar de verdade… aqui foi só o aquecimento.”
E aquele *rsrs* malicioso veio para terminar de incendiar tudo.
Antes de continuar, deixa eu falar da Vitória:
Magrinha deliciosa. Peitinhos que cabem perfeitamente na boca. E a bunda… meu Deus do céu. Enorme, durinha, saltada. Ela mesma conta que as outras meninas perguntam se tem silicone… rsrs. E eu entendo. Aquilo é uma afronta para um corpo tão magrinho. Uma desproporção divina. Uma magrelícia proibida. Um presente embalado com malícia.
Agora sim, vamos ao resto.
Subimos para o quarto. Pegamos o 7 — para mim, um dos mais silenciosos da boate, ideal para uma entrega sem interrupções. E ali, meus amigos, ela me transportou para outra dimensão. Fogo puro. Paixão acesa. Tesão pulsando sem dó. Algo completamente fora da minha pegada tradicional. Ela era intensidade em forma de mulher.
Coloquei uma venda em seus olhos e desci, começando a chupar aquela buceta cheirosa, úmida e absurdamente gostosa. Vitória tremia, gemia baixinho, perdia o controle. Gozou de 3 a 4 vezes, já sem saber onde estava. Até que, no meio do desespero gostoso, implorou:
“Mete.”
E agora imagine: uma novinha de 19 anos, tomada pelo tesão, pedindo para meter como quem pede ar. É uma visão que marca. Claro que não à toa ficamos ali até baterem na porta:
“Vitória, acabou!”
E ela, tomada de prazer:
“Ahhh não, calma aí!!”
rsrs.
Aumentei tudo. Meti gostoso, firme, ritmado, até gozar com ela de quatro, na ponta da cama, enquanto eu estava em pé segurando sua cintura fina e assistindo aquela bunda enorme balançar como se pedisse mais.
Descemos ainda grudados, quase namoradinhos no salão. A casa já estava quase fechando quando ela dispara aquela frase deliciosa:
“Ainda bem… porque hoje não daria para mais ninguém.”
Ah… isso é música. Isso é vaidade massageada. Isso é carimbo de competência.
Nos despedimos com um beijo quente, prometendo retorno. E eu já fui descendo com a cabeça cheia, pensando: “Essa aventura vai ter repetição obrigatória.” Porque Vitória não é apenas gostosa. Vitória é vício. É reincidência garantida.
