BEIJO
NãO SEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
NãO
Na cabine me pede o pagamento adiantado, que eu faço. O quarto está uma zona, nem tenho espaço pra deixar minhas coisas. O ambiente todo é um muquifo tremendo, não quero encostar em nada. Ela me pergunta se quero que comece mamando e eu aquiesço. Nem tento beijos porque o lugar solapou minha vontade ficar “muito íntimo”. Ela mama sentada na beira da cama com competência e endurece o pau. Pergunta se pode pôr a camisinha e eu topo. Bota aquela camisinha de posto terrível e eu adentro no seco. Ela pede pra tirar e passa um pouco de lubrificante, o que facilita o trabalho. Como a vagabunda no frango assado enquanto ela imediatamente parte pro papo de puta. Não estava dos piores, pedia pra eu dedar o grelinho, lamber os peitos. Mas em pouquíssimo tempo começa a exigir leite, o que me dá uma preguiça inenarrável. Ela continua, o que me deu vontade de pedir que gentilmente calasse a boca porque estava me desconcentrando, mas não o fiz. A cama era uma pedra estreita e eu não conseguia ficar inteiro sobre ela, então fiquei com uma perna apoiada no chão, que ao mesmo tempo sustentava também a perna da “Mikaely” e fui cansando. Me debrucei um pouco sobre ela e ela reclamou que a perna dela doía daquele jeito.
Sugeri, então, que ficasse de quatro. Ela engatinhou e ficou de lado na cama enquanto eu a penetrava por trás. Ela pediu pra que eu não a apertasse na cintura pra não deixar marcas (não ia, só estava pegando firme) e depois ficou reclamando que eu não estava socando forte o suficiente. O problema é que comecei a socar com mais força (com atenção pra não apertá-la) e ela passou a reclamar que estava batendo a cabeça na parede haha. Então saí de dentro dela pra pensar em outra posição. Nesse meio tempo o pau amoleceu (eu, já suado de trabalhar sozinho naquele cativeiro abafado e sem tesão pelo vocabulário dela) e ela veio mamando. Brigou comigo que transa é uma coisa que os dois fazem e que eu tinha que me concentrar pra ficar de pau duro. Pra resolver esse problema ela ficou de quatro e pediu que eu dedasse o cu dela, o que eu fiz, mas sei lá, achei uma solução bem esdrúxula. Perguntei se podia comer o rabo dela naquela hora e ela disse que tinha taxa. Reclamei que ela não mencionou a taxa quando perguntei do cachê e ela disse que “todo mundo sabe que tem”. Já não valia R$ 130,00 o programa, imagina pagar algo a mais?
O pau endureceu e eu pedi outra camisinha. Ela levou uns 2 minutos pra trazer outro preservativo e a ereção já foi se perdendo de novo. Ela ficou de quatro, dessa vez na cabeceira da cama (minha sugestão, pra que ela não batesse os córneos na parede) e eu fui tentar meter. Não consegui entrar porque estava seca e eu pedi que passasse um pouco de lubrificante. Ela disse que não deixava pau mole entrar nela e que se eu insistisse ia terminar o programa. Incrédulo, mandei que batesse uma punheta pra mim até que eu gozasse. Ela ajoelhou na frente da cama e eu me sentei e fechei os olhos imaginando uma gostosa me punhetando. Pelo menos isso ela fez com competência até o final. Ainda me ofereceu uma toalha (não ensacada) pra que eu me limpasse, mas dei uma olhadinha no banheiro, não gostei e lavei o pau na pia mesmo. Me arrumei sem mais palavras e vazei. Péssimo local, fake e atendimento meia boca, não vão.
