17 de Dezembro de 2025 às 23:28
VICTóRIA OáSIS
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Quarta-feira, 17 de dezembro, o primeiro dia das minhas férias, início do recesso de fim
de ano. Havia decidido comemorar na Cinelândia, assistindo à final do jogo do
Flamengo. Mas foi uma tragédia. Ainda assim, talvez por teimosia ou necessidade de
redenção, marquei com a Victória Oásis, tentando salvar essa quarta-feira.

Assim que chego, sou recebido por um sorriso aberto e uma gargalhada gostosa, sonora
e viva, uma delícia de ouvir, ainda que motivada pela ironia do momento. Ela olha para
a minha camisa e entende tudo. A ironia do destino está ali, escancarada: eu,
flamenguista derrotado, ao lado de uma tricolor que é a única capaz de tornar o meu dia
melhor naquele momento. Demonstra interesse, curiosidade, gentileza. Está inteira ali.

Vou para o banho. Me lavo, me preparo, e noto no banheiro dela uma placa explicando
como limpar o pênis, algo que, obviamente, é sempre muito importante. Enfim, volto
para o quarto, para o encontro em si. Sentamos na cama e começamos a trocar palavras,
tentando nos reconhecer um no outro. Até que ela, com naturalidade, pergunta se pode
me beijar. Respondo que sim, sem hesitação.

O beijo começa doce, delicado, na cadência exata. Não há pressa. Um beijo que se
permite existir. Sinceramente, acredito que tenha sido um dos melhores de 2025. Algo
que, já ali, me deixou fora de eixo. Inclino o corpo, deito ela na cama, e nos ajustamos.
Meus lábios permanecem presos aos dela, enquanto nossos corpos começam um diálogo
silencioso. Desço devagar pelo pescoço, e então sinto o seu cheiro. Que mulher
cheirosa! Não é apenas tocar aquela pele, mas respirar aquele aroma único, envolvente.
É um prazer completo.

Meus lábios continuam descendo, encontram seus seios. Uma delícia absoluta. Logo
chego à sua buceta e começo a chupá-la, percebendo aos poucos suas preferências. Ela
não gosta tanto da masturbação interna no ponto G e guia minha mão para que eu a
acaricie enquanto continuo ali. Minha cadência acelera, mas ela pede calma. Me
conduz. Me ensina o caminho do seu prazer. E que encontro é esse. A experiência que
ela proporciona é impressionante, uma profissional de excelência.

O ar-condicionado mantém a temperatura ideal, esfriando nossos corpos quentes, que
logo se reencontram. O Ppmm funciona perfeitamente. Eu a penetro com vontade, e ela
me chama para mais perto, puxa minhas costas, meu corpo, quer proximidade. Me
agarra com força, e eu escuto seus gemidos. Música. Música pura para os meus ouvidos.
Gemidos capazes de levar alguém ao orgasmo apenas pelo som. Não foi o meu caso
naquele momento, mas ainda assim era música. A forma como ela fala, como geme, me
chamando de amor: performa e encarna a profissional que constrói a fantasia perfeita da
namoradinha ideal.

Peço para que ela fique por cima, cavalgando, e a visão é simplesmente perfeita, quase
celestial. O tempo passa, e percebo que ainda não cheguei ao meu auge. Peço então que
ela me chupe, que me masturbe enquanto faz isso. E ela o faz com talento, com
maestria. Ainda assim, algo em mim parece distante, talvez a derrota do Flamengo mais
cedo ainda ecoasse na minha cabeça.

O relógio avança. Faltam nove minutos para acabar o encontro. Peço que voltemos ao
Ppmm, numa última tentativa de finalmente colocar o leite na mesa. E então me
entrego. Não com pressa, mas com vontade, num ritmo constante. Aproximo meu
ouvido da sua boca para ouvi-la gemer de perto, sentir sua respiração, seu som. Aquilo
funciona. Eu me perco naquela mulher.

Ela me lembra Aldine Müller em “A Mulher que Inventou o Amor”. A Rainha dos
Gemidos. Um apelido que pode parecer exagerado, mas que nela encontra morada
perfeita. Obrigado, Victória. De verdade. Pelo profissionalismo, pela sinceridade na
conversa, pelos sons divinos que conduzem qualquer homem ao orgasmo. Obrigado por
transformar uma tarde em meio a um deserto melancólico em um verdadeiro oásis.