13 de Janeiro de 2026 às 17:00
PAMELA WINSTON
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Round 1

Round 2

Round 3

Round 4

Pular sete ondas? Banho com ervas? Comer 12 uvas? Meu ritual de Ano Novo é ter o meu primeiro atendimento do ano sempre com a Pamzinha Winston. Comecei meu ano com ela em 2024, 2025 e, também, 2026.

Pamela mal abre a porta e, começamos a nos beijar enlouquecidamente. Não deu tempo nem de tirar a bolsa da academia dos meus ombros, tampouco de endireitar minha postura que estava toda torta.

E, sinceramente, nem estava me importando. Mais calorosos do que os beijos da Pam, estava a nossa pegação que estava muito bem servida de mãos bobas e sarração sem limites, libertina.

Tive que fugir pro banheiro para tomar banho, senão Pamela não iria me deixar sair daquela esfregação devassa. Voltei e, para a surpresa de um total de zero pessoas, continuamos de onde tínhamos parado: com ela de quatro, rebolando no meu pau e me olhando de relance fazendo cara de safada.

Em meio a toda essa esfregação, ela virou de frente, abocanhou minha pica e pediu que eu me deitasse para continuar o serviço.

Pam engole, engasga, faz pressão com a goela, chupa as bolas enquanto te punheta, usa os lábios em conjunto com a língua de forma magistral, utiliza elementos de massagem lingam e bate com o pau na cara com olhar de safada.

A bixinha ficou me mamando por mais de meia hora e confesso que meu corpo estava reagindo de uma forma mais intensa que de costume: meu coração batia muito rápido, minha respiração estava alta e profunda, senti alguns tremores, espasmos e me contorcia todo (será que era um exorcismo ou só infarto?). Não lembro de ter visto a cabeça do meu pau tão inchada. Reconheço que foi uma sensação deliciosamente diferente.

Após deixar meu pau mais duro e envernizado que uma Massaranduba lustrada com Óleo de Peroba, Pamela veio por cima para finalizar o seu feitiço.

Devidamente mascarado, o Pequeño Luchador foi enterrado vivo e por completo pela buceta molhada, macia e quente da Pam. Ela descia com vontade indo até o talo, ora com o corpo jogado para trás, ora com nossos corpos colados e sempre variando sentadas, cavalgadas e quicadas de frente ou de costas.

Sentindo que o fim se aproximava, eu peguei firme a cintura da Pamela e comecei a socar, com vontade, de baixo para cima. Desci minha mão para a bunda dela, que reagiu aumentando o ritmo das reboladas enquanto eu continuava metendo vigorosamente. Minha represa não resistiu aos movimentos de seus quadris e inundou a camisinha de porra, mesmo assim ela ainda continuou mexendo e me olhando com um sorriso cafajeste.

Depois ela deitou do meu lado e conversamos bastante. Nessa hora, duas características se destacaram: espontaneidade e carisma. Pamzinha, com total naturalidade, consegue nos deixar totalmente à vontade e conduz o bate-papo de uma forma fluida e sempre muito criativa de um jeito que cativa.

Como não dá pra morar com a Pam, tive que voltar pra casa.

Tchau + Fui = Tchui!

Relato anterior: Crystal Pimenta