16 de Janeiro de 2026 às 10:02
CAROLAINE
https://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=27242
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Esta não é uma história feliz, mas mesmo histórias tristes merecem ser contadas.

TD realizado na terça-feira, dia 13.

Marcação
Mandei mensagem às 9:00h da sexta, que foi respondido às 13:00h. Ela cuida da filha e por isso existem dias que trabalha apenas à tarde. Deixei para continuar a conversa na segunda. A marcação foi feita nesse dia. Fiquei muito satisfeito no pré-atendimento. Para mim a experiência começa no agendamento.

A dama
Gata, novinha, 23 anos, simpática, extrovertida, fogosa, gosta de falar e eu adorei isso.

O local
O Castelo das Princesas é bem conhecido. O apartamento estava limpo e organizado. Ela mencionou que o ar condicionado estava produzindo muita água, mas, sinceramente, não reparei e não tive nenhum problema com o local.

O encontro
Eu estava ansioso ao tocar a campanhia. Linda e muito comunicativa, Carolaine me recebeu com um beijo. Pode parecer estranho, mas não me lembro o que ela vestia. A toalha é oferecida e tomo o meu banho. Livre dos odores salinos de um dia quente de verão, vou em busca do amor libidinoso de hora marcada. A nossa curta conversa é descontraída. A sequência, porém, encontro dificuldade de por em palavras. Vamos lá.

Nossas bocas se encontram e o beijo é bom. Os seios da jovem são bonitos e eu os acaricio.

-Você pagou por eles?
-Não, são meus mesmo. Seios de mãe.

Provocação recebida com simpatia, coloco-me entre as suas pernas para chupar aquela buceta com piercing.

-Doeu para colocar?
-Muito.
-Sinto até medo de te machucar.
-Não dói nada. Você ainda não tinha ficado com mulher com piercing na buceta?
-Ainda não.

Trocamos. Ela foi me mamando em ritmos diferentes, babando o pau todo, sem esquecer das bolas e me olhando, de vez em quando, com cara de safada, provocantemente. Meu centroavante permanecia "meia bomba", disposto a marcar gol contra. Pedi a camisinha. Ao vesti-la, entretanto, o fôlego de vida o abandonou, cara a cara com o gol.

-Quer que eu chupe de novo?
-Sim.

Carolaine, tranquila, tentava me acalmar e me deixar à vontade.

-Acontece. Você está nervoso?
-Sim. Não tem como não ficar com essa situação.

Na verdade, passei o dia tenso e nervoso por questões minhas; a noite foi mal dormida. Cheguei uma hora antes do horário e aguardei o encontro com ansiedade.
Ela voltou a chupar o meu guerreiro rebelde que flertava com a deserção. Posicionou-se com a bunda virada para mim, lateralmente, de maneira a deixar a sua preciosa ao alcance da minha mão. Não gosto da ideia de introduzir o dedo no instrumento de trabalho das moças. Meu toque era gentil e os meus dedos acariciavam com cuidado. Carolaine se dedicou a hercúlea tarefa por uns 20 minutos ou mais. Tadinha, ela vai ficar com cãibra na língua, pensei.

De volta a ação, revigorado, fomos para uma nova investida. EPI colocado, partimos para o "papai e mamãe". Sou um entusiasta dessa posição e estava bom. Tenho certeza que conseguiria curtir aquelas estocadas, indo e voltando, até o final do tempo contratado. Todavia a gata sugeriu mudar de posição e eu, diante do ineditismo da situação, não poderia imaginar novo revés. Além disso, eu queria ver o "jogo" da garota.
Ela, de cócoras e de costas para mim, movendo-se para cima e para baixo, com a bunda em exibição: visão maravilhosa!
Em seguida alternamos para a posição "cachorrinho", com ela de quatro e eu de joelho na cama. Aconteceu que a cada transição de posição a energia da expressão carnal da minha virilidade minguava mais um pouco e, quando iríamos trocar para a posição de ladinho, o combustível do carro acabou. Ficamos conversando e sobrou um elogio ao tamanho do meu pênis.

-É, sim, eu tive até que usar camisinha extra grande. E eu trabalho com paus.

Esse relato não é sobre mim. A grande estrela do texto é a Carolaine e, apesar da minha frustração, o trabalho dela foi ótimo, por isso fica aqui o meu testemunho.

Agora é procurar um urologista para a porra seca não virar uma porra extinta. É, senhores, a idade chega para todos.