BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
![]()
![]()
A notícia correu como um anúncio oficial, vinda das esferas mais altas: Eloisa Lemos estava em Niterói, nas históricas Terras de Arariboia. Para mim, aquilo não era apenas uma informação, era o sinal que eu esperava. Fazia tempo que eu admirava seus anúncios, observando de longe aquela figura que parecia misturar mistério e desejo.
Não perdi tempo. O primeiro contato, porém, foi um desencontro; as agendas, como duas linhas que se recusam a cruzar, não batiam. Cheguei a pensar que a oportunidade passaria por entre meus dedos, mas o destino tinha planos melhores. No dia seguinte, a sorte virou a meu favor. Uma nova conversa, um horário livre, e o acordo estava selado.
Segui para o endereço indicado, a famosa casa na Rua Eusébio Queiroz. Ao cruzar a porta, fui recebido pelo sorriso e pela simpatia dela, um cartão de visitas que elevou minhas expectativas ao máximo. Enquanto ela me guiava até o quarto, meus olhos não podiam evitar o rastro de suas curvas, acentuadas por uma lingerie transparente que não deixava margem para a imaginação.
O calor daquele dia era implacável, e o ventilador no quarto mal dava conta de refrescar os ânimos. Mas aquele clima abafado parecia apenas preparar o terreno para o que estava por vir. Quando nossos corpos finalmente se tocaram, a temperatura subiu de vez. Começamos com beijos intensos, uma fome de lábios que confirmava todo o desejo acumulado.
Logo, o toque aveludado dos seus lábios dela me envolveram. Propus uma troca: um banquete mútuo de sentidos. Enquanto ela me explorava, eu me dedicava a saboreá-la com meus desdobramentos linguísticos, perdidos em um ritmo de reciprocidade que só terminou quando ela se entregou ao primeiro ápice, ficando por instantes imóvel, em pura catarse.
Não demorou para que eu a buscasse novamente. Conduzi o momento para que ela me recebesse por completo. Começamos com movimentos lentos, um ritmo cadenciado que respeitava o tempo de cada suspiro. Mas, à medida que a energia voltava, a intensidade assumia o controle. Estávamos frente a frente, abraçados, em um movimento orgásmico que culminou em um clímax absoluto.
Veio a pausa, o silêncio necessário para o corpo processar a descarga de adrenalina. Eu descansava, sentindo o pulso desacelerar, enquanto conversávamos descontraidamente. Foi no meio de uma frase que o diálogo cessou; as palavras deram lugar, subitamente, ao toque aveludado dos lábios dela em minhas partes íntimas.
O vigor renasceu. Ela se posicionou em quatro apoios, e eu, tomado por uma nova energia, ditei um ritmo acelerado e vigoroso. O desfecho foi grandioso: uma entrega total onde sucumbi, porém dessa vez, ao prazer de me deleitar ao toque macio que somente seus lábios sabiam proporcionar.
