22 de fevereiro de 2026 às 20:06
KAROL TIJUCA
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BEIJO

SIM - NãO GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Era início do fim de semana de carnaval e eu estava desesperado com tesão procurando uma safada que pudesse me atender naquele começo de feriadão. Olhando as postagens do Arena Social, encontrei a Karol, que logo me chamou a atenção pelas postagens que mostravam uma loiraça gostosíssima. Mandei uma mensagem despretensiosa pra ela no Whats dando um boa noite e perguntando da sua disponibilidade. Pra minha surpresa ela me respondeu rapidamente dizendo que teria tempo em algumas horas (era início de noite). Perguntei se ela topava atender em Niterói e a tijucana topou. Ficou acertado que eu custearia seu uber, além, é claro, do valor do seu atendimento.

Enquanto estava a caminho, a Karol puxou conversa perguntando se eu tinha algum fetiche. Respondi que não exatamente, mas que eu tinha um perfil mais dominador. Ela respondeu na hora dizendo que era submissa – e complementou, pra não deixar dúvidas, “escrava sexual”. Comentei que era uma grande coincidência e que poderíamos juntar nossas preferências com facilidade. Ela só alertou pra pegar leve “no spaking”, não deixar marcas e fazer tudo de forma consensual, etc. Tranquilizei-a, dizendo que pra mim a coisa só tem graça se todos os envolvidos estiverem curtindo.

Esperei ansiosamente sua chegada, até que ela interfonou pro meu apê e subiu no elevador. Ao abrir a porta, sou surpreendido pela loira tesuda que as fotos prometiam. Morena com marquinha em dia, corpinho matador, rostinho bonito, tudo isso contido num corpo de estatura mediana de aproximadamente 1,65m e embalados à vácuo num vestido de couro falso preto (ela mencionou que o guarda roupa dela era basicamente desse tipo de trajes, que lhe caem muito bem, devo admitir). Trocamos algumas palavras, pergunto se ela bebe algo (não bebe) e ela pede pra se banhar. Mostro o caminho do banheiro pra ela e vou pro quarto espera-la. Ela não demora muito e adentra no quarto cheirosa e trajando uma lingerie de colegial que deixa pouco pra imaginação. Levanto da cama imediatamente e vou a seu encontro. Escoro ela contra a parede e ela se vira de costas pra mim, empinando a bunda. Vou beijando seu pescoço enquanto me dispo. Roço o pau contra o seu bumbum enquanto ela vai rebolando na minha pica. Meu corpo reage imediatamente e eu vou buscar a camisinha enquanto tento não me retirar dali. Enquanto isso, ela pega um gel que ela trouxe pra dar uma lubrificada na buceta. Camisinha posta, eu a empurro sobre a cama, de modo que só a parte superior de seu corpo fique de bruços e ela fique inclinada com a bunda pra cima. Entro sem dificuldade nela e vou socando de forma cadenciada. Ela começa a gemer, eventualmente falando que iria gozar na minha pica. Comenta que atendeu o dia inteiro, mas que não tinha conseguido gozar ainda. Falo pra ela aproveitar e gozar gostoso em mim. Ela vira 180° na minha direção e pede que eu a enforque. Faço isso e continuo socando. Ela pede também tapas na cara. Atendo a seu pedido, primeiro de maneira tímida, até que ela pede com mais força e eu permito que meu lado sádico assuma o controle. Ela goza cruzando os olhos enquanto eu soco nela, a enforco com uma mão e a esbofeteio com outra. Que visão!

Reduzo o ritmo até que ela termine de gozar e pergunto se está tudo bem pra gente continuar a foda e ela faz que sim com a cabeça. Nessa hora abaixo pra dar uns beijos, mas percebo que ela não curte e não oferece muita resposta nem muita língua. Deixo pra lá, percebo que o teor vai ser mais meteção do que amorzinho, lógico. Peço pra que ela suba de quatro sobre a cama e empine a raba pra fora. A penetro novamente e vou dedando o seu cuzinho com o polegar. Nisso ela pede que eu soque suas costelas. Obedeço e ela pede mais, e eu vou dançando conforme a música, tudo com jeitinho. Chamando ela de cadela, pego seus cabelos pra puxar e ela me oferece uma mecha em que posso fazer isso à vontade (ela usa mega). Arregaço sua bunda com as mãos e pergunto se eu posso arrombar seu cuzinho, o clima de foda pesada me deixou com vontade de anal. Ela diz que já tinha feito anal no dia e que estava sensível por lá e não ia conseguir fazer. Brigo com ela por não ter guardado o cu pra mim e dou tapas na sua bunda, enquanto ela gemia.

Continuamos nessa dinâmica por um tempo até que alguém dá a ideia de fuder no chão. Entendida dos meandros do sexo hardcore, ela pede dois pares de meia pra atar nos seus joelhões pra não os machucar, explicando com a hilariante frase “sou submissa, mas com os joelhos não dá pra brincar”. Enquanto ela se ajeita, tenho uma ideia e pego na minha gaveta de putaria uma coleira vermelha que gosto de usar nas submissas e falo pra ela “já que você é uma cadela, tem que usar coleira”. Ela aceita na hora e levanta os cabelos pra que eu a encoleire. Comento que combinou com ela e ela concorda, ressaltando que era da cor das suas unhas. Digo pra ela calar a boca porque cachorra não fala e ela fica muda na hora. Se agacha e fica de quatro. Mando que ela engatinhe até um canto do quarto mais espaçoso e ela vai, enquanto eu a guio pela coleira. Naquele ponto, mando que ela abaixe a cabeça empine o rabo. “subo” sobre ela e me agacho de modo que o pau entre em sua buceta. Aproveitando a oportunidade, piso na sua cabeça enquanto a como daquele jeito. Fico assim até cansar, o que não demora muito naquela posição super demandante. Mando que ela suba na cama e fique na mesma posição e ela faz, me entregando a guia da coleira na mão pra que eu não esqueça de dominá-la. Fazemos mais do que estávamos fazendo no chão, mas logo vou comê-la ajoelhado pra permitir que minhas pernas descansem um pouco. Ela pede que eu cuspa nas suas costas e bata na bunda dela e dê mais socos nas costelas e assim fazemos. Em seguida eu peço que fique de ladinho e vou comendo enquanto a seguro pela coleira e depois pela boca mesmo e a xingo, enquanto a loirinha geme, aparentemente curtindo.

Em seguida eu mando que se ajoelhe no chão pra chupar a minha pica. Em pé diante dela, botando o pau na boca dela, dou uns tapas no seu peito também pra não perde o costume. A chupada não é muito profunda, mas é muito babada. Ela não faz garganta profunda nem facefuck, o que fica claro quando tento enfiar um pouco mais da pica e ela se engasga seriamente. Ela pede pra não mexer muito na boca dela porque senão corre o risco de botar tudo pra fora. Respeito e me deito pra que ela chupe (e ela novamente me entrega a guia da coleira, para que e não me esqueça de guia-la rs). Gozo com ela me punhetando e chupando meu saco, completamente acabado depois de quase 1 hora de meteção. Batemos um papo acabados na cama e depois no banheiro, nos limpando. Ela se arruma pra sair, ia pra outro atendimento. Ainda restava tempo, mas não o suficiente pra eu me recuperar e meter de novo, então não fiz questão que ela ficasse mais, mas gostei bastante do estilo dela e falei que a veria de novo.

Foi um ótimo atendimento (apesar da omissão do beijo, que tenho que ser condizente na minha avaliação e dizer que não ocorrem do jeito que eu gosto) com uma gata que é submissa de verdade. Ela tem as restrições dela, lógico. E alerto aqui que nem tudo que ela por ventura tenha feito comigo ela pode querer repetir com outras pessoas e isso é direito dela. Ela pediu respeito e consensualidade durante o atendimento e acho que eu pude dar isso, então, por favor, não encham o saco da menina caso ela não queira fazer algo, ela tem tanto direito quanto você sobre o que faz ou deixa de fazer num atendimento. Me isento aqui de responsabilidade sobre seu direito de ser um cuzão e pedir algo da menina que ela não queira dar.