https://erosmassagens.com.br/terapeuta/nanda/
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
NãO
Recentemente, deparei-me com o relato do Confrade Cabron (https://gparena.net/tdfull.php?td=54297) a respeito de uma deliciosa morena a qual já havia despertado meu desejo ao ver registros postados nas homepages da Eros Massagens: NANDA.
https://espacoterapias.com.br/massagistas/nanda-eros/
Diante de brecha na labuta diaria, simulei o volume de tráfego até o endereço, no app de navegação da startup israelense, e, como fluía sem qualquer retenção, rumei ao Shopping Downtown. Na sala, indaguei a gerência sobre disponibilidade da moçoila ao que, prontamente, fui atendido. Realizadas indagações de praxe, fecho "negócio" e sou encaminhado ao andar superior do privê onde se situam os quartos e o WC de uso comum. As acomodações me pareceram de médio a bom, principalmente se levarmos em conta os montantes exigidos para a “prestação dos serviços" (180,00/30 min; 280,00/40min e 300,00/60min).
No que toca à meretriz sob escrutínio, rogarei a devida vênia ao Confrade Cabron, haja vista que sua descrição sobre a perva é 100% fidedigna:
"Morena bem como nas fotos, muito linda, siliconada, simpática, alegre, educada..." "...alta de uns 1,75m, bunda media para grande...
Juntos na habitação, o "balé erótico" teve início com beijos de língua de bastante entrega. A messalina é bastante "curvilínea"; sua pele apresenta tom amorenado instigante além de textura capaz de "DESPERTAR" , em instantes, o "JUNIOR". Como estava "galudo", sugeri um “69", capaz de saciar, de uma só vez, duas taras: chupar xoxota e sentir aqueles lábios macios em ação. Assim permanecemos vários minutos até que decidi pelo coito na posição "Cow-Girl", ansiando meter e deliciar-me naqueles peitos voluptuosos.
O "bagulho" começou bem agradável. Porém, após vários minutos no arranjo citado, comecei a notar certo "distanciamento" da parte da libertina. Refletindo sobre a possibilidade de alterar a posição, de modo a "resgatar" aquela mesma "Nanda" da apresentação, sugeri o PPMM. Ainda a comi com beijos na boca e lambidas nos seios por exíguo interregno, sem "sentir" reciprocidade dela. Foi então que interrompi a transa e dei início à uma conversa que nos levaria a caminhos completamente inesperados.
Sob minha perspectiva, ou está sendo bom a ambos ou não rola nada. "Date", verdadeiramente memorável, é aquele em que todos os envolvidos, sejam dois, três, quatro ou “N”, saciam-se igualmente. Como percebi algo distinto naquele espaço, a princípio, gentilmente, indaguel-a sobre encerrar ali mesmo e liberá-la, ainda que restassem quase 25min do contratado. Creio tê-la surpreendido, pela expressão de espanto visível em suas expressões faciais. No entanto, talvez pela postura empática por mim demonstrada e, também, pela sinceridade com que me dispus a ouvi-la a respeito das razões de sua mente estar "longe dali", Nanda, gradualmente, começou a “desfiar" um "novelo de dramas" por ela suportados.
Alguns dos confrades certamente pensarão:
- Pô, Grisalho, se você "der mole", elas vão te enrolar direitinho... ou,
- Caramba Grisalho, dando uma de "garoto"...
Sim, talvez tais argumentos representassem a verdade e eu estivesse sendo eximiamente "manipulado" por talentos de "atriz melodramática"... Todavia, a meu ver, em 10 mil anos de História humana, apenas nos últimos duzentos, surgiu um instituto jurídico "divisor de águas" civilizatório: A PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA.
Colecionei inúmeras primaveras até aqui. Experiencia não me falta em diversos aspectos da vida social; o Tempo é o grande MESTRE! Em meu íntimo, sentia veracidade naquelas palavras carregadas de "peso" ao serem pronunciadas. A menina enfrentava um conjunto de desafios em diversas frentes do convívio humano: relacionamento íntimo em crise, perdas patrimoniais extensas de familiares em decorrência das recentes inundações, moradia em cidade afastada de seu local de trabalho, o que implica alto nível de estresse diário além de custos incrementados, escasso tempo para cuidar de si e da própria casa, etc. etc.
Sim, por óbvio, aqui não é o "espaço virtual" adequado para tais digressões e, sim, todos enfrentamos dias de "ondas bravas" ao largo do "Oceano da Vida". Contudo, acredito que, antes de sermos "machos" e "fêmeas" plenos de instintos e impulsos a serem saciados, somos SERES HUMANOS! Não é razoável nos esquecer de que a "CRUZ" de alguns "pesa" bem mais.
Principalmente numa nação tremendamente desigual, sob diversos aspectos, ainda mais no tema social e econômico. O Brasil é um dos campeões mundiais em concentração de renda; estado nacional em que 20% da "casta privilegiada" controla 80% da imensa riqueza produzida a fórceps mediante exploração implacável de milhões de almas que labutam entre 8 e 14 horas/dia por irrisório salário mínimo.
Se isto não fora pouco, o segmento feminino padece de infortúnios atrelados a condição única de ser MULHER! Mais de 1500 foram alvo de feminicídio apenas em 2025. Na mesma medida em que se empoderam economicamente, superam-nos em nível acadêmico, assumem posições de liderança, nas mais variadas profissões de natureza pública ou privada, destacam-se em número de novas micro e pequenas empresas abertas todos os anos, assumem a posição de principal provedoras dos lares, educam nossas crianças e apoiam idosos da parentela, cresce exponencialmente a onda de violência praticada por uma geração inteira de homens os quais se “perderam ao longo" destas transformações vultosas, insistindo em manter o arquétipo de “macho" que só encontra, na força bruta, seja física, psicológica ou patrimonial, o meio de lidar com frustrações íntimas, inseguranças, imaturidade, misoginia e preconceitos enrustidos.
São os homens que fazem os costumes sociais, e não a Mãe Natureza. Se a eles se submetem, é porque lhes convêm, e isso é ainda um ato de seu livre-arbítrio, uma vez que, se quisessem, poderiam liberta-se deles. Não são os costumes sociais que devem acusar, mas seu tolo amor-próprio.
Escrevo esta narrativa na madrugada de 8 de MARÇO. Data cujo motivo de celebração mundial se dera às custas de um punhado de mulheres que pagaram, com seu próprio sangue, o custo de DESCONSTRUIR o PARADIGMA vigente nas sociedades de sua época. Décadas depois, embora tantas transformações tecnológicas ultra avançadas nos permitam verdadeiras maravilhas, em diversos campos da ciência, aquelas que enfrentam, solitárias, a enorme hipocrisia social, daqueles que se acreditam no direito de emitir "juízo de valor" sobre como uma mulher deve ou não "pagar seu boletos", continuam a viver idênticas dores de suas antecessoras... A sensação é: “TUDO MUDA, MAS NADA MUDA”.
Ah! Sobre a Nanda, busquei praticar a "escuta ativa" até que o interfone avisara pelo término do período. Como bom ouvinte, deixei-a o mais à vontade possível para a terapia psíquica da “cura pela fala", método desenvolvido no século XIX por notáveis da psicanálise. Por óbvio, não logrei êxito em solucionar as questões práticas que a afligem. Entretanto, ausentei-me daquele quarto com a consciência cristalina por lidar com o sofrimento humano de modo mais empático possível.
THAT'S ALL FOLKS!