16 de Março de 2026 às 03:46
RAIKA BITTENCOURT
https://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=29810
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$50.00

REPETECO

SIM

Este encontro acabou se tornando um dos mais insólitos por mim vivenciados ao longo dos anos. Ao final do "date", EXPECTATIVA e REALIDADE fundiram-se integralmente; todavia, até chegarmos lá, fatos inusitados ocorreram, os quais conferem a esta narrativa aspecto análogo a uma "crônica urbana".

Durante meses observei cada post que a Raika liberava em seu FEED VIP. O que mais me despertara o interesse fora aquele delicado e belo rosto. Definitivamente, trata-se de perfil estético refinado, cujos traços faciais evocam o arquétipo dos povos originários, num tom de pele mais claro. A silhueta longilínea, longas madeixas negras e o porte altivo, retratados nos registros do FEED, instigavam-me dia-a-dia. Certas ocasiões não me continha; o desejo por aquela fêmea transmutava-se em algum comentário libertino.

No entanto, a musa amazônica só anunciava atendimentos em hotel/motel. Conforme já relatado em outro TD, não sou adepto em "GASTAR COM PAREDES", visto que, na maioria das ocasiões, o montante total drenado em uber da menina (ida/volta) + motel + cachê implica valor correspondente a outro "date", com diferente libertina numa das três possibilidades: espaço próprio, privê ou boate.

Num sábado (07 mar2026), passeando pelo FEED, visualizo seu anúncio de atendimento na AA37, isto a partir da semana entrante. Na hora, comunico-me e agendo para seu primeiro dia no local (10mar). Raika dialogava de modo polido e gentil. POR INICIATIVA MINHA, indaguei-a sobre a possibilidade de lhe adiantar um "sinal", unicamente no intuito de ratificar o quanto ansiava por aquela oportunidade.

A reação inicial fora a típica onomatopeia do "riso" no app; mas, em seguida, aquiescera à proposta. Informada sua chave pix, transferi o correspondente a 1/6 do cachê, complementando que, no dia agendado, enviar-lhe-ia, pela manhã, a confirmação de agendamento. Nesta mesma etapa, minutos depois, retomou a conversa solicitando postergar em 01hora o horário combinado, devido a ter se esquecido de um compromisso familiar. Redargui positivamente sem, todavia, alertá-la de que já estaria no meu "limite", em termos de disponibilidade; ela não poderia se atrasar.

No par de dias anteriores, aproveitei para ler as duas páginas de relatos disponíveis sobre a nossa Miss Amazonas. A opinião é UNÂNIME: só POSITIVADOS!!! Na terça pela manhã, ratificamos o "date". Aproximadamente 20 min antes, descia com o "cavalo-branco" no estacionamento subterrâneo da Cinelândia.

Do lado de fora, numa banca próxima ao acesso do metrô, indaguei-a sobre a possibilidade de agraciá-la com guloseimas ou bebidas: GARATODE azul, fora sua escolha (fica a dica!). A partir daqui, o "script" começa a "sair dos trilhos"...rsrsrs.

Já me encaminhando ao famoso Castelo das Princesas, recebo a seguinte mensagem:

- RAIKA BITENCOURT: Você está onde? Posso ir para aí? (Tendi nadica de nada...rsrsrs).

Por óbvio, disse-lhe para vir na minha direção, uma vez que seria impossível não nos esbarrarmos. À certa distância, a reconheci, mas não ela a mim; foi preciso parar em frente à mesma e cumprimentá-la. Só neste momento compreendi o que se passava.

Como já escrito aqui pelo confrade "Hoje Eu Tô Facinho", o apto a ser usado corresponde ao local da Isis Belle, a qual se encontra em turnê européia. Contudo, por algum desencontro com o porteiro que lhe facultaria o ingresso ao local, haveria necessidade de uma "chave reserva", a qual seria entregue por um moto-uber. Raika acrescentou que já estava sentada na entrada do edifício há algum tempo.

Diante do exposto, propus que aguardássemos o entregador no restaurante Curta Carioca, famosíssimo no Arena por albergar os encontros promovidos pela administração do Fórum. Sentados frente à frente, perguntei se ela gostaria de comer ou beber algo, proposta recusada. Como já havia adquirido um REDBULL e seu gatorade, passamos a um sociável diálogo.

Como é de domínio público, por intermédio do famoso adágio popular:

"Se algo tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará!" (Lei de Murphy).

No caso em tela, a bateria de seu telefone estava "nas últimas" e só havia uma tomada no restaurante para carregamento; lógico, estava sendo utilizada...rsrsrs. Como ela saberia da chegada do moto-uber se o celular "morresse"? Solucionei a questão conclamando a um garçom que usasse alguma tomada do balcão do caixa.

Apesar do cenário no estilo "vídeo-cassetada", aproveitei para “trocar uma ideia” sobre temas variados, oportunidade a qual me permitira descobrir o porquê dela solicitar ao Presidente Brand a retirada de seus estonteantes registros com o rosto à mostra, seu histórico de amizade com a Isis Belle, sua atividade laboral na vida civil, o local de sua residência, entre outros tópicos os quais só seria possível tomar ciência num barzinho ou restaurante na companhia daquele afável ser humano.

Num "insight", a interrompi, sinalizando que o entregador já poderia haver chegado e estar tentando contato, o qual permaneceria sem respostas haja vista o telefone não estar em posse da mesma. BINGO! Deixei-a ir à frente enquanto encerrava os trâmites regulares no restaurante. Estando ela em posse da chave, rumei ao local. De fato, a primeira reação dela fora solicitar desculpas pelo ocorrido e também por não ter tido tempo hábil para organizar o espaço.

Confrades, confesso que estava, literalmente, “vaporizando" o "incidente"! A despeito de "manter a elegância", enquanto conversávamos em público, seu "decote" deixava aqueles belíssimos “GÊMEOS" parcialmente à mostra. Quando nos vimos a sós, o tesão me incendiou de tal forma que, em instantes, ambos se despiram, agarrando, tresloucado de desejo, aquele 1,70m de morena.

E como beija bem...PQP!!! Em sua minúscula calcinha, a visão daquela "obra de arte" em forma de fêmea evocou o animal oculto sob a tênue camada de "verniz social".



Joguei-a com as costas sobre a cama, desvencilhei-me do "tecido", obstaculizando meu “acesso" e lancei-me, como carnívoro faminto, àquela buceta a qual evidenciava indícios inequívocos de excitação legítima. Lambi, chupei, suguei seu grelo; enfiei a língua quase inteira na sua xoxota e ainda no cu. Longos instantes extasiado...ouvia palavras desconexas e grunidos da messalina e, vez ou outra, movimento dos quadris. Já encharcada, implorou para que eu a comesse, afirmando que estava quase lá mas preferia sentir também "algo dentro dela".

OK, pensei... então, a penetrei com o indicador e ampliei o espectro de estímulos ao massagear, em movimentos circulares, seu PONTO G, alternando, ainda, um "vai e vem" com o dedo indicador na porção interna da vagina. Velozmente ela alcançou sua "GOZADA número 01". (PORRA QUE CENA ERÓTICA DO KARALEO!!!).

Recusada a "pausa", por mim oferecida, deite-me sobre a cama, ao passo que a mesma se lançou sobre mim, dando início a uma "simulação" do coito sobre o corpo peniano. Que tesão ver e sentir seu "balé de serpente". Sem suportar mais aquela "tortura libidinosa", “plástico" no JUNIOR, passando a desfrutar das deliciosas sensações produzidas do toque da pica com a buceta quente e úmida. Tórrido contato entre lábios, línguas e mamilos, elevavam, à enésima potência, a voluptuosidade daquela trepada.

Ouvi, por vezes, que a apertasse, com força: nuca, glúteos e costas; ao passo que, eu, ordenei-a que quicasse e realizasse asfixia erótica com a máxima intensidade que suas delicadas e sensuais mãos permitissem.

Dali, invertemos. Comigo agora por cima, incremento gradual da velocidade dos quadris passou a ser imposto à meretriz. A entrega de ambos os amantes era surreal! Trepar com aquela mulher GATA e DESPUDORADA é algo impossível de se apagar da memória! Num rompante, erigi meu torso, inclinei-me parcialmente para trás e ordenei que ela se masturbasse, sem cessar um segundo sequer as bombadas frenéticas. O patamar erógeno era absurdo, o que me obrigara a fechar os olhos de modo a privar a visão daquela cena absurdamente lasciva; do contrário, "sucumbiria"... Sexy demais estava para ambos, confirmação adquirida minutos depois quando Raika anuncia seu "ORGASMO número 02".

Mas eu não havia dado por encerrado... existe enorme espelho por detrás da cama. Mandei que a messalina se arreganhasse de quatro e voltei a estocar intensamente. Mirava sua beleza hipnótica através da imagem refletida, ao mesmo tempo em que apertava com força suas nádegas e costas. Já no arranjo “de bruços”, agarrava seu pescoço e roubava-lhe beijos tórridos.

Contudo, dei-me conta de que o "cronômetro" estava em seus últimos segundos. Haja vista a relevância de seu compromisso, por mero livre-arbítrio e, ainda que não houvesse logrado meu próprio clímax, dei por concluído aquela sessão absurda de sexo! Mister reforçar: em nenhum momento, nossa Cunha-Porã (moça bonita em TUPI GUARANI!) solicitara o fim do “date"; a iniciativa fora integralmente minha.

Ducha rápida para ambos, vestimo-nos e descemos juntos. Negada a carona para alguma parte do meu trajeto, a qual, porventura, poderia agilizar seu deslocamento, trocamos beijinhos civilizados de despedida e rumamos em direções opostas.

Termino a escrita desta narrativa sorvendo uma, estupidamente gelada, taça de vinho branco. Ao recrutar os inúmeros fragmentos mentais "cristalizados" naquele dia, só me vem à cabeça um pensamento:

Quem ainda não degustou esta suculenta "fruta amazonense", não pode sequer imaginar a "saciedade" por ela proporcionada.





THAT'S ALL FOLKS!