22 de Março de 2026 às 17:00
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



"Que merda, lá vamos nós de novo..."

- CJ, prestes a encarar o caos que é San Andreas.



Após um longo período dedicado ao trabalho e às responsabilidades domésticas, finalmente consegui reorganizar a agenda o suficiente para retomar meu modus operandi habitual. Este relato, e outros que virão, são uma tentativa de reconquistar o tempo perdido.

Dito isso, vamos ao que interessa.

Eu estava pelo Centro — sempre o Centro — e resolvi dar um pulo num dos muquifos mais sórdidos daquele que talvez seja o bairro mais imundo do Rio, onde a putaria, o suor, o sangue e as lágrimas parecem entranhados no próprio concreto: o Vanessa Rios 05.

Eu já carregava dali uma memória afetiva particularmente indecente. Foi lá que vi um juiz, ainda vestido no terno do trabalho, recebendo uma mamada no meio do salão de uma usuária de crack em troca de uma dose de gin. Ria como uma criança, com o bigode sujo de cocaína — o bigode dele, não o dela.

Movido por essa lembrança de esgoto e ternura torcida, resolvi voltar. E, logo de cara, encontrei Suzy: negra, cabelos curtos em corte chanel, corpo delicioso. Peitos, bunda, tudo em abundância, com a insolência jovem dos vinte anos ainda vencendo a gravidade sem fazer esforço.

Paramos para tomar uma. E já deixo registrado: se deixassem, essa menina beberia o Mar Morto e ainda pediria mais. Companhia de copo de primeira. Conversa solta, riso fácil, aquela energia de quem já viu coisa demais cedo demais, mas ainda conserva um brilho sacana no olhar.

Em algum momento, entre um gole e outro, perguntei pelos detalhes da alcova, acertamos o combinado e fomos para o combate.

Na cama, ela foi tudo o que prometia e mais um pouco. Sentando com vontade, chupando, beijando, se entregando com uma fome que quase fazia esquecer a insalubridade do lugar. Quase. Porque esse é o ponto do alerta: levem lenços para higiene íntima e tentem abstrair a imundície do quarto. Não é cenário para fracos, nem para exigentes. O ambiente parece ter sido montado pela má vontade, mantido pelo abandono e ungido pelo pecado.

Mas há de se reconhecer o mérito quando ele aparece. E, no caso de Suzy, apareceu com força. O que notei, de maneira bastante positiva, é que nela havia tesão real. Não aquele teatro automático de expediente, mas vontade de verdade, daquelas que embaralham respiração e raciocínio. Em certo momento, ela mesma precisou se conter para não gozar, porque, segundo disse, quando goza molha a cama toda — e depois só quer virar para o lado e dormir.

No balanço final, valeu muito a pena. Teria valido ainda mais se o lugar fosse um pouco menos horroroso. Mas talvez seja justamente essa a lógica do submundo: às vezes o prazer vem coberto de mofo, ferrugem e degradação, e ainda assim entrega o que promete.