28 de Março de 2026 às 18:35
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

O que falar de Alice que já não tenha sido dito por todos aqui, inclusive por mim em inúmeros encontros anteriores? Falar de sua presença marcante? De suas mãos mágicas capazes de extrair de nós sensações inesquecíveis? De seu corpo? De sua sensualidade? Bem...existem muitas coisas que poderiam ser ditas a respeito de Alice, então vou me deter apenas nas ações e sensações daquilo que tive no dia de hoje.

Ao chegar, após um tempo sem vê-la, senti que hoje seria um dia especial. Não sei bem porque mas tive essa impressão mesmo sabendo que já havia experimentado muitos prazeres anteriormente naquela sala. A começar pelo fato de que não utilizamos a famosa e confortável maca. Ela me disse que hoje iríamos para um cantinho que ela havia preparado no chão mesmo. Quem conhece o local sabe que ela tem um tipo sofá que se transforma num colchonete mas não foi ali. Ela fez um local com outro colchonete mais baixinho, que dava uma liberdade maior de movimentos para ela como eu iria confirmar depois.

Claro que antes de começarmos, fui tomar meu banho e ao voltar já a encontro de seios à mostra, provocantes, mas ainda de calcinha. Fiquei nu e me concentrei para não ficar logo de pau duro. Me mandou deitar de barriga para baixo e começou a massagem profissional, de quem conhece realmente o ofício. O gel quentinho que ela colocava de vez em quando dava um toque a mais no prazer. Suas mãos passeavam pelas minhas pernas, depois pelas costas, gluteos e pescoço. Meu pobre pau, ali embaixo, volta e meia se alegrava mas preso entre o colchonete e meu corpo só poderia esperar pelo momento de libertade, o tão esperado "vira meu amor". Mas ainda não era o momento.

Não satisfeita de usar as mãos, Alice passou a esfregar seu corpo, em especial os seios e os glúteos em mim. Mão eu não sentia apenas isso. Eu também sentia seus lábios vaginais, um pequeno prazer a mais. Ou estava apenas imaginando, vai saber. Ela se largava em mim. Ela estava inspirada e eu expirava forte, por vezes gemendo baixinho.

Ela então massageia meus gluteos e mesmo eu ainda de barriga para baixo, pega meu pau duro e chupa a cabecinha, por vezes assoprando. Até que chegou o momento em que ela me pede (ordena?) que eu me vire de frente. Massageia minhas pernas. Meu pau está duro, encostado em minha barriga, de vez em quando levantava alguns centímetros, mostrando o que queria, e ele(eu) queria estar dentro de Alice.

Depois ela senta em meu abdomen e desliza até quase tocar a buceta na minha boca, a bunda roçando meu pau. Tento chegar com minha lingua ali, mas ela se afasta todas as vezes, numa tortura sem fim. Parecia que o tempo estava parando, eu não queria que aquilo ali acabasse. Ela então abocanha meu pau e se vira para iniciarmos um 69 que eu amo. Já disse várias vezes e repito. A buceta e o grelo dela são um dos mais deliciosos de se sentir na boca. Que delícia passar a lingua, sugar seus lábios vaginais e lamber seu grelo até que ela fica sensível e se afasta. Pega a camisinha. Faz um boquete por vezes engolindo todo o meu pau. Tortura. Mas então ela coloca a camisinha com a boca e vem sentando devagarzinho, centímetro a centímetro, apertando meu pau de uma forma que ficava difícil segurar.

Começamos então um sexo que não posso chamar de selvagem, mas era bastante intenso, eu segurava seu corpo firmemente, mexia meu quadril para cima e ela sentava com vontade, fazendo meu pau entar completamente nela. Ela olhava fixamente para mim, um rosto maduro e bonito, fazendo meus pensamentos..sei lá...que mulher era essa? Que dia especial era essa manhã de sábado? Pensava como seria tê-la todas as noites para mim. Eu estava precisando dessas sensações que ela me proporcionava naquele momento. Até que não aguentei mais e gozei. Um gozo silencioso, um gemido contido, um gozo que dizia que acabou, infelizmente, mas ao mesmo tempo um gozo que me deixava feliz pelo momento que passei com ela ali. Até esqueci de dizer dos beijos, dos carinhos, dos olhares, de sua lingua enroscando na minha, invadindo minha boca.

Pois é, ela não é só minha então tive que me despedir não sem antes tomar um café, vendo-a nua na minha frente, como a me convidar para outros inevitáveis futuros encontros. Por fim, banho, pagamento, abraços, beijo de despedida e rua. Até a próxima ALice.

Alice é única. Alice é diferente, Alice é inesquecível.