02 de Abril de 2026 às 20:33
LUNA CHAVEIRINHO
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Desde que o camarada Intello anunciou, com a solenidade de um condenado, que estava apaixonado por Luna Chaveirinho e mais: disposto a casar, algo em mim começou a latejar com uma insistência quase indecente. Não era curiosidade apenas. Era uma espécie de urgência moral. Ele falava dela como quem fala de redenção. Eu, desconfiado por natureza, só conseguia pensar: que mulher é essa que leva um homem ao altar ou ao abismo com tamanha convicção? E também fiquei apreensivo. Havia a possibilidade concreta de um casamento. Eu não poderia perder a oportunidade de encontrá-la antes que isso acontecesse.

E então me lembrei do conselho que eu mesmo havia dado a ele, no seu relato, num acesso de lucidez canalha: "Não vá morrer sem experimentar a maravilha de trepar com amor". E posso adiantar: entre quatro paredes ela te faz experimentar essa mesma maravilha.

Marquei. Quinta-feira (2/4). Edifício Central. Fiz o check-in. Antes mesmo da porta abrir, o perfume já escapava: um cheiro feminino, um cheiro de mulher. Quando ela surgiu, pequena, bonita de um jeito que não se explica.

Fomos para o quarto com a naturalidade de quem já sabia o fim da história.

Os beijos começaram lentos, com doçura, mas não inocência. E ali, sem pressa no começo, vou descendo para aquela linda ppk e vou chupando ela, doce, delicadamente, sentindo não só o gosto, mas o cheiro. Porque há algo nela que não se explica: aquele perfume misturado à pele, aquele cheiro de mulher, insistente, quase exagerado de tão marcante. E, aos poucos, aumento a intensidade. É impossível não notar o corpo reagindo, se contorcendo, os quadris se levantando, os pés passando pelas minhas costas

Ela quer retribuir e eu deixo. E ela me chupa. Algo curioso, quase técnico, mas ao mesmo tempo envolvente. Um detalhe até cômico me atravessa, era um frescor inesperado de Listerini. E funciona bem.
Seguimos. Peço para ela encapar, e vamos para o papai e mamãe. Começo a meter nela com gosto, sem pressa de terminar. O corpo dela, pequeno, facilita o encaixe, o controle, mãos nos ombros, conduzindo o ritmo, sentindo a resposta dela a cada movimento. Ficamos ali um bom tempo.

Depois, ela pede para eu ir por trás, de bruços, para que eu beije suas costas enquanto meto. E eu vou. É a minha posição preferida, não resistiria. Ali, entre beijos, mordidas leves, beijos no pescoço, na orelha, sussurros no ouvido, o momento ganha outra intensidade.

Em seguida, peço para irmos de ladinho. Uma mudança de ritmo. Algo mais próximo, mais contido. Posso beijá-la enquanto ela vira o pescoço, segurar seu seio, sentir o corpo de outra forma, menos urgente.

Depois ela vai por cima, mais para variar do que por necessidade. Já um pouquinho cansada, logo percebo e peço que deite ao meu lado. Descansamos. Conversamos. Pequenos gestos, pequenas carícias, quase uma pausa dentro daquilo tudo. Mas retomamos.

Ela pede para que eu a pegue de quatro. Após um tempo de intensidade, me aproximo do seu ouvido e sussurro: sou seu, pode pedir o que quiser.

E ela pede: quero que goze!

E aí entra o detalhe humano, quase ridículo: pra mim nunca é tão simples. Ainda mais com camisinha. Tentamos, ela me chupa de novo, me masturba, quase acontece, mas o tempo já pressionava.

Então, sem muito heroísmo, resolvo eu mesmo conduzir o final, enquanto ela ainda participa, mantém o contato. Gozo na boca dela, e tudo desacelera por um instante. A gente ainda conversa um pouco, como se quisesse prolongar o que já estava no fim. O tempo é curto, sempre é. Vou para o banho, depois ela também. Faço o pagamento, e enfim, nos despedimos: um selinho, um beijo na testa, um gesto quase doméstico diante do que acabara de acontecer.

Saio para a rua com uma sensação incômoda, não de saciedade, mas de falta. Mais sede daquele corpo, mais sede daquela mulher. É simplesmente único. E, como alguns confrades já disseram, ela dá vontade de casar, vontade de levar para casa, de levar para a vida. Essa mulher é papo de undaia.