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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Numa noite sem aviso, encontrei Lunna Rizzo
ganhei seu sorriso num improviso
Me perdi nos teus cachos e deixei meu juízo
No fogo do teu corpo conheci o paraíso
Tua intimidade e teu prazer é tudo q preciso
Salve, salve my Lil Homies,
Sim, foi com essas mal traçadas aí em cima e apoio dos confrades votantes aqui do Arena (e da BabyGirl), que faturei o atendimento de 1 hora com a nossa musa Lunna Rizzo.
Mas Maka, virou poeteiro agora? Não confraria, não virei. Mas a musa valia o risco de se aventurar no concurso, pensei em como conheci Lunna na festa do Arena, na química, no primeiro TD, no repeteco quase imediato, as palavras foram se encaixando e pronto, saiu em menos de 10 minutos.
Agora sem mais delongas vamos ao TD:
Depois da contagem de votos e anúncio oficial do presidente, entro em contato com Lunna e após alguns conflitos de agenda conseguimos marcar. Dia e hora combinados lá estou eu no local da moça pra fazer jus ao prêmio. E que prêmio é o atendimento dessa mulher senhores.
Chego no apê de Lunna, que pra quem ainda não conhece, é daqueles lugares que parecem propaganda de revista: tudo novinho, cheirando a limpeza, muito organizado. Certamente um dos melhores do Arena. Ela me recebe na porta usando uma lingerie vermelha peça única que mal dá conta do recado. A visão é simplesmente estonteante. Pele morena brilhando, cachos dourados caindo soltos pelos ombros, rosto delicado de quem parece anjo mas fode como demônio. As coxas grossas, firmes, feitas pra apertar o sujeito até perder o juízo, e aquela bunda deliciosa, redonda, empinada, uma verdadeira afronta à moral e aos bons costumes. O fiozinho vermelho sumia completamente entre aquelas nádegas carnudas, como se tivesse medo de ser engolido vivo. Tudo nela exalava sensualidade: o cheiro da pele, o jeito que mexia o quadril só de respirar.
Entro e ela já vem pra cima com vontade, me beija com fome, língua quente e molhada dançando na minha boca. Retribuo segurando firme pela cintura fina, descendo as mãos até agarrar aquela bunda que parece ter vida própria — macia, torneada, perfeita. Passada a saudação inicial que já deixou meu pau latejando, entrego um pequeno presente como retribuição pela cortesia. A gente conversa um pouco, mas ela me devora com os olhos, como quem diz “vou te sugar até a alma”. Pergunta se quero tomar banho. Aceito na hora.
Banho tomado, voltamos pra sala e o enrosco começa ali mesmo. Beijos molhados, mãos pra lá e pra cá, corpos se esfregando enquanto vamos tropeçando em direção ao quarto. A química com Lunna é absurda, parece que nossos corpos já se conhecem de outros carnavais. Na cama, pegação frenética e beijos intensos. Até que Lunna desce devagar, com um sorriso safado, e inicia um oral que facilmente levaria o prêmio Nobel da categoria. Chupa com gosto, de quem realmente gosta que faz. Varia ritmo e intensidade, lambe a cabeça, engole até o talo, faz uma sessão de pompoarismo com a garganta que parece ter sido treinada em outro planeta. Meu pau desaparecia inteiro naquela boca quente e molhada.
A mulher estava possuída. Botou a camisinha e veio por cima numa sentada matadora. Se encaixa devagar, escorregando a buceta quente e encharcada até engolir meu pau inteiro, sem pressa, sentindo cada centímetro. Começa a subir e descer com maestria, rebolando no fundo como se quisesse moer meu pau com aquela xota apertada e gulosa. Acelera o ritmo, cola o corpo no meu, me beija de novo com vontade, oferece aqueles seios macios pra minha boca enquanto não para de sentar nem por um segundo. Os mamilos duros roçavam minha língua, e ela gemia baixinho, uma delícia.
Ela pede pra trocar de posição. Finalmente consigo descer e chupá-la. Nessa altura Lunna já estava completamente melada de tesão, deixando ainda mais prazeroso sentir o gosto dela escorrendo pela minha boca. Enquanto eu chupava, lambia e sugava aquela xota, ela rebolava no meu rosto, dominadora como sempre. Lunna é do tipo que toma conta da foda. Me puxa pra cima dela de novo, engatamos um papai-mamãe bruto. Com ela totalmente encharcada, meto fundo, acelerando as estocadas enquanto Lunna geme alto, me puxa pra dentro, xinga gostoso e pede pra eu foder mais forte. Um tesão insano, daqueles que faz o quarto parecer pequeno demais.
Ela troca de posição mais uma vez, volta pra sentada, agora em agachamento, buceta descendo freneticamente no meu pau. Ela não estava pra brincadeira. Fodia com uma vontade quase raivosa, quicando como se quisesse me espremer até a última gota. Meu pau latejava dentro daquela xota quente, molhada e apertada que parecia feita sob medida. De repente, sem aviso, Lunna faz uma pausa, passa lubrificante naquela bunda deliciosa e, ainda sentada de frente pra mim, vai passando pro anal com uma naturalidade que faria qualquer outra GP parecer uma noviça. Sinto meu pau abrindo devagar aquele cuzinho quente e apertado. Ela desce com cara de safada, olhos semicerrados, mordendo o lábio — uma expressão totalmente obscena. Com o cuzinho devidamente laceado e meu pau completamente enterrado até o fundo, Lunna acelera as sentadas. Quica, rebola, gira o quadril. Me deixando completamente maluco. Mais um tempo me torturando com aquele anal de cinema, ela levanta, tira a camisinha e volta a chupar meu pau com uma vontade de dar inveja até pra mais tarada das mulheres. Lambe, suga, engole tudo de novo, olhos nos meus, pura devassidão.
Pede pra eu comer ela de novo. Nova camisinha. Puxo pro frango assado na beira da cama. A buceta dela continuava melada de tesão, escorregadia, apertada. A pica desliza fácil, meto acelerado, fundo, sentindo aquelas paredes quentes me apertando. Chego quase no limite, tanto do gozo quanto do fôlego. Mas Lunna tá daquele jeito. Vem por cima outra vez, senta sem dó, quicando forte por alguns instantes. Depois desacelera, olhos fechados, boca entreaberta, gemidos mais roucos e intensos. Ela se encaixa buscando o ângulo perfeito, rebolando devagar, sentindo cada centímetro. Está na iminência de gozar. Seguro firme na cintura fina, puxo ela contra mim com força. O corpo de Lunna treme, as coxas grossas apertam meus quadris, ela geme abafado, quase um grito preso na garganta, e goza. O orgasmo dela libera em mim uma onda absurda de tesão, a buceta pulsando forte em volta do meu pau. Não aguento mais e gozo junto com ela, jorrando forte enquanto ela ainda treme de prazer.
Absolute cinema, senhores.
Já tenho alguns TDs com Lunna e sigo pensando quebo seu diferencial é a entrega, como ela se entrega, a mulher é completamente sua naquela hora e isso faz toda a diferença.
THUG LIFE BABY!
