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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O Ritual com Luna Chaveirinho
Minha mente andava pesada, um emaranhado de dúvidas que só Luna poderia desatar. Eu precisava de certezas, e ninguém melhor que ela para me devolver o equilíbrio. Quando fiz contato, a resposta veio rápida. Por sorte, a promoção de Páscoa estava valendo, mas eu queria algo além do convencional. Propus uma dinâmica diferente e, com a ousadia que lhe é peculiar, ela aceitou de imediato.
Ela me recebeu vestindo uma lingerie rosa que realçava cada curva. Minha "chaveirinho" estava deslumbrante; o desejo que sinto por essa mulher é algo que não se explica. Após uma conversa rápida, busquei o refúgio do banho, essencial para aplacar o calor do Rio. Ao retornar, ela estava de bruços, deitada na cama, sabendo exatamente que eu não resistiria. Comecei a beijar seu corpo de baixo para cima, até alcançar seu ouvido e sussurrar: "Vem, que hoje o jogo vai ser diferente".
Coloquei a venda, privando-a da visão para aguçar seus outros sentidos. Deitei-a de costas e iniciei uma exploração lenta, com movimentos suaves e beijos pontuais que faziam sua pele arrepiar sob o meu toque. O tempo era curto, então peguei a vela de massagem. Deixei que ela ouvisse o estalido do isqueiro.
— "O que você está planejando?" — ela perguntou.
— "Confia em mim, amor. Você vai gostar."
Aproximei a chama, deixando o calor emanar próximo ao seu corpo antes de agir. Quando a primeira gota de cera quente tocou sua coluna, perto do pescoço, senti sua musculatura contrair instantaneamente. Continuei o rastro de fogo líquido descendo pelas costas até alcançar a curva da bunda. Aquelas contrações involuntárias eram o combustível para o meu tesão. Espalhei a cera com uma massagem, já completamente dominado pela vontade de comê-la. Mergulhei em seu corpo, alternando beijos e carícias íntimas, explorando cada detalhe com a fome de quem finalmente encontrou o que buscava.
Pedi para ela virar para que eu pudesse continuar o trabalho com a língua e, depois desse banquete, ela fez questão de chupar meu pau com uma vontade divina antes de colocarmos a camisinha.
Fizemos algumas posições, variando o ritmo, mas como é o meu padrão, logo assumi o controle por cima. Foi quando o desejo falou mais alto e pedi o cuzinho, e ela, como sempre, não negou. Comandei o ato com ela usando o vibrador na frente ao mesmo tempo. Era uma cena digna dos Deuses: eu a possuindo por trás, sentindo o aperto delicioso, enquanto a beijava e via ela mesma se tocando, entregue ao prazer que estávamos construindo juntos.
Naquele momento, o som do vibrador se misturava aos nossos gemidos e ao estalar dos nossos corpos, criando uma sinfonia de puro êxtase. Ver a Luna se perdendo no prazer, enquanto eu explorava o que ela tem de mais sagrado, foi a resposta que eu buscava.
Quando o ápice nos atingiu, o mundo lá fora, com seus problemas e calor sufocante, deixou de existir. Ficamos ali, entrelaçados e recuperando o fôlego, com o perfume da vela ainda pairando no ar como o rastro de uma batalha vencida. Saí de lá com a alma leve e a certeza renovada: entre mim e minha chaveirinho, o fogo não apenas queima, ele se renova a cada encontro.
Mensagem a Luna:
Luna, ainda estou com o cheiro daquela vela na memória e a imagem de você se tocando na minha cabeça...
Aquele nosso jogo foi especial. Você é perfeita, minha chaveirinho.
Obrigado por topar minhas loucuras e por ser essa mulher tão deliciosa. Já estou contando as horas para a próxima.