BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Sofia = linda demais, baixinha,com marquinha, gostosa (corpo maravilhoso na medida nada exagerado), simpática e eduacada demais
Local= cama ok, climatizado, banheiro bem limpo, com sabão líquido, toalha limpa!
Atendimento: beija, não regula posições
A Trate sempre com educação e extraira o melhor dela, (embora química as vezes pode não bater, sabemos!)
RELATO BEM DETALHADO
A Química Divina em Nova Iguaçu
Lembro que comecei nesse "mercado" em 2019; não conhecia o Arena ainda, tinha uns 22 anos de idade, eu acho. Lembro que a maior vontade era desbravar: quanto mais garotas novas, mais satisfação. Ainda bem que saí com mais Green do que Red, com algumas pausas por relacionamento, com os serviços e com cargos de mais exigências (que enche o saco e só aumenta o estresse).
Com a idade dos 30 chegando e, graças às ocorrências acima, comecei a ir em indicações certeiras para relaxar: Miah, Susan,e uma negra que atendia ali no mont blanc (Jana ou Janaína, não lembro direito ela trocava muito de nome, POREM JAMAIS SERA ESQUECIDA)... (Quem é desse período de Nova Iguaçu talvez lembre delas).
Sempre alterando, lembro de um relato — não lembro se foi aqui — mas era: "Já fui mais de 20 vezes, por ir sem medo". Lembro que pensei: "impossível". Hoje estou eu aqui; não passei dos 20, mas estou bem próximo dos 20! (Voltas que o mundo dá).
Usher: "Cuz the way I'm staring miss, you got me wantin' to give it to you all night"
Orochi: "E-e-eu não entendo como ela consegue (como ela consegue) / Fazer eu me apegar / No seu cheiro, na sua pele, na sua boca, ah"
A Sofia me faz viver essas "aspas". A química e a conexão com ela são fora do normal. Aquele rostinho, aquele corpo, aquela vontade dela em querer proporcionar prazer chega a ser divino.
Faço a marcação pelo WhatsApp. Dando o horário, chego ao seu local. Ela me recebe com aquele sorriso viciante ("aquele sorriso, aquele maldito sorriso", como no meme) e me encaminha ao quarto. Assim, já começo a devorar a boca dela — isso mesmo, beijo quente é pouco para definir — abraçando-a, apertando-a bastante (ou esmagando-a, na verdade).
Ela me pergunta se estou com sede e se quero água. Eu recuso, mas ela não para por ali e logo sugere uma Coca-Cola, querendo de toda forma me agradar. Quando ela oferece esse cuidado extra, o gesto transcende o líquido e o gelo; torna-se um rito de entrega que poucas entendem. Não é sobre a bebida em si, mas sobre a delicadeza de quem, mesmo após um "não", se debruça no detalhe para esculpir o agrado perfeito. Nesse cenário da Baixada, onde o comum é o deserto de atenção e mal se oferece um copo d’água, o zelo dela brilha como uma joia rara. Basicamente, são esses pequenos afazeres — essa insistência em me ver satisfeito — que ancoram meu desejo e fazem meu pensamento fixar nela muito além do quarto. É o luxo da atenção em meio ao caos.
Também recuso, já estava realmente satisfeito (afinal, sou do tipo que se realiza muito mais em proporcionar felicidade do que em ser o centro das atenções; me sinto preenchido vendo a satisfação do outro). Pego a toalha com ela, jogo uma água no corpo, volto, efetuo o pagamento enquanto a gente se beija e entrego seu presente. Ela, sempre agradecida.
Normalmente nesse período, a gente vai com preliminares, sexo, algumas conversas, namoros e mais sexo!
Mas desta vez foi diferente. Foi eu literalmente devorando-a na primeira hora e a gente se acabando no sexo no segundo tempo. Praticamente todo nosso encontro era ela no estilo meiga sendo devorada por mim, e eu me amarro nesse estilo; ela entra num "personagem" perfeitamente. Só que, desta vez, ela estava bem devassa, com um fogo nos olhos que eu nunca tinha visto, tão alucinada por devorar quanto eu. O que eu devorei todinho aquele corpo dela — o perfume doce dela se misturando ao calor da pele — não consigo nem mencionar!
Depois de minutos devorando seu corpo, ela se ajoelha e começa um oral perfeito, extremamente caprichado, com garganta profunda. Em certas horas, tinha que tirar da boca dela e dar uns beijos, senão era finalizado ali mesmo... Ela deixa meu pau todo babado. Dou mais uma devorada naqueles seios lindos, aproveito a lubrificação da saliva dela, mas peço para ela cuspir no meu pau. Com o comprimento da cuspida, começamos a espanhola, com ela de joelhos e eu em pé, devorando sua boca!
A buceta já tinha devorado no início da pegação; faltava o cuzinho. Pedi para ela ficar de quatro na beira da cama e comecei a devorar ali com beijos e lambidas! Mais beijos na boca, capa no garoto e começamos no papai e mamãe extremamente frenético, com a gente sempre se devorando: a boca, o pescoço do outro ou eu nos seios dela! Socadas bem firmes e, a cada beijo, a cada gemida dela, mais o tesão aumentava.
Alguns minutos assim, ela avisa que vai gozar. Aquele gemido dela... pqp! É o tesão em forma de som. Ela pede para não parar e assim é feito: ela goza lindamente com a penetração. Ela me aperta, morde meu ombro e eu continuo! Não tenho palavras para definir o quanto é delicioso sentir aquela buceta contraindo com o pau lá dentro; que sensação maravilhosa, aquele aperto, pqp! Me segurei bastante para não gozar, pois meu caminhão de esperma já tem seu devido local! Continuo socando, mas, ao ver aquela buceta encharcada, tive que degustar daquele melzinho!
Depois de dar um trato naquela buceta com a língua, começo a devorar a boca dela novamente. O pau sempre estralando. Ela pergunta se estou cansado ou se queria água. Respondo que não, que está tudo ok! O ar condicionado praticamente no modo "Polo Norte" e a gente suando pique deserto do Saara. Peço para que ela venha por cima de frente e começo a devorar sua boca e seu pescoço, praticamente me hidratando ao beber o suor dela. Nessa parte ela solta: "Nossa, tô toda suada, mô, quer que eu pegue uma toalha para me enxugar?". Eu respondo: "Não, você tá perfeita assim!".
Horas tinha que interferir para não queimar na sentada dela, que é deliciosa. Vendo que não iria durar muito ali, trocamos para ela ficar de bruços, vendo que também perderia a guerra! Começo a perguntar se ela queria leitinho. Ela responde que sim e solta a clássica frase: "Amor, quer deixar a sua putinha ainda mais linda com leitinho? Eu vou ficar mais linda, não vou?".
Não tem como negar, né? Tiro de dentro, ela se ajoelha e eu jorro litros de leite naquele rostinho! Naqueles segundos de silêncio absoluto após o gozo, com ela ainda ofegante e o rosto lambuzado, a conexão dizia tudo o que as palavras não conseguiam. Mais beijos com aquele rostinho, ela vai se lavar, ela volta e vou eu. A hora com ela voa: 2 horas parece que foram 30 minutos. Volto e começo a devorar a boca dela, troco de roupa, mais beijos, ela me leva até a porta, mais beijos e rua!
É impossível não se viciar porque o que a Sofia entrega não se encontra em anúncios comuns; é uma droga de efeito prolongado que mistura a volúpia da devassa com o aconchego da amante dedicada. O vício nasce dessa dualidade: o choque entre o suor do sexo selvagem e o mel do carinho sincero. A gente volta porque o corpo pede aquele aperto, mas a alma vicia naquela conexão absurda, naquele sorriso que desarma e na certeza de que, ali dentro, o tempo para só para nos ver queimar. É o tipo de chama que, quanto mais consome, mais a gente quer que arda.