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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Nem sempre o dia a dia é fácil. Passar horas dentro de um CTI, lidando com situações intensas e pacientes em estado crítico, vai desgastando a gente por dentro. A mente cansa. Eu só queria desligar um pouco, sair da rotina e encontrar algo diferente.
Fui com receio. Nunca tinha feito algo assim antes. Mas resolvi arriscar.
Procurei alguém que fosse o meu oposto: leve, espontânea, alegre… alguém que trouxesse justamente o que me faltava naquele momento. Pelos relatos que li, a Giovanna parecia exatamente isso. E acertei na escolha.
Na primeira tentativa não deu certo — minha agenda simplesmente não permitiu. Mas na segunda vez, tudo se alinhou.
O local é tranquilo, de fácil acesso, com um cadastro simples na recepção. Nada complicado. Avisei quando cheguei e pedi para me chamar quando estivesse pronta. Pouco depois, ela me pediu para subir.
Toquei a campainha… e aquele minuto de espera pareceu uma eternidade.
Quando a porta abriu… foi impossível não reparar.
Ela me recebeu com um sorriso leve, olhar vivo, uma energia que já diz tudo antes mesmo de qualquer palavra. Me puxou com naturalidade e me deu um beijo — daqueles que não são só de cumprimento, são de presença.
Perguntou se eu queria tomar um banho. Aceitei na hora. Além de ela estar impecável, eu vinha da rua, e o bom senso fala mais alto — ainda mais pra quem trabalha em ambiente hospitalar.
O banheiro era organizado, tudo limpo, preparado. Um cuidado que já diz muito.
Quando saí…
Ela estava ali.
E, de novo, me pegou desprevenido. Não deu espaço pra timidez nem pra pensar demais. Me puxou, me beijou com intensidade, com vontade. E isso, sinceramente, faz toda a diferença.
Porque às vezes a gente vive relações onde entrega tempo, atenção, carinho… e não recebe na mesma medida. Ali, era o contrário. Era presença, era entrega, era energia.
Tudo aconteceu de forma natural. Sem pressa, sem roteiro. Ela conduz com leveza, mas com atitude. Brincalhona, provocante, mas ao mesmo tempo muito fácil de estar junto.
Foi uma desconexão completa do mundo lá fora.
E talvez o mais inesperado veio depois.
Sentamos, ela trouxe água, e começamos a conversar. E a conversa simplesmente fluiu. Sem esforço, sem forçar assunto. Quando percebi, estávamos falando de coisas aleatórias — meus gatos, histórias do dia a dia… coisas simples, mas que naquele momento fizeram total sentido.
Teve um instante em que pensei: “olha onde eu vim parar”. Mas não no sentido ruim — muito pelo contrário. Era uma sensação boa. Leve. De paz mesmo.
Ficar ali, abraçado, conversando, rindo… foi tão natural que o tempo simplesmente passou sem avisar.
E passou rápido demais.
Mas foi o suficiente.
Aquela 1 hora conseguiu me dar algo que 18 horas de plantão não conseguem: um respiro. Um silêncio na mente. Um momento de verdade.
Saí de lá mais leve.
E com a certeza de que, quando eu precisar desligar de novo… já sei exatamente onde encontrar um pouco de paz.