BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
NãO
Me deparei com o anúncio da Lorena por aqui e gostei bastante do que vi. Fiz contato e tive um excelente pré-atendimento. Ela me explicou que morava na Ilha do Governador mas topava vir a minha residência. Marcamos pro dia seguinte, num sábado, mas continuamos a conversa por iniciativa dela. Foi agradável, a menina parecia ser gente boa, mas me pediu uns trocados. Primeiro pra comprar cigarro, depois pra comprar um lanche, depois pra bebida, e por aí vai. Não deu mais do que algumas dezenas de reais e ela afirmou que podia descontar do atendimento. Não sou muito fã disso, mas não estava a fim de arriscar azedar o encontro que ocorreria em breve – além disso era um valor irrisório que seria compensado em breve, pensei.
No dia do atendimento, mando um whats pra ela cedo. Sem resposta. Mando mais mensagens próximo do horário combinado e também não ouço um pio. A menina me reaparece na madrugada do dia seguinte ao combinado, pedindo desculpas e culpando a narcolepsia pela sua ausência durante as últimas 24 horas: ela tinha dormido o dia inteiro, aparentemente. A Lorena pergunta se podemos marcar pro domingo, onde apareceria, segundo ela, sem falta dessa vez. Tive vontade de cancelar porque achei um vacilo grande e não estava sentindo muita firmeza, mas já tinha dado uns 60 reais pra ela e não ia perder meu investimento inicial. Reagendamos pro dia seguinte, domingo.
No domingo, trocamos mensagens mais cedo e ela responde. Ela se atrasa na sua preparação e sai de casa mais de uma hora depois do horário que deveria sair. O combinado seria que eu pediria o Uber, já que aparentemente ela está banida do Uber por algum motivo que não me recordo. Um grande dificultador é que ela mora numa área em que as corridas não são aceitas com facilidade e, pra piorar, ela não tinha internet móvel na rua. Me pergunto como ela se coloca numa situação que dificulta tanto a logística. A corrida leva mais de uma hora pra ser encontrada e eu fico pensando que meu fim de semana já tinha ido inteiro por água abaixo.
Pra piorar, o Uber teve problemas (o carro literalmente quebrou na ponte), mas aí já não foi culpa de nenhum de nós, então não vou me estender muito. No fim das contas tive que pedir outro Uber para trazê-la da ponte até minha residência. Ela chega aqui umas 4 horas depois do horário combinado e super estressada. Estava tensa e falando comigo de maneira ríspida. Por um lado, eu entendi e procurei ser compreensível porque a experiência tinha sido tensa (ela ficou sozinha numa região bem eram, o motorista estava dando em cima dela, etc) – por outro, a culpa disso com certeza não era minha. Eu a encontrei na rua e comprei uns cigarros e outras coisas pra ela a seu pedido. Subimos pro meu apartamento finalmente.
Lá ofereci umas cervejas, que ela aceitou. Aí vem a cereja do bolo. Ela me pergunta se podia consumir certas substâncias pra se acalmar. Falei que se fosse um pouco e de maneira comedida, poderia fazê-lo – não queria ninguém passando mal no meu apartamento. Não consumo nada daquilo, então fiquei na minha bebida. Ela parece se tranquilizar, pelo menos. Enfim passamos praquilo que tinha motivado toda aquela odisseia e começamos a nos pegar. Ela pede um momento para tomar banho e eu a espero no quarto. Ela adentra o quarto cheirosa e nua, pede que desliguemos a luz e aproveitemos a iluminação da lua que invade o quarto pela janela. Ela se deita e voltamos a nos pegar, mas, quase que imediatamente, ela se desvencilha e me empurra pro lado, negando reiteradamente minhas tentativas de me aproximar. Controlo a vontade de arrancar meus cabelos e pergunto o que está errado e ela informa que precisa de um reforço extra nas suas substâncias pra “ficar bem safadinha”. Eu fico incrédulo, mas falo pra ela fazer o que ela precisa.
Voltamos pra sala, aguardo mais uma hora e meia com o pau na mão (no meio tempo ela pergunta se eu posso pedir algo para ela comer – e lá vai mais uma grana). A comida chega enquanto ela fica no sofá falando alguma coisa que eu estou cansado demais pra ouvir. Ela nota que estou distante e pega no meu pau, punhetando enquanto conversa comigo pra me dar um mínimo de atenção.
Finalmente ela se diz preparada e voltamos pro quarto. Lá a gente transa por no máximo 20 minutos. Uma transa boa por sinal, teve oral se capa, vaginal de frente, com ela por cima, na posição de lótus e de quatro. Gozei em cima dela. E vou deixar por isso mesmo, porque esse pequeno parágrafo no meio de todo o texto representa o quanto da minha noite foi de sexo realmente.
Voltamos pra sala, ela continua na vibe. Pede mais algumas coisas, mas eu me recuso. Digo que já estou morto (era alta madrugada nesse ponto). Ela vai desanimando e pede pra voltar pra casa. Chamo seu uber e ela parte. Acerto com ela o valor combinado menos os descontos dos empréstimos anteriores (as outras coisas que eu comprei com ela pessoalmente ficaram por minha conta, mas tudo bem). Ela vai embora e eu reflito: perdi todo meu fim de semana por uma foda que, apesar de boa, durou vinte minutos. 20 minutos de putaria por uns 800 reais gastos, fora o fim de semana que foi basicamente perdido. Não compensou, nem perto disso.
Importante destacar que a menina notou que as coisas tinham fugido do controle e o dia não tinha sido bom. Segundo ela, ela também não estava bem com tudo que tinha acontecido. Ela prometeu me reencontrar num novo encontro onde não me cobraria pra substituir a má experiência e eu concordei. Isso já tem várias semanas - de lá pra cá chegamos a combinar que ela viria num determinado dia mas, adivinhem, não veio. E agora ela não me responde mais. Fico com pena porque a menina é gente boa, mas não dá pra passar pano pra tamanha irresponsabilidade. Bom, aqui está o TD com os fatos conforme ocorreram.
