04 de Maio de 2026 às 22:16
BEIJO

NãO

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Pode parecer que não, mas a Karol é uma menina bem atenciosa e presta bastante atenção a seus clientes. Marquei com ela para o mesmo dia sem maiores dificuldades em uma determinada noite tranquila, como de costume. Ela chega na minha residência com tradicional uniforme de safada (um de seus vestidos colados) e já se encaminha pro banheiro pra se arrumar. Já é uma rotina que estabelecemos. Enquanto isso a espero no quarto.

Ela adentra o aposento de uma forma que eu não esperava. Ela está com uma lingerie que são só tiras, com aberturas suficientes para comê-la sem ter que despi-la, o que por si só já seria excelente. Eu me levanto para segurá-la e elogiá-la de perto enquanto ela sorri. Em seguida, ela se apoia com as mãos na parede e vira de costas pra mim. Aí que entra a questão da atenção que comentei no início do relato: vejam bem, no fim do nosso último encontro ela comentou que tinha um plug de rabo despretensiosamente e eu brinquei que ela devia trazê-lo na próxima para que eu a fizesse de cachorra. Pois bem, ela levou a sério e me fez uma surpresa: ela estava com o tal rabo. E aí notei o resto da fantasia; ela também estava com uma coleira e guia e uma mordaça que servia como um osso pra ficar na boca. Fiquei embasbacado diante da surpresa, mas logo me recuperei porque estava muito a fim de aproveitar. As surpresas ainda não tinham acabado, ela também trouxe um chicotinho.

Nunca bati em um bichinho na vida, mas claramente aquela cachorra estava merecendo. Ela fica de quatro sobre a cama e eu pego o chicote e acerto sua bundinha redonda. E aí a Karol se transforma; ela não falava mais nada, só latia. E spoilers, foi assim até o final do programa. Ela realmente encarnou a cadela. Mandei que abanasse o rabo e assim ela o fez, rebolando efusivamente. Depois de uma sessão de spanking, meu pau já estava duríssimo, então emborracho o pau com a camisinha que ela trouxe e deslizou com facilidade na bucetinha encharcada dela. Subo sobre ela e a chicoteio mais um pouco. Depois piso no seu rosto. E ela latia com vontade. Mando que cale a boca e boto o pé do lado do seu rosto. Ela começa a lambê-lo. Falo pra chupar o pé como se fosse a coisa mais deliciosa na qual já botou os olhos, então ela coloca uma boa parte dele na boca e o chupa com afinco.

Em seguida, desço da cama e continuo comendo-a em pé. Arranco seu rabo e abro sua bunda. Vou tirando o pau da buceta e começo a esfrega-lo na entrada do seu cuzinho. Ela entende a mensagem e, sem trocar de posição ou olhar pra trás, passa um punhado de lubrificante na entrada da portinha dos fundos. Aos pouquinhos adentro o seu cuzinho e ouço seus latidos se identificarem, num esforço da menina em não sair da personagem. Depois de acomodado, me sinto livre para enrabar aquela cadela por um bom tempo enquanto a seguro pela coleira. Soco com firmeza até encher a camisinha de porra.

Depois tomamos um banho e trocamos uma ideia até dar o tempo e ela voltar pra casa. Como falei com ela no pós-foda, esse roleplay até o final eu nunca tinha feito. Normalmente as moças se distraem e falam alguma coisa ou gemem e eu apreciei bastante que ela jamais deixou de ser uma cachorra durante o atendimento. É muito bom ver aquela loira maravilhosa totalmente submissa a você. Nota 10 pela atenção, “carinho” e dedicação.