21 de Maio de 2026 às 11:11
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Lívia Prado — Atualização da gata

Leio muito aqui e escrevo pouco, preciso mudar.

Mesmo trabalhando no coração do Centro, ainda sofro com os horários por causa do trabalho. Ainda assim, sempre consigo encaixar algum atendimento no almoço ou com as donzelas que atravessam a madrugada.

Lívia Prado andava sumida por aqui, mas continua atendendo na Carioca, Marco com ela para o último horário do dia. Como sempre, responde rápido, simpática e objetiva.

Chego ao local, ela avisa que posso subir. A recepção do prédio pede identificação, mas nada complicado. Subo e ela me recebe de calcinha e sutiã vermelhos, com aquele sorriso largo e simpático de sempre. Mal dá tempo de soltar a famosa “você é melhor do que nas fotos”, porque ela já vem me beijando. Ela e perigosa.

Ela faz parecer que aquilo não é apenas um contrato entre cliente e dama da noite. Ela cria uma atmosfera que parece mistura de desejo, ansiedade e vontade genuína pela sua chegada. Ela é perigosa.

Peço para tomar um banho. Ela me entrega uma toalha, e o banheiro tem aqueles clássicos: sabonete, enxaguante bucal e outras coisinhas que mostram cuidado no atendimento. O espaço é uma sala dividida em dois quartos, onde também atende outra menina que não sei quem é.

Quando saio do banho e volto para o quarto, ela já começa a me agarrar. Beija com vontade, provoca, envolve. E não vou ser vaidoso ao ponto de achar que é algo pessoal comigo — seria ridículo. O mérito dela é justamente fazer tudo parecer espontâneo e natural.

Lívia vai descendo entre beijos, se ajoelha e começa a mamar sem pressa. Peço a camisinha porque eu já estava doido. O primeiro round foi rápido, fight de coelho, inevitável naquela situação.
Mas o segundo foi outro nível. Lívia vem para cima com vontade, se esfrega, beija, provoca o tempo inteiro. peguei ela de lado, comi de quatro, em pé… muito gostosa. Ela conversa bem, é tranquila e sabe conduzir o clima sem deixar morrer o assunto.

Não foi minha primeira vez com ela e, sinceramente, nunca saí arrependido. No final, me arrumo, me despeço e volto para a rua. Caminhando pelas sombras da noite no Centro, fico com aquela sensação de ter vencido mais um dia nesse inferno cotidiano antes de voltar para casa.

Ah, ela sempre oferece uma balinha