BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
TD do dia 02/06 com ninguém menos que a querida Lana Flowers.
Após alguns desencontros, reagendamos para um dia e horário possíveis para mim, depois do expediente. Comunicação como sempre muito boa e eficiente. Objetividade aliada a uma ou outra brincadeira no zap.
Chegando no seu impecável apê, nos beijamos bastante e conversamos um pouquinho. Banho tomado, fui para cima dela tal como vim ao mundo, pelado. Por sua vez, Lana permaneceu toda vestida, coisa que adorei porque pude ir despindo-a pouco a pouco à medida que beijava, acariciava, mordia, roçava, enfim percorria com os sentidos aquele corpo maravilhoso da pele lisinha e perfumada.
Fiz então um oral nela que me fez esquecer do mundo, e recebi outro que nem sei... sou maluco no boquete dela, que nos mama como se tivéssemos a rola mais gostosa do planeta.
A essa altura a gata já estava sem o seu estiloso vestido vermelho, ficando apenas com um body também vermelho que estava por baixo e que -- SURPRESA! -- eu havia pedido para ela usar. Este tinha um fecho que abria na ppka e que era o caminho para a felicidade. Meu pau latejava.
Antes de penetrá-la, alguns detalhes merecem destaque aqui: as batidinhas e esfregadas com a piroca que dei na sua cara, ouvindo-a dizer para caprichar pois ia querer dormir com o meu cheiro naquele dia. Frase e ideia enlouquecedoras, não?! Depois foi a punheta que ela bateu para mim com os pés, os quais estavam cobertos por um meião de fino tecido. Sacanagem das boas.
A fricção daquele tecido no meu pau e Lana de body e meias vermelhas me remeteram a um daqueles pornôs vintage franceses, quando aquelas gatas chics, gostosas, elegantes e devassas tais como Karine Gambier, Brigitte Lahaie, France Lomay e companhia limitada reinavam absolutas com seus modelitos, cintas-ligas, lenços no pescoço e meias 7/8. A vontade de comer a PARAENSE só aumentava, pois esta ainda tem um rabão, um dengo e um fogo na xoxota que as francesinhas nunca terão! Kkkkkk
Se antes dessa punheta com os pezinhos a pica já latejava até quase doer, imagina depois! Camisinha posta, entrei na minha loirinha sem sequer tirar o seu body. Foi instintivo. Pior que nunca havia falado para ela que sinto um PUTA tesão em comer mulher parcialmente vestida. De modo que quando eu ia até seus seios, era ou com a língua por baixo do tecido, ou apertando-os, ou simplesmente sentindo-os contra o meu peito enquanto eu metia nela muuuito gostoso, a gente fudendo em ritmos e intensidades diferentes.
A gatinha gemia me enchendo de beijos na boca e no rosto. Falava coisas. Suspirava ofegante, um grudado no outro se cheirando, se beijando, quase se devorando. Na boa, eu não ia sair dali nem debaixo de porrada, a não ser que ela pedisse. Estava então enfiando o pau com vontade na sua ppka linda, até a hora em que Lana Flowers começou a gemer mais forte, rápido e fininho sussurrando no meu ouvido o meu nome civil, e não o apelido, o nick ou outra palavra qualquer...
Aquilo foi demais pra mim, meus amigos. Não aguentei o somatório de toda aquela enxurrada erótica e perguntei se podia gozar quando a vontade viesse, porque ia ser foooda continuar daquele jeito por muito mais tempo. Tendo apenas mais uns gritinhos como resposta, piroquei a loirinha com toda força e quando a porra bateu na porta só anunciei que ia mandar leite, já ouvindo de volta um sonoro "GOZAAA, ME DÁ PAU DURO FILHO DA PUTA, ME COME QUERO LEITE...!!"
Explodi dentro dela no ppmm e sem nenhuma vontade de mudar de posição, porque aquilo estava surreal do jeito que estava. Tipo perfeito mesmo. Fiquei uns bons segundos esporrando e dando as últimas estocadas lá no fundo da bucetinha, espaçando-as pouco a pouco e abafando meus urros mergulhado no seu pescoço cheiroso. Quando voltei, Lana me olhou com seus belos olhos castanhos, riu e me ajudou a tirar o pau de dentro dela segurando cuidadosamente a base da camisinha.
O que foi aquilo?! Estou até agora sem entender, só com a sensação ainda guardada no corpo mesmo.
Bebi um whisky com gelo. O resto do tempo, ficamos ali de papo. Ouvi-la falar um pouco das coisas da sua vida é bom demais, e falar das minhas também, claro. Uma troca. Eu estava com saudades real, apesar de nem fazer tanto tempo assim desde a última vez que havíamos nos visto.
Novo banho tomado, a Srtª Flowers me ofereceu algo para comer que ela havia preparado, um mungunzá -- comida típica nortista à base de milho que eu nunca tinha experimentado e que estava delicioso. Era o último horário do dia, já estava de noitinha... Tive a honra de sair de lá jantado para um último compromisso que me aguardava.
Para não perder o costume, bebi ainda uma cerveja. Após a despedida, parti pisando leve as calçadas do Passeio muito satisfeito e feliz.
"A menina sabe cativar!" -- disse-me um dia o confrade MÍTICO em comentário a um relato meu da Lana. É a mais pura verdade, parceiro. Eu só acrescentaria que isso anda junto com a sensação gostosa de estarmos sempre à vontade ao lado dela, sabendo que ali haverá respeito, atenção, carinho e prazer em cada minuto juntos, às vezes até nos fazendo esquecer de que somos clientes... E por mais que a química e a conexão melhorem a cada encontro, no fundo tudo isso é consequência do seu jeito nota 🔟 de trabalhar.
Fica aqui meu beijo de agradecimento à Lana por sua hospitalidade sem igual. E, é claro, por mais um encontro maravilhoso que fluiu com a simplicidade e a espontaneidade que eu estava querendo naquele dia em particular.
Ela soube me deixar conduzir as coisas sem tirar nem pôr, ficando ali comigo exatamente do jeito que eu precisava.
Mais uma vez, essa é para mim a definição mesma de um excelente atendimento, que só não vou chamar de perfeito para a menina também não ficar muito metida! Rsrsrs
Até a próxima, minha gata maravilhosa.
É sempre um prazer estar contigo aí na Rua das Marrecas, nesse cantinho onde o tubarão fica de bem consigo mesmo e se sente o dono do oceano. ❤️