17 de Junho de 2026 às 01:00
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$140.00

REPETECO

SIM

Este relato é pra colocar em dia alguns encontros antigos que estava devendo. Este é do início do ano, mas ainda vale 100% da experiência que tive com a Baby. Estava devendo um encontro com ela desde a última festa do Arena em novembro de 2025. Foi uma das primeiras que vi ao entrar no evento. Estava sozinha, tímida, mas muito sorridente, um batom vermelho marcando a boca bonita que ela tem. Diante do meu elogio, brincou: é que tenho 52 dentes. São todos lindos, devolvi. É que meu dentista é bom, ela embarcou. Eu só concordei.

Como meus horários são complicados e a agenda dela é devidamente disputada, acabamos demorando um pouco para finalmente marcar. Nos esbarrávamos por aí e ficávamos sempre com provocações mútuas. Da última vez, me deu um ultimato: nem com meu upgrade você vai marcar? Olhei para o decote e respondi que era difícil resistir. Fui pra casa naquela noite com a imagem na cabeça.

Marcamos no Sheik, centro da cidade. Fácil acesso pra ela, molezinha pra mim devido ao contrafluxo. 18:30 da noite e a garagem já estava cheia. Geral metendo, mané!, exclamei ao ver o manobrista que me recebeu e, depois de rir, me orientou sobre onde estacionar. Peguei meu cooler cheio de cervas e fui pro quarto. Na subida pro elevador, mandei foto do apto pra Baby. Ela respondeu avisando que já estava no Uber.

Chegou no horário, pontual. Estava discreta, roupa do trabalho civil, mas muito bonita. Não queria que você me visse desse jeito, comentou. Tá linda!, respondi e depois brinquei: sou chegado numa exePutiva. Passamos da saleta para o quarto e começamos a nos embolar. Senti a química funcionando de imediato. Desde a festa que eu queria colocar minha boca na dela, minha língua nela e meu pau em toda ela. A camisa foi longe. Depois o sutiã. Provei daqueles peitos novos enquanto ela suspirava. A Baby tem um beijo do tipo que eu gosto: intenso, quente e sem pressa. Ela respirava forte enquanto nos agarrávamos. Por mais de uma vez ela me pediu para deixá-la tomar banho e eu a enlaçava de volta. Na quarta ou quinta tentativa permiti que escapasse.

Ela voltou nua, enrolada apenas na toalha que eu arranquei do seu corpo assim que se aproximou. Tirei minha roupa e seguimos de pé até ela me chamar pra cama. Vamos eliminar a diferença das nossas alturas, disse e eu concordei. Continuamos aos beijos, mas eu quis logo provar outras partes do seu corpo. Tudo impecável, mas foi na boceta que eu me acabei. Participativa, ela gemia, afagava meus cabelos e rebolava. Passei um das mãos pelos grandes labios enquanto a chupava e ele me incentivou a penetrá-la com meus dedos, que em certo momento, passaram pro cuzinho.

A Baby teve uma reação muito divertida depois de gozar, enquanto nos acariciávamos. Entrelaçando uma das minhas mãos, suspirou e veio me parabenizar, dizendo que eu era muito bom naquilo. Batemos as mãos, as palmas estalando no ar como dois parceiros de putaria. Tô aí sempre que precisar, brinquei. Vou precisar, ela devolveu.

Quando ela veio me chupar, a coisa ficou séria. Eu já fantasiava que aquele boquete seria um dos pontos altos da foda, mas a Baby sabe o que faz e gosta muito do que faz. O que a boca dela tem de bonita, tem de atrevida. Foi precisa, sensual e irrepreensível. Quando eu começava a me preocupar com o perigo de antecipar o gozo, ela foi assertiva: vem me comer!

Ela quis começar por cima e me mostrou toda sua jovialidade. Sentou, rebolou e quicou, seus cabelos balançando e os seios exibindo o bom trabalho do cirurgião. Depois olhou pra mim e disse que ia sentar de costas. Mas sem tirar de dentro!, avisou. Girou seu corpo no próprio eixo tendo meu pau como encaixe. De costas, sentou e rebolou como se não quisesse outra coisa da vida. Brinquei com seu cuzinho enquanto observava aquele espetáculo de vários angulos possíveis. O espelho no teto foi parceiro na ocasião. No papai-mamãe, ela me pedia pra ir cada vez mais forte. A excitação era tanta que acabei gozando nesta posição.

Pegamos algumas das bebidas que eu tinha levado e a Baby me provocou: que cervejas de fresco são essas? Eu te falei que gostava de Heineken... Quis fazer uma surpresa, expliquei. Tá bom, abre aí e vamos provar. Ela detestou tudo e eu me dei por vencido: ok, eu desisto, tem Heineken também. Bebe que eu detono as outras. Ficamos rindo da situação e, sentados nus na cama, começamos a nos provocar. A mão dela foi parar no meu pau, a minha na boceta dela. Logo começamos a nos pegar novamente. Não quer tomar um banho?, perguntei. Só se você quiser, ela respondeu. Quero é te foder de novo!

Fizemos um sexo sujo, gostoso, o cheiro da putaria impregnado em nossos corpos. Sexo com cheiro de sexo, de gozo e de látex. O boquete dela me colocou em riste depois que chupei uma buceta melada. Pedi que ficasse de quatro e ela quis um segundo parar abrir a bolsa ao lado da cama, retirar um plug anal e me pedir para ajudá-la a inserir. Passei o lubrificante e coloquei devagar. Ela apertou o dispositivo e ele começou a vibrar. Vai, coloca o pau na minha boceta e me come.

As estocadas foram firmes, frenéticas e a vibração do plug funcionou como um adendo. A Baby gemia incessantemente. Tirou o plug, jogou na cama e quis meus dedos dentro dela. Com a ponta do indicador e do dedo médio eu sentia a fina parede que os separava do ir e vir do meu pau. Depois de algum tempo, no limite do tesão, deitei sobre ela e alcancei um gozo muito estonteante.

Poxa, nem comeu meu cuzinho, ela reclamou depois, quando estávamos de carícias na cama para descansar. É, suspirei, não deu tempo, mas você nem gosta, né?, emendei. Eu adoro!, ela se mostrou surpresa. Ué, que estranho, você cobra tão caro, passa a impressão de que não gosta. Ah, eu gosto de dinheiro também! E preciso, né? Justo, eu entendo, mas fica pra próxima. Não vai ter perdão.

No papo, descobri que a Baby é praticamente minha vizinha. Ofereci uma carona e ela aceitou. Fomos conversando, falando bobagem, nos provocando. Estávamos quase partindo pra uma nova putaria no carro quando uma blitz da Lei Seca me pegou de surpresa. Eu que já estou com a carteira em processo de suspensão, entrei em pânico e me desconcentrei. Felizmente, conseguimos passar ilesos e depois rimos da adrenalina do perrengue. Conversamos o restante do caminho, sempre às provocações, já combinando o que faríamos na próxima vez. Chegamos ao destino e nos despedimos com um beijo.

Foi um encontro que demorou pra acontecer, mas valeu a espera. A Baby é uma companhia muito animada e divertida, que além de alto astral, é muito gatinha. Na cama, descobri que ela também arranha. No bom sentido.

Foi Encontro espetacular que eu recomendo fortemente a qualquer confrade. Bonita, gostosa, atrevida e sabe o que faz.