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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
TWISTER
Enfim conheci o nosso doce e amado furacão Babygirl. Há tempos, desde o ano passado, que a musa estava no meu radar graças às suas atuações ousadas relatadas nas crônicas antológicas de vários parceiros daqui do Arena, como a trepada no chefe dentro de um banheiro PCD em um conhecido shopping da zona norte e a mamada em um irmão de armas durante a pilotagem de sua nave pelas vias do multiverso carioca. No meu primeiro conto de 2026 informei ter como foco principal para o ano realizar os duelos no meu cartel que deixei em aberto ao longo desses meus anos nos ringues sexuais por diversos motivos após sugerir ou prometer os mesmos às damas com quem travei o bom combate, com a ressalva de que novidades não estavam descartadas, justamente por haver oponentes com talento fora da curva onde o fight era mais do que uma obrigação, sendo esse o caso da Deusa desse TD que conseguiu alugar um triplex em minha mente por todo o conjunto da obra, fruto de sua persona magnética e talento premium.
Contudo, o fato do seu atendimento só rolar à noite durante a semana ou no super concorrido sábado, onde acreditava precisar marcar com muita antecedência, me fez postergar a investida. Como eu não conseguia tirá-la na cabeça, algo reforçado por cada relato mais picante que saía sobre o seu jogo, fui abrindo brechas na minha agenda para chamá-la no dia que eu estivesse mais bem preparado para um enrosco com a gostosa em questão de logística, tempo e vigor, sendo esse dia o último sextou, onde recebi múltiplos sinais de que era o momento certo para contatá-la: o post dela no Social ser o primeiro a ser visualizado por mim ao entrar no site no dia, com o recado de que estava disponível a partir das 14h, o meu horário favorito. A excelente interação durante o match dos Cards, agendando sem demora para o estádio que ficava ótimo para ambos e que marcou a minha estreia na carreira erótica, o hotel Sheik, era o indício de mais um evento de gala que ficaria marcado na minha história.
Chegando no local, peguei a chave do quarto e quando ia subir, eis que surge no hall de acesso a minha gata da friorenta tarde carioca, a fabulosa Babygirl, me reconhecendo de imediato pela camisa da Seleção da foto de verificação dos novos desafiantes que lhe enviei mais cedo. Ao entrarmos no elevador, veio o boas-vindas da beldade, um beijo envolvente com o prenúncio de que a previsão que eu fiz no zap iria se concretizar. Uma vez dentro do ginásio e após ligarmos luz e câmera, veio a Ação: nós dois fomos tirar a casquinha um do outro em toda sua essência antes da ducha de lei, mas a vontade mútua em sentir o sabor alheio por inteiro nos fez amassar o script e dar o start oficial sem ir ao vestiário, pois ambos estavam com a higiene em dia. Demos um Beijão caloroso na cama, comigo tirando as roupas do jeito que dava enquanto ela fazia o mesmo com o seu traje "civil", calça jeans e blusa escura, lindíssima e elegante.
A beldade realmente bagunçou tanto o juízo deste que vos fala que demorei um bocado a lembrar quem chupou quem primeiro quando iniciei a escrita deste conto, mas a recordação dela iniciando o seu boquete fantástico, lento e dedicado, cuidando do garotão por inteiro enquanto te olha com os seus olhos brilhantes amendoados, D4 na cama comigo inicialmente deitado e depois de pé massageando de leve o seu derrière, bateu forte em minha memória quando acordei no dia seguinte. Com outro Beijão após o bolagato, afirmei convicto ser a minha vez de proporcionar arrepios de prazer, feitos na largada com a degustação dos melões muito bem esculpidos pela fada madrinha do mundo libertino, a artista anônima que turbinou com perfeição a nossa delícia, e na sequência saboreando a sua manga buceta com o miolo proeminente, fazendo a gata gostosa chegar ao orgasmo com a ajuda do dedão fazendo o vem cá durante o vai e vem dentro da toca da perdição. Acreditem, para o meu espanto, a delícia afirmou sorrindo ter muito cara que não curte chupá-la (PQP, esses tinham que apanhar de gato morto até o bichano miar).
E foi com a expressão jovial e alegre na face que Baby meteu a capa na vara e veio na montaria incendiária de frente, variando entre quicadas e sentadas, de pernas abertas e dobradas em um momento e mais fechadas e esticadas em outros, ora com o seu físico esbelto inclinado para trás se apoiando em minhas pernas, ora na vertical com as suas mãos em meu peitoral, no estímulo visual e sensorial de alucinar até um monge tibetano. Curvando-se para frente, a musa trocou Beijões em série comigo, junto dos afagos orais dados por mim em seus mamazões e ao longo de seu pescoço. Me intimando a tomar as rédeas do rodeio, a tarada ficou D4 e mandou socar a perseguida com firmeza, num ritmo moderado e constante do jeito que faria ela gozar novamente sem muito esforço, algo que virou realidade pouco tempo depois. Indo para cima da cama, aumentei bastante a precisão dos golpes, reforçando a eficácia dos mesmos com a masturbada no seu botão com a minha mão, resultando em mais explosões de prazer da dama, um grande espetáculo.
Seguindo essa química em estado puro no clássico ppmm, nossas línguas, cobertas pelo encaixe dos nossos lábios, entraram num embate frenético em meio à madeirada em sua ppk, com o intenso eye-contact presente quando cessava o frenesi oral e a respiração alterada tomava conta de nós. Beijos ao longo de nosso pescoço e rosto e até mesmo mordiscadas dela também tiveram vez, além dos elogios mútuos no ouvido, com esse carrossel de emoções tendo sequência na metida de ladinho, um chamego caliente onde Baby inicialmente comandou o choque dos sexos com os seus movimentos de quadril durante o Beijão cheio de fogo e paixão, comigo tomando a frente logo depois alternando os pegas em sua maravilhosa comissão de frente e a enforcada carinhosa em seu pescoço. Toda essa luxúria nas alturas só podia dar em uma coisa, o nocaute simultâneo dos dois amantes: fui primeiro à lona jorrando o leite fundo na buceta da fogosa e levei a diaba comigo em seguida metendo sem parar até fazê-la gozar.
- Agora sim, podemos ir ao banho! - afirmou a Deusa, concordando em gênero, número e grau com ela
Claro, a ducha foi no melhor estilo Babygirl: o clinch erótico embaixo d'água, nos ensaboando mutuamente em meio aos Beijões trocados e as mãos nada bobas nas partes, digamos, mais interessantes de ambos. Quem precisa de Banheira do Gugu quando se tem uma companhia devassa conosco para realizar tal brincadeira, e em meio a esse jogo molhado aproveitamos o clima de sedução para trocar ideia e conhecer um bocado do carisma, charme e gostosura da parceria dessa tarde invernal. Na volta ao ringue, veio o convite ao prazer da beldade com mais dose de namorada com bastante entrega, devolvida por mim com a iniciativa em chupar outra vez a sua flor, obtendo o néctar pouco depois e compartilhando o mel de sua doce essência feminina em seu paladar (mermão, é outro patamar).
- Vem cá! - afirmou Baby, pedindo pica na boca. Montado em cima dela e incentivado pela mesma, alternei uma espanhola na dianteira turbinada com leve facefuck, metendo e enfiando a rola até a garganta da safada que se deliciava com tudo aquilo, até propor o início efetivo do segundo round quando eu já me posicionava para calçar uma nova luva no garotão. Começamos o novo assalto comigo por cima dela num replay desse esquema na parcial anterior, inebriando a beldade de tesão abraçando-a e beijando-a com gosto junto das estocadas, porém de forma breve, pois precisávamos nos reposicionar na alcova, no que foi a deixa para pegar Baby no colo e comer a diaba dessa forma. Melhor dizendo, tentar fuder, pois a minha cintura dura dessa vez não permitiu a plena execução do ataque, gerando uma desculpa para o repeteco, e para manter a fluidez do combate a delícia ficou D4, tomando a saraivada de pirocadas com a minha apertada em seu pescoço até gozar novamente. Ato contínuo, pus a cachorra de bruços e variei entre o romantismo, colando o meu corpo no dela e aplicando um Beijão caloroso com as mãos dadas, e a putaria plena, arrombando com força a sua buceta prendendo firme as suas mãos nas costas acima da bunda, fazendo-a delirar com essa investida.
Vendo que o gongo estava perto de soar, fomos para o último ato. Baby cavalgou com tudo na montaria invertida, segurando outra vez os seus braços atrás das costas em meio ao pula-pula da jovial vaqueira, com o bate-coxa em intensidade máxima buscando o meu segundo K.O. Contudo, sabendo da predileção da atentada em receber o leite quente na garganta direto da fonte, pus a barra de chocolate em seus lábios para entregar a bebida branca à gata selvagem, porém, sem causa, motivo, razão ou circunstância clara a fonte travou, deixando a safada seca pelo molho e criando uma nova desculpa para o repeteco. Igualmente misterioso foi notar, após a foda, que alguém, sem querer querendo, deixou o telão do ginásio ligado no SBT (WTF?) - e eu achando que "a cobra vai fumar" tava vindo do quarto ao lado!
Na nova resenha trocada, revelando todo o carisma e inteligência da dama, falamos de variados assuntos como a Copa do Mundo e as perspectivas da Seleção para gritar "É Campeão" e duplas que ambos fizeram, instigando-a a pensar numa parceira inédita lhe indicando entre outras a Branca de Neve da Matrix, aquela da recepção Hollywood (quem pegou, pegou), e recebendo de volta intimações para um ménage com a Musa do Verão dos Cachinhos Dourados, para conhecer o seu espaço dos sábados e também para comer o seu bolo. Ficamos abraçados de chamego esperando o transporte da delícia chegar e na saída o Beijão fervoroso de despedida dentro do elevador antes de cada um seguir o seu rumo, relaxados com esse date maravilhoso pós-expediente para fechar a semana em alta classe. Tudo aquilo dito pela confraria sobre a Deusa ratifico aqui: intensa na cama, simpática sem fazer esforço, naturalmente gata, gostosa e deliciosa e bastante espirituosa, tornando a experiência de estar com ela um momento agradável e sem nenhuma dúvida marcante. Os mais de 100 relatos positivados e contando em ritmo acelerado, com o fã-clube aumentando à galope, é a prova incontestável da qualidade dessa beldade.
Em tempos de Copa, diria Luciano do Valle: "Não há palavras para descrever o talento de Babygirl, é de placa, é de placa, é de placa!" - mais do que justo, a gata é realmente fantástica!
