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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Mais uma vez venho dividir com vocês uma aventura que vivi num fim de tarde com a Lana “Laninha” Flowers. E como nós dois transformamos um “se vira nos 30 que virou 3hs”. E de novo, vivi uma noite para tentar responder o que a Lana certa vez me falou: “Entre nós dois, não sei quem é o fósforo e quem é o isqueiro” ...gente, e mesmo depois deste date, ainda sigo sem saber.
Quem acompanha nossos relatos já sabe da nossa saga por duplas inéditas, já vivemos várias. E o planejado para o date era uma dupla inédita, planejada com uma semana de antecedência e que até o dia do enrosco estava confirmado pela menina, mas horas antes foi cancelado pela mesma alegando problemas pessoais de última. E da decepção do cancelamento, pudemos girar 180°, para uma noite que se mostrou tórrida e muito top. E no final do encontro, Ponto G aqui concluiu “Que bom que a outra cancelou....” e querem saber por que? Aí vai.
O plano original seria, “Tardezinha na academia” com Lana & X: ambas estariam de roupinha de academia e eu seria o escravo rsrsrs, digo, o Personal das duas. Também levei uma roupa de ginástica – uso para correr na praia.
Com o evento do cancelamento, Lana me avisa “a menina cancelou, você quer adiar?” Na hora fiquei decepcionado, já tinha um mapa mental para a duas etc.; respondi para a Laninha “me aceitas sozinho?” rindo, e ela devolve um “vou pensar” seguido de um “faço um esforço” de forma maquiavélica e quase sádica.
Agenda mantida, subo e vejo aquela gostosa me recebendo com os beijos ardentes de sempre. Imprensei ela na parede, os beijos e amassos ficaram fortes, e larguei minha mochila no chão, e nos braços dela fiquei. Um look rosinha, duas peças, de sainha e tênis, pronta para malhar. Tesão à primeira vista: o processo de malhação que Lana Gata vem se propondo tem resultados a olhos vistos, pois ela está mais longilínea, perdendo mais peso, tanquinho se definindo, pernas se delineando; E como eu a sarrei na parede, minhas mãos nas coxas dela, por dentro da sainha...
Me levou para o sofá, mais amassos e eu ainda de roupa, lembrei de coisinhas e mimos (chocolates, café e frutos secos) que tinha trazido para o date, os dispus na mesa, abrimos um vinho, algumas fotos, sofá de novo e eu adorando enfiar a mão na saia dela...e fomos ficando, ela se excitando e comecei a ficar ofegante, e nem tinha tirado minha roupa, gravata etc. só estava sem sapatos e estava em cima dela. Quando já ia tirando minha camisa, ela manda essa “huuum strip-tease? Quero, faz para mim?” com uma cara de safada que me incendiou. Resultado, botei a roupa de volta, gravata, paletó.... música sexy rolando, e lá fui eu dançar para ela com a cara mais sedutora que consegui fazer. No começo riu mas, se recostando no sofá, começou a me olhar com cara de desejo, e logo começaria a se tocar na saia e nos peitos, olhando para mim...
Tirei peça por peça, até só ficar de cuecas, roupas pelo chão – ela me pergunta por onde eu andava treinando - até que a coisa pegou fogo: peguei minha gravata, botei no pescoço dela, puxei-a para mim e a engoli num beijo que ela me retribuiu, até que ela se levanta, fica de joelhos no sofá, mão na parede, e eu me atraco nela, puxando pela gravata, ela vira a cara e continua a me beijar. Nesta altura eu a puxava, já tinha mão nos peitos, mão na saia, ela quase de 4 me encoxando a bunda no meu amigão duraço, rebolava muito para me excitar mais, até que peguei meu cinto. A prendi, primeiro pela cintura, depois mãos, puxava ela para mim como se fossem rédeas e a louca me fala “Bate em mim, na bunda”. Porra, eu fui à Marte e voltei, eu a apertava contra mim, cinto batendo naquela bunda maravilhosa, a sainha indo e vindo, mais força, ela gemendo me pedindo mais e mais, eu fungando-a na nuca, me beijando feito louca olhando para trás, e sim, o cinto acabou no pescoço dela com eu a beijando em frenesi total e ela me xingando.... não sei quanto tempo passou, mas as caras de prazer e êxtase dela me consumiram, tanto que a deitei, joguei tudo fora, e com os dedos deslizei o shortinho por debaixo da saia, e comecei a lamber e sugar sua flor que já tinha molhado a lingerie, o shortinho, a saia. Káráy ela estava desidratando de prazer, eu a chupei muito e o primeiro orgasmo veio, me xingando de tarado, de fdp, de viciado na buceta. Ela apertou minha cabeça, unhava minha nuca e lá ficou. E eu sem acreditar no que tínhamos feito. Foi demais.
Tardiamente, fui para o banho, higiene feita, eu ainda impactado com o que havia vivido. Voltei, botei a camisa de ginástica, e vejo um tapetinho na sala. “Deita no chão e veja se meu agachamento é bom” ordena a Rainha Lana. Ajuizado que sou, deitei, ela se vira, passa a perna por sobre mim e comecei a ter uma visão maravilhosa (seria Pará-vilhosa??): ela mexe e remexe ao som de um monte de música, não sei quais tocavam pois eu estava hipnotizado com aquilo, de pau duro, querendo sarrar mas ela fugia.
Me torturou até que me levantei e catei ela, levei para a beira da cama e defronte ao espelho, tirei o seu tênis, beijei aqueles pés gostosos e subindo a língua pelas coxas, começo a dar outro trato na flor paraense. Ela se remexe, me xinga de novo e fala “Quero teu pau”, vira de ponta cabeça e com o pescoço caindo pela cama, me mama se olhando de cabeça para baixo pelo espelho. De certa forma, eu de pé, comecei a comer a boca dela, quase fuder a garganta, até que para não queimar a largada, fomos para um 69 daqueles, eu quase explodindo e não querendo queimar a largada imploro a ela “pega a borracha” , ela me encapa, e vem com o Rosildo...e ela ainda de roupa de ginástica. Botei ela para o frango assado, abaixei o top dela, chupei os peitos feito maluco, shortinho para o lado meti com vontade, ela geme forte , e eu lembro de falar “ cachorra, olha para o espelho, olha eu dentro de você, olha a tua sainha, minha mão” e estoquei forte por um tempo, ela adora a visão , e me fala para subir na cama, ela tira a sainha, monta encima de mim como se fosse uma cavala, me fode forte, joga o top longe, e se remexe....eu em êxtase peço “vou por cima”, ela se deita, eu tiro a borracha e começo uma espanhola naqueles peitos, roçando forte, vai-e-vem, ela puxa o Rosildo, começa a usar ele de novo, logo o gozo começa a vir, ela geme explodindo enquanto eu gozo fartamente nos peitos dela.
Tudo acabado (por momento), deito-me por cima dela e ficamos colados pelo meu leite. Beijos e carícias, e mais a frente banho para nós dois.
Higiene feita, hora do All-In do SPA FLOWERS: menu composto de dois tipos de tapioca, frutos secos, tâmaras, damascos, e vinho descendo, conversa agradabilíssima com a minha favorita, e cada vez mais admirando o foco e determinação da minha Musa Paraense em suas futuras empreitadas (falo para ela: “O Céu é o limite, siga!!”).
Matamos o vinho no sofá mágico, mais conversa, e falamos do que tínhamos vivido ali, naquele canto do sofá. Concluímos que a mão invisível do desejo assumiu o controle dos nossos corpos e fluiu. Nada premeditado, e tudo aconteceu, de forma intensa. E se tivesse rolado a dupla, provavelmente nada disso teria acontecido. Sábio esse tal de destino...
Mais afagos e eu já meio que dava a noite por encerrada, até que a danada fala ao pé do meu ouvido “Vem para cama que vou te fazer gozar de novo, em mim...,” me chamando pelo nome, me beijando com sofreguidão. O vinho já me derrubava, estou em bastante stress no trabalho, achei que nem ia, mas... o que é impossível para Lady Flowers?? Nada. Começou um oral mais que matador, ficou de lado, recostou-se entre minhas pernas e coxas e se utilizando do Rosildo nela mesma; eu já quase que estraçalhava o colchão, ela já subindo nas paredes com o brinquedo, eu urrava, o pau ficou duro, ela me encapa, senta-se por cima, mexe e remexe com se estivesse na academia, sinto minhas coxas molhando. Não deu muito tempo, eu quase surtei, pedi para trocar e gritei “vamos de bruços”. Ela na hora atende, se deita, bota o Rosildo por baixo, nas coxas, e eu vou por trás e a penetro quase de uma só vez , ela geme, eu acelero as estocadas, meto e meto, ela pede mais e fala o “ai caralho, fode essa paraense” e pede para não parar, grita comigo para não parar sinto ela perdendo o controle, larga o vibrador, aperta o colchão e ali gritamos muito, ambos extenuados.
Pode parecer repetitivo, mas de novo foi muito, muito diferente. Na minha visão, não que a personagem não tenha tido espaço, mas a ação nos levou para outro patamar. O sofá foi o “Rei da Noite.”
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Laninha, tá ficando difícil descrever as nossas tardes e noites. Parece que “tudo que eu tirar da minha cartola, você vai comprar”. Hoje foi incrível.
Para encerrar, cheguei à duas conclusões:
1) Continuo sem saber, dentre nós dois, “Quem é o fósforo e quem é o isqueiro” e nem sei se quero saber, só quero viver;
2) Que sorte eu tive da outra menina ter cancelado...ela não sabe o que perdeu (e tomara que esteja com tudo bem com ela)
Gatas do Arena e Confrades, até a próxima. Não vai demorar.