21 de Julho de 2026 às 22:12
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

O porto seguro.

Avarias na perna me fizeram procurar nossa querida Isis. Esta dama traz consigo tanta tranquilidade que mesmo limitações físicas passam despercebidas. Era uma quarta-feira. Nossos hermanos iriam disputar a vaga para a final. Horário certo de sucesso, escolho 1h mas já pensando em uma extensão, vendo que havia uma possível lacuna em sua agenda. Era arriscado naquele instante já assumir um tempo maior. Havia a possibilidade de que minhas limitações gerassem problemas. Mas, vamos ao desafio. Eu precisava de sexo e a paixão indicava como norte a amada Isis.

Chego ao casulo da borboleta, toco a campainha e o som dos saltos altos revela aquela passada ja conhecida, um misto de samba e valsa. A fantasia começa a tomar forma. A porta se abre. O sorriso vem. Beijos e abraços.

Nossa, mas que mão gelada, sussura. Sigo aquela beldade até o quarto. Passos firmes, mesma cadência, agora a música tem consigo a dança. Sentamos já em meio a uma conversa adorável. Ela joga as pernas sobre as minhas, coloca as minhas mãos entre as coxas próximo da maior fonte de calor daquele corpo macio. Os beijos vem, sobe a temperatura em uma fração de segundo.
Ela se levanta a minha frente e tira a parte principal de seu traje. As mãos já aquecidas percorrem a pele de textura impar. Há ainda um resto de tecido que circunda as curvas de sua cintura e contorna as duas bochechas, mas este eu desço ao chão. Sem nem ao menos lembrar que há perigo, puxo Isis para a cama sobre mim. Os beijos são intensos. Ela corresponde cada contato entre as nossas bocas e a troca de energia é amplificada. Quanto mais fervor injeto na ação mais sou retribuído. Ela roça seu corpo sobre o meu. Instiga. Seduz.

Não suporto mais e pego a proteção para que a penetração seja segura. Isis estranha a falta de um sexo oral. Sugiro que deixemos para depois. Mas ela coloca aquele singelo pedaço de latex com sua boca. Habilidade adquirida e preferida desta mulher. Na sequencia ela sobe e começa a metamorfose. De borboleta a amazona. As pequenas variações de cadência e a alternância da amplitude brincam com todos os sensores de prazer. Sinto uma ligeira camada de transpiração em seu corpo. Sugiro assumir os movimentos, até para testar as limitações físicas deste frágil corpo. Ela aproveita para ligar o ar.

Vou me ajeitando da melhor forma possível sobre ela. Aviso que vou aumentar meu apoio sobre seu corpo. Ela aceita. Os movimentos pélvicos acentuam. Aparecem alguns sinais de desconforto meus. Aproveito para variar a amplitude e velocidade dos movimentos. Lembro da calma. A palavra frequentemente usada em encontros anteriores. A calma vira prazer.
A seguir a chama se sobrepõe à calma e os movimentos aceleram novamente.

Vamos de ladinho? Pergunto com resposta positiva. Aqui já não há mais o peso, desaparece meu desconforto. Amplio as sensações de carinho e ternura, associados ao atrito novamente forte entre os nossos órgãos sexuais, agora também deslizando o verso da mão e dos dedos sobre a ternura de seu ventre e dos seus seios.

A catarse impõe uma pausa. As carícias não param. A conversa expande.

Ruídos fortes provenientes da rua indicam o sucesso do time rival de nossos vizinhos latinos. Neste momento descobrimos o final de nosso tempo. Já ciente da janela aberta para mim e que minha condição era boa solicito mais tempo. Sou agraciado com mais um período para aproveitar aquela paixão.

Conversa vai e conversa vem chega a hora do oral. Esta mulher, deitada na cama, me aplica uma série de estímulos que superam a perfeição. Ciente que há incompatibilidade entre meu sêmen e aquela pele angelical em seu rosto, acabo me deitando ao seu lado e peço mais beijos. Assumindo os movimentos anuncio a explosão de prazer. Boa parte da erupção de lava quente atinge seus seios. Ela fica contente. Eu em êxtase. Mas os beijos não param. Selam o momento.

Finalizamos com banhos. Ela primeiro pois havia sido atingida pelo maior volume do meu pequeno etna. Eu na sequencia. A conversa não para. Retornamos ao quarto para ver a situação final do jogo.

E a arte venceu. Assim como para nós. A felicidade vem do modo correto de jogar. Do jeito certo de se movimentar em campo. Mesmo com avarias e limitações. De focar na felicidade e no conforto. Na sabedoria e no prazer. Na experiência e no companheirismo. Na troca e na fusão. Quando 11 viram 1 ou quando 2 viram 1. Indiferente. Houve empatia e paixão e o saldo é positivo.

Fizemos uma foto escultural dela também, mas não foi autorizada. Oque a ela incomoda, a mim lembra a escultura que ali estava.

A descrição da foto: vista de sua lateral direita, ela olhando para esquerda, um canto do sorriso enaltecendo o rosto. O braço direito contorna a lateral direita e se apoia sobre o flanco direito. O seio esquerdo coberto pelo braço esquerdo cuja mão se apoia no ombro direito. Abaixo deste punho o seio direito, digno de uma modelo, sustentado pela natureza, exibindo as mais perfeitas curvas. A perna esquerda dobrada e a direita sobre ela, esticada, formando um lindo contraste. A tatuagem nesta perna emerge da sombra, quase imperceptível. Ao fundo seu abajourzinho criando um fim de tarde artificial, mas não menos sensual. E o cabelo? Suave, exalando o frescor cujo aroma enche a memória deste humilde digitador.

Keep loving.