16 de Agosto de 2026 às 15:25
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Senhoras e senhores,
venho advertir sobre esta substância: vicia rápido, invade o sangue e corrói a alma em silêncio.
Ainda assim, eu recomendo. Eu me perdi nela.

Neste relato, resumo os três encontros com essa garota.

Ela é meiga e cativante. Ao mesmo tempo, sexy e poderosa.
O rosto hipnotiza: traços precisos, olhos que prendem sem esforço, uma boca que promete...

O corpo acompanha a promessa — curvas firmes, pele quente, a cintura estreita contrastando com o volume dos seios e do quadril. Piercings discretos brilham como pontuações em um corpo maravilhoso com seus 1,50m

Quando ela fala, a voz é baixa, quase doce. Cada história que conta me puxa mais para dentro. Eu a escuto e, sem perceber, já estou viciado. Não só no corpo. Nela inteira. No mistério que habita atrás daquele rosto bonito demais para ser real.

O desejo já está instalado antes mesmo do primeiro toque.

Os beijos começam lentos.
O gosto da boca dela se mistura ao meu: um residual adocicado de algo que ela bebeu, sal leve da pele, um sabor que não sei nomear. A língua desliza com pressão macia e quente.

Cada vez que os lábios se separam, busco o cheiro no pescoço dela. Em vez disso, encontro só o calor da pele — e volto para dentro da boca dela com a minha língua, como quem não consegue ficar do lado de fora.

O som é baixo, úmido, quase íntimo demais para ser real. Infinito e, ao mesmo tempo, breve.

Minhas mãos descem pelo corpo.
A pele está lisa, firme, ligeiramente úmida de desejo. Sinto a textura suave do ventre, o metal frio do piercing contrastando com o calor da barriga. Quando alcanço a parte interna das coxas, a temperatura sobe. A pele ali é mais fina, mais sensível. Ela se abre sem pressa.

Então eu a provo de verdade.

O sabor é perfeito, suave, e me deixa embriagado — quanto mais prove, mais quero. A voz dela, fina, suave, mais que feminina, escapa em sons baixos que delatam o prazer que minha língua provoca.

No interior, a umidade é mais quente, mais densa, mais saborosa. O ímpeto cresce. Passo a lamber com fome, com vontade real de devorá-la. Até que ela solta, quase em grito:

— Aí… que boca quente…

Era o meu tesão querendo comer ela inteira.
Os quadris dela respondem em ritmo cadenciado, encontrando o movimento da minha boca. A interação se torna total. Por um instante, estamos quase em um só.

Depois de algum tempo, ela me empurra suavemente para deitar e vem por cima de mim.

Os cabelos lisos, com cachos nas pontas, roçam minha pele e provocam um arrepio imediato, misturado a um leve nervosismo. Com ela ajoelhada sobre mim, volto a encarar seus olhos. A boca entreaberta, mostrando só as bordas dos dentes, me diz sem palavras que estou prestes a ser devorado por um animal selvagem.

Ela lambe e chupa meus peitos. A língua quente passa pelo bico e meu coração dispara. Em seguida desce, lambendo o peito, a barriga, o caminho inteiro até a coxa interna.

Então me engole.

Sua boca fazia meu espírito viajar para um lugar indescritível.

A língua percorria o saco com lentidão, enquanto a boca sugava cada bola na pressão exata — firme o bastante para dar prazer, delicada o bastante para não doer. Aquilo durou quase uma eternidade, despertando sensações novas, profundas.

Quando percebi, a mão dela já envolvia meu pau e a cabeça subia e descia em ritmo hipnótico. Eu gemia. A pressão mudava sem aviso: às vezes lenta e quase carinhosa, outras vezes forte, voraz. Ora chupava só a cabeça, provocando; de repente engolia tudo até a garganta, profunda e quente, mamando cada centímetro possível.

Sempre com leveza e delicadeza, ela fazia um verdadeiro encontro paralelo com meu pau. Namorava-o. Demorava-se nele. Foi tanto tempo que precisei pedir para ela parar — ou eu gozaria ali mesmo.

Eu poderia continuar descrevendo todo o ato sexual mas percebi que apenas um relato é pouco para falar da sophia, devo continuar me encontrando com ela mais algumas vezes, sempre que ela quiser óbvio, e depois relato mais aqui...