25 de Agosto de 2026 às 19:08
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Um belo dia eu salto do metrô, como sempre faço, indo para o trabalho. Entro na lojinha de conveniência da estação e convenientemente eu esbarro – sem querer mesmo, de verdade – numa mulher que está saindo. Eu a encaro... PQP! Diante de mim, Marcela Lessa, vestida como executiva, cabelo ondulado, radiante, belíssima. Ela me abre um sorriso e fala ”Dan! Quanto tempo!”. E se vai, tão apressada quanto eu. Eu viro meu pescoço para olhá-la caminhando, toda linda, toda poderosa. Não sei dizer o que havia de diferente nela, mas que havia algo ali, ah, sim! Ela estava incrivelmente mais bonita. Um frenesi de tesão tomou conta de mim aquele dia inteiro. Eu precisava reencontrá-la. Eu precisava possui-la! (Tá bom, pegá-la emprestada, depois eu devolvo.)

— Lessa! Você estava muito tesuda aquele dia! Você tem compromisso agora?
— Bom dia, safado! Agora eu tenho sim.
— Então vamos marcar para o dia tal, tal hora?
— Perfeito!

Chega o dia.

— Oi, gostosa! Tô pensando direto em tu. Toda executiva, toda gostosa, toda linda.
— Safado gostoso.
— Quer que eu leve algo hoje? Comida? Bebida?
— Eu quero! Quero kibe! Rs
— Com uma coquinha zero?
— Isso!

E lá vou eu catar um kibe com queijo para minha loiraça. Ela me manda mensagem, autorizando a minha subida.

— O outro cliente já saiu. Pode vir. Sala 6969.
— Ei! Eu ainda lembro, tá?

Chego em seu escritório e bato na porta. Ela me recebe, numa lingerie preta, um tubo vazado. Contrariando todas as leis da física, ainda mais linda. Entrego a ela seu lanche e ela me puxa para um beijo.


Entrega do iFode!

— Tá sumido, seu safado! Tá aprontando, né?
— Eu não. Eu sou um cara tranquilo.
— Sei... Até parece.

Tomo minha ducha e volto pelado para o quarto. Lessa sentada na cama, apoiada na parede, seu olhar me perscrutando. Ela se levanta, nos abraçamos e nos beijamos. Um minuto e ela já está pelada também, meu rosto enfiado entre seus peitões. Dois minutos e ela está deitada na cama, minha cara enfiada entre suas pernas.


Vem me dar prazer, seu Vulcano gostoso!

Ah! Que delícia é chupar a ppk de Lessa! Eu me acabo ali, utilizo todo o meu conhecimento. Mas eu cometo um erro crasso: prestes a gozar, Lessa agarra minha cabeça e a afunda em sua ppk e depois me solta; eu interpreto isso como ela tendo gozado e paro. Ela geme, respira fundo e briga comigo.

— Por que você parou de chupar quando eu tava gozando???
— Pensei que você já tivesse gozado e fiquei com medo de você me jogar longe.
— Não, safado!! Eu tava quase lá!
— DES-CUL-PA!
— Me dá essa pica agora!

Lessa troca de lugar comigo, eu deitado, ela entre minhas pernas, me chupando. Meu pau endurece... e amolece!?

— Oxi! Que é que foi? Tá enjoado de mim?
— Não sei, essa porra tem vida própria!
— Pode ficar assim comigo não!

E vem pra cima de mim, me beijando gostoso, minha boca, meus mamilos, meu pescoço. Isso imediatamente me reanima e eu busco a camisinha. Lessa não perde tempo e vem por cima de mim, sentada no meu cacete. Lessa me cavalga e depois me pede que a pegue de quatro.


Agora vem ter prazer, seu Vulcano safado!

Eu a penetro por trás, aquele bundão lindo na minha frente, Lessa se tocando enquanto seguro sua cintura e a fodo. (Com Lessa não há muito espaço para romantismo nessas horas, o treco é frenético!). Ela me xinga ("safado", "gostoso", "me fode", "me come", "assim", "filho da puta").

Rolamos na cama, para o tradicional papai-e-mamãe, minha posição preferida para admirar a parte que julgo a mais bonita da anatomia feminina: seios! E os de Lessa são fantásticos, me enchem de tesão.

Lembrando que eu abortara indevidamente o seu gozo, resolvo me redimir. Saio de dentro de Lessa, aproveito que ela está toda abertinha para mim e mergulho em sua ppk. Desta vez eu a chupo sem medo, determinado. Ela prende minha cabeça com suas mãos para que eu não escape, enfia a cabeça no travesseiro para abafar o som e goza xingando até a minha 5ª geração. E me empurra pra longe, quase pra fora da cama.

Eu me deito ao seu lado e começo a me tocar. Ela me encara, com o sorriso mais safado na cara.

— Vai me dar leitinho na boca, seu safado?

E gozo em sua boca, ela suga tudo de mim. Eu a beijo antes que ela saia correndo para o banheiro.

— Tô quase engolindo, porra! – ela balbucia, com a boca cheia.


Vai dar leitinho na minha boca, seu Vulcano safado?

Gastamos um tempo conversando e botando o papo em dia, nos atualizando sobre nossas últimas aventuras e desventuras. E comemos kibe, esfiha e pastel de nata. Com coquinha zero. E Lessa sentada encostada na parede, do meu lado, linda. Não resisto e ataco mais uma vez sua ppk.

— Tá com a língua afiada, hein?
— Já te conheço de cor e salteado. Teu corpo tá na ponta da língua!

O tempo vai chegando ao fim e nos arrumamos para partir. Fim do expediente para ambos. Nos despedimos e eu saio para o metrô, onde essa história toda começou, fechando o círculo.


Para não me esquecer desses peitos lindos