BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
YOU SHOOK ME ALL NIGHT LONG
Sim, eu sou metódico. Tenho algumas manias. Não gosto de ir para a Zona Sul e tão pouco de espaços confinados. Lembrei dessas coisas subindo os andares num elevador de um prédio em Copacabana. Comecei a rir de mim mesmo.
Dia desses me arrumando para ir trabalhar recebo uma intimação a ir conferir uma marquinha que foi feita naquele Monumento. Daquele em diante não pensei mais em outra coisa a não ser na possibilidade de ir averiguar tal fato.
Lembrei de algumas coisas que tinha que fazer, e também de alguns compromissos que estavam pré agendados para o final de semana. Mas eu não podia manter essa dívida com a sociedade. O Homem-Aranha não faz o que quer, o Batman e o Superman também não. Primeiro é o dever. Sendo assim, com Random não seria diferente, primeiro é o dever de ir analisar de perto a maquinha feita na Musa.

Enfrentando aquela Odisseia para chegar ela manda uma fotinha que serviu de inspiração e animo para concluir a jornada.
Aciono o freio de estacionamento no asfalto do bairro nobre e ponho meus pés sobre ele para marcar meu dez de praxe e sentir a vibe do local. Parei num estabelecimento lá de perto e pedi uma cerveja enquanto eu admirava a ruivinha de farmácia que me atendeu. Da mesma forma que admirei a loirinha do outro bar na vez passada.
Quando adentro seu local e a vejo atrás da porta eu paro por uns segundos olhando pra ela. E com aquela cara de moleca ela me pergunta: “O que foi?”
Larguei em qualquer canto as cervejas que eu havia levado e a beijei.
A Musa estava lindíssima. Maquiada, com batom, cheirosa, com um negócio que parecia um espartilho na parte de cima e uma calcinha de oncinha que se perdia naquele monumento. Gostosíssima!
Naquele chamego todo e papo inicial ela me elogia, diz que eu estava bonito todo arrumado. Comentei que era por causa do clima mais frio e possibilidade de chuva. Até que ela me diz que queria amorzinho naquela noite. E eu acreditei nisso (guarde essa informação).
Comecei a beija-la na cama sussurrando em seus ouvidos: “Só você pra me fazer vir até aqui.” Enquanto vou descendo pelo seu pescoço.
Ela desembrulha seus seios da veste superior e aponta a marquinha para que eu pudesse averiguar a procedência. Analisei com os olhos, com as mãos e com a boca.
Fui descendo pela sua barriga, cintura e pulei para suas coxas. Até que ela se livra da minúscula calcinha e eu começo a chupar sua buceta por uns bons minutos. Eu poderia ficar ali tranquilamente a noite toda...
Uma breve pausa pra eu terminar de tirar as minhas roupas e volto para uma segunda etapa de chupação até ela não aguentar mais e anunciar seu gozo.
É aí que a coisa mudou de cenário.
Lembra do amorzinho?
Eu caí na arapuca da onça!
Ela me joga na cama e vem por cima de mim me beijando todo até chegar no meu pau e começar um boquete delicioso me olhando nos olhos e deixando a baba escorrer pelo pau. Até que ela começa a subir novamente, e com isso meu pau e minhas bolas ficam presas nos seus peitos e ela literalmente começa a me devorar. Sim, forista sem fé! É isso mesmo que você leu.
Foram muitos beijos e mordidas pelo meu pescoço, peito, barriga, costela. E como eu sou sem vergonha nem quis esboçar força pra impedir que a onça terminasse de me devorar.
Totalmente entregue aos seus domínios ela encaixa meu pau na sua buceta e começa a sentar até cansar e então eu vou de baixo pra cima até cansar também.
Trocamos de posição agora de frente vou metendo e falando várias sacanagens pra ela e vice versa até não aguentar mais e encher o látex.
Pausa...
Perguntei a ela sobre o tal amorzinho, ela riu, me pediu desculpas, e disse que foi o tesão. Vai saber se é isso mesmo ou apenas uma demonstração de domínio e poder. (Mas o sexo bom é assim mesmo, não há como negar).
Vários assuntos na mesa, cotidiano, presente, passado, futuro, o papo flui muito bem com ela. É uma menina de ouro.
Eu disse que haviam vários motivos para eu não ir e só um pra eu ir. Acho engraçado como ela me olha quando eu digo essas verdades, mas ela diz que eu gosto de iludir.

Comentei que não gosto de elevadores e espaços confinados. Então ela responde: “Mas da buceta confinada cê gosta né safado!” Caí na gargalhada e tive que concordar.

Papo vai papo vem ela dá uma palhinha de suas danças, seus molejos e requebrados e assim engatamos o outro round.
Comi de frente, de lado e de quatro analisando muito bem aquela marquinha enquanto falávamos várias sacanagens e eu dava uns tapas naquele rabo lindo. Meti até acabar o fôlego e me dar por vencido.
Cronos se impôs sobre nós. Mas mesmo assim continuamos conversando por mais uns bons minutos. Eu já estava arrumado para partir e ainda assim continuávamos de papo. Pra ser sincero eu não queria ir embora, e parecia que ela também não queria que eu fosse. Não me apressou, não me enxotou, não fez menção alguma de coisas desse tipo. Mas ativei o simancol e fui anunciando minha retirada.
Da mesma forma que cheguei, eu saí. Aos beijos!

Quando a porta estava quase se fechando e eu a alguns passos na frente, ela a abre de novo, põe o rosto pra fora e manda em portunhol que eu sou um safado.
Lá embaixo eu também ativo meu portunhol e respondo em áudio pra ela: “Usted que és una safada! Yo soy um santo.”
Resgato o Randomovel e marcha pra Caxias City!
And you shook me all night long
Yeah, you shook me all night long
You got me going and you shook me all night long
You got me shaking and you shook me all night long
Yeah, you shook me