02 de Setembro de 2026 às 10:57
BRUNA REIS
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Cancelaram-me uma reunião às três da tarde. O trânsito na Avenida das Américas derretia sob o sol impiedoso de um dia útil banal, mas a brecha na agenda abriu uma janela de imprevista urgência. Mandei mensagem. A resposta veio rápida, com o peso dos desejos sem culpa.

Bruna Reis. Latina de traços fortes, o contorno exato de uma visão que me remeteu, de estalo, a um fantasma de anos atrás. Tinha o peito firme, arredondado pelo silicone impecável, e uma bunda colossal, daquelas que parecem esculpidas nas ladeiras de Medellín — uma presença carnal, vertiginosa, no limite entre o trágico e o sublime, digna da prosa crua dos quartos escuros.

Fui direto para o Castelo das Princesas do Centro. Logo na entrada, trocamos um super beijo carregado de saudade e, na batida seca da porta, já nos atacamos com urgência. O ar-condicionado estalava na parede do quarto. Para embalar o clima e espantar o silêncio denso, deixei tocar ao fundo uma sequência sertaneja do Gusttavo Lima.

O primeiro ato começou quando a peguei no colo, firme, e a joguei na cama. Iniciei com um sexo oral voraz; ajoelhei-me e me entreguei àquela carne quente, mas a impaciência dela falou mais alto. Ela puxou meus cabelos e pediu, quase uma ordem, que queria gozar fudendo. Foi prontamente e altamente atendida. Protegidos pela camisinha, garantindo o sexo seguro, fomos da posição do cavalo à entrega total de costas, explorando a simetria voluptuosa de seu corpo contra os lençóis. Na violência daquele contato, ambos atingimos o clímax juntos, em uma explosão simultânea em que gozei todo o leite diretamente na borracha. Naquele instante, lembrei-me de Memória de Minhas Putas Tristes: a carne viva parecia a única barreira contra a velhice e a solidão do mundo.

Terminada a primeira tempestade, o silêncio baixou por um segundo, quebrado apenas pela música ao fundo. Olhei para ela, ajeitando o cabelo escuro sobre o travesseiro, os olhos acesos.

— Boa tarde, senhora?! — disse eu, ajustando o tom de uma cortesia debochada.

Ela soltou uma risada curta, ajeitou a curvatura do quadril e respondeu no ato:

— Agora sim, chegou realmente o Embaixador!

Voltamos ao ataque com a fúria dos desesperados, migrando para o pequeno sofá do quarto, onde fizemos um belo sexo, sempre mantendo a proteção da camisinha. Ali, exploramos outras posições sexuais, ritmadas e cadenciadas pelo encaixe perfeito dos nossos corpos. Bruna me puxava pelo colarinho, alternando beijos molhados com insultos sussurrados ao pé do ouvido. Em dado momento, com a mão suspensa no ar, quase me acertou a cara com a palma aberta, o rosto vermelho de fúria e prazer:

— Tu é mesmo um belo canalha! — disparou, os olhos faiscando.

Rimos juntos, um riso cúmplice de quem conhece as miudezas e as sujeiras do desejo humano. Na conclusão desse segundo ato, retirei o preservativo e jorrei todo o esperma diretamente em sua boca, e ela se levantou sem demora, correndo para o banheiro para cuspir e se limpar.

O relógio na cabeceira corria implacável: a hora cobrava seu preço, e logo a vida real estaria nos esperando na calçada. Mas, antes mesmo de fechar a porta e encarar novamente o barulho da cidade, as mensagens na tela do celular já articulavam o inevitável — os ponteiros mal tinham assentado e nós já estávamos alinhando os detalhes do próximo encontro.

Abraços,
GL