BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
E ela veio me resgatar. Na verdade, descobri um pouco antes do encontro que eu também cumpri esse papel no dia dela. Tirá-la de casa, fazê-la desligar de alguém momentaneamente. É, a coisa bateu perfeitamente.
Combinei almoçarmos juntos antes. Já era meio tarde, achei que o lugar que eu havia escolhido estaria mais vazio...que nada. Hoje estava lotado. Eu a vejo do outro lado da rua. “Puts, você é alta, me ferrei” , mandei no zap. Entrei, peguei a comida e subi. Ela vem logo em seguida, deixa a bolsa na mesa, ainda me pergunta se não era perigoso pra mim em um lugar tão cheio....desceu, voltou com um prato light. Aliás, vamos ao que interessa. Ela tem os ombros largos, o corpo bem definido, mas não chega a ser aquela coisa exagerada, ” masculinizada” ao extremo. Ela deve ter uns 1.73. Um pouquinho mais alta que eu. Usava uma blusa que ela estava estreando e uma bermuda jeans. O calor motivou o look e , de fato, hoje foi quente.
Depois do almoço fomos para o cafofo emprestado por uma amiga, a quase 2 km do restaurante. Uma kitnet em uma rua bem simpática, com vários gatos deitados na calçada.
Começamos aos beijos. Eu a puxei para a cama, continuei a beijando e perguntei se estava tudo bem, se meu peso a incomodava. Ela disse que não e eu continuei até pedir para provar o que tanto queria. Fui descendo pelo corpo dela, chupei os seios , beijei a barriga até encontrar aquele grelo simpático, visível, como se quisesse esfregar na cara da sociedade o quanto deve ser explorado. E foi o que eu literalmente fiz.
Voltamos para os beijos e pedi a camisinha. O cu foi o primeiro ato. Depois trocamos de camisinha e fomos para o ppmm. Eu a explorei de muitas formas da mesma forma que a permiti. Quando percebemos, estávamos falando grego e nos entendendo perfeitamente. E numa dessas trocas de posições e camisinhas, gozamos juntos.
Aí que vem o grande problema. O banho. Cadê a água? Acabou. E liga pra dona da casa, mexe no registro....optamos pelo lenço umedecido. Ela ajeitou o cafofo, acertamos o pagamento e saímos. Ela me ofereceu carona e eu disse que ia a pé. Ainda ficamos conversando na rua, olhando os gatos, eu beijando o rosto dela...ela entra no carro e continuamos juntos, conversando, descendo a ladeira. Aí ela olha para a calçada e vê um gato com uma vasilha de margarina presa na cara, tentando se livrar dela. Quando eu vou tentar ajudar, o gato consegue sair. Rimos muito do coitado.
Continuamos descendo a rua, falo do bar da esquina que tem a parede cheia de tampinhas. Paramos lá para olhar. Estranho isso de acompanhar alguém do lado de fora do carro...Ela ainda me olha e vê batom no meu rosto, fala para eu enfiar a cabeça no carro e pega um lenço para me limpar. E em seguida ela vai embora e eu volto a pé para casa pensando no que acontecera. Uma conexão daquelas, um grande encontro. Repeteco certo.
“É só hoje e isso passa/ Só me deixe aqui quieto isso passa/Amanhã é um outro dia, não é?”
Valeu Bella. Até breve!!!