BEIJO
NãO SEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
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REPETECO
TALVEZ
Procurando uma vítima , perbulando pelo centro , bares e boates , Lapa , mas a minha mente e meu sub consciente me levam ao abatedouro. Lugar onde as vítimas circulam nuas pelas ruas e posso escolher carne fresca como se estivesse em um açougue . A vítima escolhida é uma menina baixinha , estava só de calcinha. Pele morena , seios a mostra . Eu faço a abordagem , logo chegamos a um acordo e ela me conduz até a sua alcova. Logo começamos a nos despir , a ponho no colo para segurar seus seios firmes e pontudos. No começo ela parecia meio inibida , mas logo se solta e mostra estar gostando da tortura . Ela geme baixinho no meu ouvido , me abraça , enquanto mordo seu pescoço , seus seios , sinto o cheiro da carne fresca e do seu sangue jovem. e me delicio com o banquete.
Ela sorri sobe em cima de mim , e começo a penetra lá , chupando seus seios , ela rebolando em cima de mim , passo cuspe em um dos dedos e enfio em seu outro orifício , ela tenta tirar a minha mão , seguro suas duas mãos pra trás e digo para não me interromper e dou lhe um tapa .
O ritmo aumenta , vejo seu rosto ficando corado e sua cavidade escorrendo por cima de mim. Até que peço para ela ajoelhar se , e descarrego toda minha ânsia e fome por pecado em seu rosto e seus seios.
Ela me olha nos olhos e sorri , com um ar de satisfaçao , não era minha intenção agrada la , mas acabou sendo um colateral .
Submissa , gentil e obediente , assim que gosto das minhas presas .
Saindo da taberna reconheço outras criaturas da noite pelos corredores , aquele ambiente cheira a carnificina . Sexo , urina , tabaco e pecado.
Mais uma vez rejuvenesço através do sangue jovem, sacio minha fome e me torno a criatura desprezível e sem alma.
Minha presa quente e ensanguentada sustenta minha vida mais um dia .
A mais velha das almas, deixada pra trás depois da vida .
Antes da morte eu era tudo menos humano.
Banhado no sangue, intoxicado de sua droga, isso esquenta minha alma fria .
Retorno a cova pútrida para descansar no silêncio junto ao cheiro dos mortos.