12 de Setembro de 2026 às 16:19
CAROLAINE
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Sábado a princesa do castelo resolveu fazer hora extra e eu obviamente não podia perder a oportunidade, posso dizer que foi um encontro que ainda estou tentando colocar em palavras.

E talvez seja curioso dizer isso sobre alguém que já conheço há tanto tempo.

Não era um primeiro encontro. A gente já tem histórias, lembranças, intimidades e uma familiaridade que só existe depois de tantos momentos juntos. Eu já conheço o jeito dela, o sorriso, a voz, algumas manias e aquele jeito que ela tem de me provocar sem precisar fazer muito.

Mas hoje teve alguma coisa diferente.

Desde o momento em que ela me recebeu, aliás, eu já estava completamente perdido.

Ela estava exatamente do jeito que eu mais gosto de vê-la e, para mim, da maneira mais sexy possível: com um baby doll simplesmente arrasador. É impressionante como tudo cai bem nela. Parece que qualquer roupa consegue deixá-la ainda mais bonita, mas aquele baby doll tinha alguma coisa diferente. Ela ficava extremamente provocante sem precisar fazer absolutamente nada. E acho que ela nem imagina o quanto consegue ser provocante assim. Ou talvez imagine.😂

Mas o que existe em relação a ela vai muito além da atração. Admiro a mulher que ela é, a personalidade e até algumas características que talvez ela nem perceba que eu reparo. E acho que essa admiração também faz parte do desejo. Porque é diferente desejar alguém que simplesmente nos atrai e desejar alguém por quem sentimos admiração. Quando as duas coisas se encontram, a intensidade acaba sendo outra. Mas antes de qualquer coisa acontecer, nós conversamos. Com ela, o assunto simplesmente não acaba. Uma coisa puxa outra, uma história leva a outra, uma brincadeira vira uma risada e, quando a gente percebe, já passou um tempão. Até que, em algum momento, ficamos em silêncio. Só que não era aquele silêncio desconfortável de quem ficou sem assunto. Muito pelo contrário. Nós ainda tínhamos assunto. Ainda tínhamos tempo. Poderíamos continuar conversando por horas. Mas já não dava mais para segurar. Era um silêncio diferente. Cheio de olhares, de proximidade, de expectativa. Aquele silêncio que vem antes do desejo. A gente não ficou quieto porque não tinha mais o que dizer. Ficou porque, apesar de termos tempo, naquele momento simplesmente não dava mais para adiar.

E então veio o beijo.

O beijo dela.

Lento, suave, sem pressa.

E talvez tenha sido justamente isso que me pegou. Não havia necessidade de correr. Era como se os dois soubessem exatamente o que queriam e simplesmente estivessem aproveitando aquele momento. Quanto mais o beijo acontecia, mais difícil ficava querer me afastar.

Até que eu disse que estava com saudades de uma coisa. Ela obviamente sabia do que eu estava falando. Nem precisei explicar. Era uma saudade que não se resolvia com conversa, nem com um simples beijo. Eu precisava senti-la de perto novamente. Aquele momento em que o desejo deixa de ser apenas vontade e vira presença, entrega e descoberta. E, naquele instante, eu precisava prová-la novamente — do meu jeito, com calma, atenção e todo aquele desejo que já estava difícil de esconder. Ela entendeu perfeitamente. E o restante aconteceu naturalmente.

O sexo foi intenso, envolvente e, ao mesmo tempo, muito natural. A proximidade, os olhares, a entrega, aquela sensação de estar completamente presente naquele momento. E acho que o que torna tudo ainda melhor é justamente existir tanta coisa além do sexo.

Depois veio a parte dos presentes.

Confesso que talvez eu tenha exagerado um pouco. 😂

Mas eu gosto de acostumar a Carolaine mal, no bom sentido.

Gosto de provocá-la antes. Fazer ela saber que vai ganhar alguma coisa, deixar uma expectativa no ar, fazer um pouco de suspense e esperar para ver a reação.

Só que existe um problema.

Quando ela finalmente recebe o presente e aparece aquele sorriso travesso, eu me desmonto na hora.

É impressionante.

Eu começo querendo provocá-la e, em poucos segundos, sou eu quem fica completamente sem defesa.

Aquele sorriso dela tem esse efeito.

E talvez seja justamente por isso que eu goste tanto de fazer essas coisas. Porque eu gosto de vê-la feliz. Gosto de saber que ela gostou, de perceber aquela expressão no rosto dela e de pensar que, de alguma maneira, consegui tornar o momento um pouco mais especial.

No fim, acho que existe uma ironia nisso tudo.

Eu gosto de mimá-la.

Mas quem acaba sendo mimado sou eu, toda vez que ganho aquele sorriso de volta.

Hoje teve um pouco de tudo. Teve desejo, intimidade, sexo e aquele baby doll que me deixou completamente sem defesa assim como seu sorriso travesso.

E teve, acima de tudo, aquela sensação boa de estar diante de uma mulher que você sente desejo, admira e gosta de ter por perto.

Talvez seja isso que torne a Carolaine tão especial para mim. Ela consegue despertar coisas diferentes ao mesmo tempo. Eu posso estar admirando quem ela é enquanto penso no quanto ela está sexy. Posso estar rindo de uma provocação dela e, segundos depois, completamente envolvido por um beijo. Posso querer mimá-la e acabar sendo eu o desarmado por aquele sorriso. E acho que essa mistura é difícil de encontrar.

Hoje foi mais um capítulo da nossa história.

Mas um daqueles que deixam vontade de continuar escrevendo.

Porque ainda teremos muitos e muitos encontros.

Muitas conversas que vão começar sem pretensão e terminar horas depois.

Muitas provocações.

Muitos presentes.

Muitos daqueles sorrisos que me desmontam.

Muitos beijos — alguns lentos e suaves como o de hoje, outros provavelmente bem menos comportados. 😂

E muitas novas histórias para acrescentar às que já temos.

E talvez seja essa a melhor parte de tudo: eu já conheço bastante da Carolaine, mas ainda admiro a mulher que continuo descobrindo a cada encontro. E, sinceramente, espero que isso continue por muito, muito tempo.