14 de Setembro de 2026 às 14:21
CAROLAINE
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BEIJO

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A Princesa e o Castelo do Pecado

Eles acham que sabem quem eu sou. Tudo que sabem é que amo matar. Rosto para baixo, morta no chão. Me achem antes que outra seja encontrada.
De tanto andar pela escuridão e becos sombrios do Centro do RJ, resolvo ir conhecer uma princesa. Contraste interessante, a bela e a fera.
O anjo mórbido sucumbe à curiosidade e fama que a precede.
Confesso que estava um pouco nervoso, pois, depois de ler tantas histórias, criei muita expectativa.
Chego no castelo das princesas, entro no elevador, que parece demorar uma eternidade, até mesmo para uma criatura que já viveu mais de mil anos. Quando chego na porta e toco a campainha, ela abre e me surpreende com um sorriso de quem já aguardava pelo momento, pele branca como a neve, cabelos longos e loiros. Ela me olhou nos olhos e não desvia o olhar, não um olhar de presa, mas um olhar de ave de rapina, o mesmo olhar de Griffith quando se tornou um dos anjos da mão de Deus. Admito que, à primeira vista, foi um pouco intimidador, a princesa é a Rainha dos Condenados.
Condenados pela sua beleza paralisante, pelo sorriso doce de uma menina, que esconde uma fera faminta por luxúria.
Admiro sua beleza, realmente uma princesa.
Duas coisas passaram pela minha cabeça: 1 - Superou minhas expectativas.
2 - Somente uma hora vai ser pouca para desfrutar de um banquete tão saboroso , carne fresca e sangue nobre.
Nós deitamos, a beijo, e ela vai se despindo enquanto nossos corpos se entrelaçam.
Quando ela já está completamente nua, reparo no seu corpo, e toda rosinha, dos mamilos até a parte debaixo.
Fico inebriado com seus beijos e seus sussurros, como marinheiro à deriva ouvindo o canto de uma sereia.
Deito por cima dela, beijo seu pescoço, sinto aquele perfume inebriante, ela se arrepia. Chupo seus seios e vou descendo em direção da parte mais sensível e úmida. Até lá ela é cheirosa, me delicio passando a língua e sugando aquele grelo rosa enquanto ela molha minha cara e eu me esbaldo como se fosse um animal faminto nas entranhas da presa abatida.
Em nenhum momento ela desvia o rosto ou o olhar, contempla tudo e se diverte com carnificina e o frenesi alimentar.
Então, finalmente, eu a penetro, no começo devagar e suave, pra não espantar a minha vítima. Com o tempo, o ritmo vai aumentando e peço para ficar na posição de submissão, de quatro.
Encaixo devagar, dou aquela puxada no cabelo pra dar aquela corrigida em sua postura, ela empina ainda mais. Dou um tapa em sua bunda, enquanto ela diz palavras chulas e safadezas para me provocar.
Então, após algum tempo, mudamos. Peço para sentar de frente, enquanto admiro toda sua beleza, sua desfaçatez e indecência.
Quando estou próximo do ápice, ela tira a camisinha, chupa minhas bolas e me deleito. Que boca gostosa, coisa de te deixar todo arrepiado e travado na cama, só deixando acontecer e fluir.
No final, ela ainda te contempla e sorri satisfeita.
Tempo acabou que eu nem percebi. Saio do quarto da princesa ainda pensando no que tinha acabado de acontecer, se estava sonhando.
Nunca tinha mordido o pescoço de uma princesa. O sangue nobre, a etiqueta da dama, o castelo, sua pele clara e seu sorriso degenerado, depravado.
Cada minuto dentro daquele ambiente te faz pensar em pecado.
Fujo do local, com receio dos guardas do castelo avistarem movimentação no quarto da princesa, com sangue doce ainda nos lábios, e com seu sorriso e seu corpo nu na minha memória.
A princesa não estava a espera do príncipe encantado , e sim de uma fera faminta que a fizesse se sentir viva.
Caí no canto da sereia , e o chapeuzinho vermelho que comeu o lobo mau !