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BEIJO
SIM - NãO GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Estava atrás dessa capa de revista há um bom tempo. Quando soube que estaria aqui no Rio, aproveitei e marquei para o sábado, às 15h em seu local: Hotel Transamérica, na Barra. Contato tranquilo via WhatsApp (ela mandou áudios explicando).
Já no local, o sistema de identificação da recepção estava fora do ar. Então tive que mandar outra mensagem para a dama me buscar no térreo. Já no elevador, a safada ficou esfregando aquele bundão no meu pau, que logo deu sinal de vida. Tomei meu banho e fui para a cama, com ela me esperando só de lingerie branca...
O Show.
Conversamos um pouco e fui para o beijo, e aí veio uma decepção: ela só deu selinhos. Logo depois ela ficou de quatro na cama e me puxou pela rola, literalmente. Aplicou um senhor oral: babado e na pressão certa, frequentemente me olhando e sorrindo. A deitei, retirei a lingerie e fui degustar aquele corpo: chupei muito aqueles peitões e caí de boca naquele grelo GG que ela tem. A Isadora me deitou e partiu para mais um oral: desta vez bateu e esfregou muito com o membro na cara, enquanto me encarava e falava umas sacanagens bacanas.
Baqueta vestida, ela pediu que a comesse de quatro. Puta que pariu! Que visão daquela puta de quatro, tomando rola, me encarando com raiva e falando putarias. Não durei muito e leitei forte na borracha. A cachorra continuou me encarando e fazendo uma sessão de pompoarismo com a pica toda sensível lá dentro. Puta que pariu novamente!
Fizemos nossas higienes e conversamos um pouco até a Isadora ficar me punhetando e perguntando se teria um segundo round. Disse que se chupasse que nem no primeiro rolaria. Ela caiu de boca e conseguiu chupar melhor do que antes: chegava a fazer aquele estalo com a boca, quando se mama na pressão certa. Rapidamente o membro ficou duro que nem rocha.
Membro vestido, voltei a comê-la de quatro, desta vez com raiva. Depois de um tempo pedi pra ficar de bruços e continuei metendo com ira. Em seguida a dama pediu para comê-la de ladinho. Ficamos um bom tempo nesta posição (e ela sempre me encarando e falando umas sacanagens maneiras) até pedir o cuzinho. Ela abriu um largo sorriso e pegou o gel que estava na cama. Pau e cu lubrificados, ela pediu pra começar bem devagar. Após o sinal, soquei firme naquele cuzinho, e a cachorra descambou em me xingar e puxar meus cabelos. Depois de um tempo, retirei a camisinha e enchi aqueles peitões siliconados de porra.
Banho tomado, me vesti, deixei o cachê no sofá e fui guiado pela Isadora até a porta. Recebi um selinho de despedida e um forte abraço.
O Palco.
Foi em seu apartamento, no Hotel Transamérica, na Barra (para quem usa transporte público, fica uns 5 minutos andando da estação Riviera do BRT). Quarto muito limpo e organizado, com ar gelando e banheiro com inúmeros itens de higiene pessoal. Precisa se identificar na recepção, mas como o sistema estava fora do ar, não precisei dar o meu nome ou ID (apenas mandei uma mensagem para a dama anunciando minha chegada).
A Cantora.
Em torno de 1,70cm. Loira, com cabelos lisos na altura da lombar (apliques). Aparenta ter uns 32 anos. Típico perfil de panicat: seios grandes e siliconados; bunda grande e definida; coxas grossas; barriga chapada; bronze de praia. Grelo GG cheiroso e gostoso de se chupar. Segundo a dama, é completa e sem frescuras, mas se limitou a selinhos quando tentei beijá-la. Cuzinho apertado, gostoso de meter e bem limpinho, se é que me entendem.
Resumo.
Para quem tem fetiche em comer uma capa de revista, é um prato cheio: gostosa, safada e fode com vontade. Faz o estilo putona: fode frequentemente encarando e falando putarias na medida certa. Não regulou o tempo. Para quem não tem esse fetiche, não recomendo, por conta da relação custo x prestação do serviço (em comparação com outras GPs que cobram o mesmo). Não recomendo também para quem curte estilo namoradinha, por conta dos selinhos que recebi durante as investidas. Avalio o TD como positivo (pelo que foi descrito anteriormente) e talvez eu repita, mas em um futuro não muito próximo.