BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Caminhando pela noturna e chuvosa Rua do Acre, embiquei pela Rua Leandro Martins até alcançar o número 5. Entrei. A casa possui um elenco irregular, com algumas boas opções no cardápio flutuante. Fiquei observando o movimento me mantendo numa posição discreta e estratégica, foi quando ela se aproximou... Há dez anos que eu não a via, fazia dez anos que eu a comi pela última vez. Mariana foi uma mulata de alterar nossa respiração, de provocar as marés mais altas dos nossos instintos. Possuía um corpo perfeito, seios pequenos e firmes, uma bunda saborosa com dimensões de manchete de jornal sensacionalista. Praticava anal com gosto e maestria. Quando chegou perto, não a reconheci e tentei me desviar do contato. Ela insistiu e acabei lembrando-me de quem era. Infelizmente, o tempo foi perverso e a mulata colossal de outrora se transformou na gordinha veterana do cabaré.
Sentamo-nos à beira de uma das mesas disponíveis e conversamos. Ainda é simpática e de alguma forma inexplicável continua gostosa. Ganhou uma protuberância abdominal elevada, os cabelos estão maltratados, o rosto sofreu a erosão dos anos, mas a bunda ganhou contornos épicos com a concentrada colônia de células adiposas. Sim, agora o que se vê e sente são duas nádegas volumosas e duras, de um lado a Ilíada e do outro a Odisseia. Penetrar entre aquele vale, que guarda a lendária experiência de um cu e de uma boceta que já foram ícones das pistas, caberia em mais um livro de Homero.
Após algumas carícias e muitas provocações, decidi subir com Mariana para o andar das masmorras. A mulher continua gostosa, entre beijos e chupadas frenéticas ela se entrega como poucas. Engordou o corpo e o fogo. Quando ela fica de quatro, aquele voluptuoso rabo épico se transforma numa missão heroica para qualquer degenerado. E foi assim que a comi, da mesma maneira que comi tantas vezes no passado, com ela empinada e gemendo a cada estocada do pênis. Nocaute...
Concluímos nossa despedida e fiquei de retornar. Na rua, a chuva fina insistia em dar à noite fria um tom noir. A fome ancestral estava temporariamente saciada. Entro no metrô e percebo a sombra da luxúria numa menina jovem, vestida de saia curta e top justo num dia de temperaturas geladas. A aventura continua...