BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A cada novo andar alçado, nos deparamos com um rascunho de boate no melhor estilo inferninho. As mulheres que nos abordam parecem ter sede do sêmen que vale dinheiro. Comportam-se como predadoras ansiosas por nos capturar. As alcovas são precaríssimas, tumbas para as quais elas nos arrastam e nos arrancam o gozo. Tudo parece oscilar entre o irreal e o real, sonho e pesadelo, ficamos enredados naquele labirinto de escadas e músicas de jukebox.
Já no primeiro andar, uma mulata robusta e abusada aproximou-se de mim como quem fosse lançar os caninos contra a minha jugular.
– Vamos fazer amorzinho? Um sexo gostoso? – Joga a mulata.
– Ainda estou olhando, querida – Respondo.
– Vem olhar meu cu, vamos lá pra dentro pra você olhar meu cu... – Ela me devolve rangendo os dentes e manifestando uma agressiva obsessão anal.
Por cautela, preferi me afastar e subir mais um lance das escadas.
No segundo andar, observo fêmeas interessantes, algumas com seios amostras e a selvageria me pareceu mais contida. Pedi uma cerveja e fiquei acomodado no balcão que serve como bar. Foi quando vi uma morena clara, bunduda, de longos cabelos rastafari e de sorriso bonito. Ela estava a tiracolo de um coroa, então resolvi esperar. Nesse meio tempo, detectei uma loira de corpo graúdo, gostosa, mas mantive minha intenção de esperar a morena. Após uns 10 minutos, ela se desvencilhou do coroa, e veio em minha direção. Perguntou meu nome e contou o caso com o senhor de quem havia acabado de se despedir.
– Aquele coroa disse que quer ficar comigo, que quer me ajudar e perguntou se eu deixaria. Eu respondi que sim e ele disse que ia começar a me ajudar aqui mesmo. Puxou uma nota enrolada do bolso e botou na minha mão, pedindo que eu só olhasse depois que ele saísse. Quando eu abri a mão, ele tinha deixado 2 reais. Um filho da puta. Dois reais nem mendigo aceita.
Espirituosa, riu do ocorrido. Gostei da menina e marquei meia hora num daqueles sarcófagos que chamavam de cabine. Usa o nome de Ísis. No quarto, foi uma excelente surpresa. Beijos na boca, boquete sem capa, profundo e lubrificado na saliva. Ofereceu anal. Gozei comendo-a de quatro, ela gemendo gostoso e pedindo tapas nas nádegas bem nutridas. Fui feliz por 85 reais.
Desci as escadas em direção ao mundo exterior, a claridade do final de tarde ofuscou minha visão. As vampiras haviam ficado para trás, o relojoeiro na porta tinha aspecto enigmático, como se guardasse na sua fachada um dos grandes mistérios do universo. Caminhei sem pressa até a Gonçalves Dias e parei para um lanche na reluzente Confeitaria Colombo. Ao primeiro gole do café, um pensamento se desprende de mim junto com o aroma da bebida: a vida é boa...