Hoje venho compartilhar uma história que é engraçada e triste ao mesmo tempo, e não vale a pena ficar só na minha memória
Estava eu em um sábado, trabalhando pela área do Méier, dia nublado, saco cheio e dinheiro no bolso: A combinação perfeita para uma escapada num dos privês da região.
Quem já leu meus relatos, sabe que sou "consumidor" na região do Méier, e tenho lá minhas preferências com alguns contatos salvos no celular.
A escolhida da vez foi a Bruna massagista, já que eu queria o combo "relaxar e gozar" e não queria somente a sacanagem.
Após o contato telefônico, Bruna me passou que estava em um compromisso longe e que não poderia me atender, mas passou o anúncio e o contato de uma colega que estava lá sozinha e que tinha um valor similar. Perguntei se fazia massagem, e ela me deu a afirmativa, então resolvi arriscar.
Chegando lá, tive uma grande surpresa: Eu, como profissional de saúde, nunca deixo de "avaliar" as pessoas, mesmo quando não estou "de jaleco". O que faz com que o tempo inteiro você esteja formulando diagnósticos e hipóteses na cabeça. Salva essa informação que ela é importante.
Quando a perva abriu a porta, não notei nada, apenas uma marcha mais lenta para andar. Porém, a coisa mudou de figura quando ela veio me entregar a toalha para o banho: ELA ERA HEMIPARÉTICA! Padrão clássico: Marcha ceifante e membro superior retraído. Ou seja, a moça que me atenderia, teve, em algum momento da vida o famoso "derrame".
Não sei como vocês reagiriam nessa situação, mas eu fiquei muito sem graça, principalmente por atender pacientes assim com uma certa frequência.
Como eu já estava lá, não poderia refugar, já que tinha até feito o pagamento adiantado. Porém, murchei na hora kkkkkkkk
Enfim, fomos para a cabine, subi na maca e pedi uma massagem simples com finalização lingam. Tentei vazar o mais rápido possível e me senti um tanto estranho por estar naquela situação com uma PCD.

