GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
A reportagem especial deste domingo, no Fantástico, vai denunciar uma rede de prostituição de luxo que você nunca viu nada parecido. Mulheres brasileiras eram levadas para fazer programas sexuais em Angola. Segundo as investigações, o principal cliente era um general, um dos homens mais poderosos da África. Ele chegava a oferecer US$ 100 mil por um programa. Veja na reportagem de Walter Nunes e Ernesto Paglia.
O Aeroporto Internacional de São Paulo é passagem frequente de muitos famosos. Artistas, celebridades, gente que viaja a trabalho para decolar nos palcos do Brasil e do mundo.
Agora, uma investigação da Polícia Federal revela que, durante os últimos sete anos, Guarulhos funcionou também como ponto de partida de uma ponte aérea da prostituição, que ligava Brasil e África.
Brasileiras - algumas, rostos conhecidos de programas de TV - embarcavam pelo menos duas vezes por mês com destino a Angola ou à África do Sul. Em certos casos, essas expedições incluíam Portugal.
Entre os envolvidos, não havia segredo. O objetivo das excursões era abertamente sexual.
Fantástico: Essas mulheres sabiam que iam para lá para se prostituir?
Stella Fátima Scampini, procuradora federal: Sim.
Fantástico: Então, isso não descaracteriza o crime?
Stella: Não. O fato de a pessoa se prostituir, isso não é crime. A pessoa que explora a outra sexualmente, que tira proveito da prostituição alheia, essa sim comete crime. O simples fato de você promover a saída de uma pessoa para o exterior para exploração sexual, isso por si só já é um crime, que é justamente o crime de tráfico internacional de pessoas.
O destino final desse tráfico de pessoas era, na maioria das vezes, a cidade de Luanda. A precária capital angolana, marcada por quase 30 anos de guerra civil, foi o improvável cenário de prostituição para algumas mulheres brasileiras.
Se Angola ainda luta contra a pobreza, o mesmo não pode ser dito do homem que a Polícia Federal aponta como o grande patrocinador deste esquema, que pode ter movimentado quase US$ 50 milhões desde 2007.
Bento dos Santos Kangamba é general da reserva das Forças Armadas angolanas. Herói da guerra civil, líder político do partido do poder, o MPLA, ele é um dos maiores empresários do país. Com negócios na África e em Portugal, dono do time de futebol que é o atual campeão angolano, o general Bento tem forte ligação com o presidente José Eduardo dos Santos, no poder há 34 anos. Ele é, simplesmente, casado com uma sobrinha do chefe de estado de Angola.
Luiz Tempestini, delegado da Polícia Federal: Ele é uma pessoal muito influente naquele país.
Fantástico: Intocável?
Tempestini: Eu não diria intocável. Mas tem uma dificuldade maior sim.
De acordo com a Polícia Federal, as brasileiras eram enviadas em grupos de cinco ou seis para Angola. No auge do esquema, no meio deste ano, havia pelo menos dois grupos por mês. Em uma escuta feita com autorização judicial, uma das mulheres que já tinha visitado Luanda conta para outra como é a viagem. A conversa confirma: as moças sabiam muito bem com quem estavam lidando.
Mulher 1: Ele é famosíssimo. Esse cara é dono de tudo lá. Ele abre uma gaveta assim ó, cheio de dólares. Cheio. Milhões de dólares.
As moças eram contratadas por US$ 10 mil cada. O combinado: uma semana à disposição de Kangamba e seus amigos na África. Mas, para uma delas, a eleita, o cachê podia ganhar outra dimensão.
As escutas mostram que Bento Kangamba fazia uma seleção cuidadosa e escolhia uma das beldades para ser a sua própria acompanhante.
Mulher 1: No primeiro dia que ele foi ver a gente, ele pegou, foi lá pro quarto, mandou chamar nós duas. Aí ele mandou ficar em pé para ele ver meu corpo.
Mulher 2: De roupa mesmo ou sem nada?
Mulher 1: De vestido e calcinha.
Em um quarto do hotel, as moças desfilavam diante do poderoso angolano.
Mulher 1: Ele não gosta de baixa, ele gosta de mulher super bolada. Ele gosta de mulher com carne. Se eu tivesse o corpo de antes, a bunda do tamanho do mundo, eu tenho certeza que ele ia pirar na minha.
Quando Kangamba decidia, a escolhida recebia um bom pé-de-meia. O general pagava até US$ 100 mil, quase R$ 250 mil, para a sua favorita. Mas essa pequena fortuna tinha um preço alto, segundo a polícia. Um risco de vida. Quando se trata de sexo, o general tem os seus caprichos.
Mulher 1: Ele não transa com camisinha, né?
Mulher 2: Ah, não?
Mulher 1: Dizem que ele só gosta sem camisinha e por isso que ele dá R$ 100 mil, R$ 200 mil para as meninas.
Fantástico: O risco envolvido é muito alto.
Stella: Muito alto. Elas tinham consciência disso, muitas delas ficavam em dúvida, mas acho que a tentação e aquela ambição era maior.
Mulher: Eu não vou ficar com demagogia, não, tô lá na chuva é pra me molhar. Ninguém morreu de Aids até agora.
Para as moças que ficavam em dúvida, era oferecido um suposto antídoto, um coquetel de drogas antiaids.
Nesta escuta, uma das mulheres que topou fazer sexo sem camisinha com Bento Kangamba conta os efeitos da medicação recebida.
Mulher: Deixa eu te falar uma coisa, eu estou tomando os negócios e eu estou supermal.
Para o Ministério Público Federal, não há comprovação de que esses remédios de fato teriam algum efeito contra a contaminação pelo vírus.
“A gente não sabe do que seria composto, mas acho que todos sabemos que ainda não há cura para esse tipo de doença”, afirma a procuradora.
Segundo a Polícia Federal, ninguém conhecia melhor as exigências de Bento Kangamba do que um brasileiro, o encarregado de recrutar as prostitutas do lado de cá do Atlântico.
Músico, produtor de eventos, Wellington Eduardo Santos de Souza visitou Angola pela primeira vez em 2003 como percussionista do grupo de pagode Desejos. Wellington é conhecido como Latyno e não deve ser confundido com o músico mais famoso, que tem o mesmo apelido.
Os shows em Luanda iniciaram a parceria com Nino Republicano. O empresário artístico africano era o contato do brasileiro na capital angolana. Segundo a investigação, Nino era encarregado de reservar hotéis e pagar as despesas das brasileiras.
Latyno: Foi nove mil, nove mil e pouco das passagens de todo mundo.
Republicano: Você tinha seis mil dólares meus aí.
Latyno: Comprei cinco bilhete.
Republicano: Então, cinco bilhete dá quanto?
Latyno: Eu vou te passar as contas aí tem o dinheiro já, tu vai pegar aí com o coiso.
A Polícia Federal calcula que o esquema de prostituição internacional chegou a faturar mais de R$ 640 mil por mês. E o dinheiro não ficava todo com as mulheres. A comissão cobrada pelo chefe dos agenciadores, Wellington de Sousa, o Latyno, corroía pelo menos metade desse valor. E como a mesma rapidez com que ele dinheiro entrava, aparentemente ele saía, gasto em itens de luxo, como um supercarro que está apreendido pela Polícia Federal de São Paulo. Um veículo que zero quilômetro custa mais de R$ 380 mil.
“Ele era basicamente o líder da organização aqui no Brasil”, revela o delegado.
Em uma ligação, o ex-pagodeiro fala diretamente com o general angolano. O assunto é uma viagem a Portugal.
Kangamba: Qual o pessoal que vai agora?
Latyno: Tô com várias pessoas já preparadas, que era tudo pessoal de TV. Já tem um time bom, tudo montado pra lá.
Kangamba: Põe pra ir na quinta-feira, elas.
Em outra gravação, ele precisa lidar com a frustração do general, que não pode ter uma das moças que gostaria.
Kangamba: A cara é boa, né?
Latyno: Sim, é boa. É grande, né? Aquela eu tentei já, mas é difícil demais, tio.
Kangamba: É difícil por quê?
Latyno: É muito difícil, tio. Tentei muito, tentei muito.
Kangamba: Ah, tá bom, organiza lá então.
Latyno - que lembramos mais uma vez, não tem nada a ver com o músico mais famoso de mesmo apelido - também executava funções burocráticas. Em uma escuta, uma das mulheres explica que o ex-pagodeiro também cuidava do dinheiro recebido pelo grupo.
Mulher: Quem sempre vai pra pegar o dinheiro, trazer o dinheiro pra gente é o Latyno.
Mas, em pelo menos um dos casos, diz a polícia, o agenciador sumiu com o dinheiro. E a mulher escolhida pelo general ficou sem os US$ 100 mil pagos por Kangamba para fazer sexo sem preservativo.
Em uma troca de mensagens com Latyno, ela cobra a dívida. E o chama de 'o maior cafetão do Brasil'.
Latyno está preso desde o final de outubro. Com ele, estão outros quatro brasileiros. Segundo a polícia, são seus dois auxiliares principais: Rosemary Aparecida Merlin e Eron Francisco Vianna. E o terceiro escalão da quadrilha, formado por Luciana Teixeira de Melo, a Lu Bob, e Jackson Souza de Lima, marido de Rosemary.
“Cada um tinha uma função específica. Mas em termos gerais eles eram responsáveis por toda a logística da organização. Tanto para aliciamento, quanto para seleção, quanto para obtenção de vistos”, afirma Tempestini.
O grupo é acusado de formação de quadrilha, favorecimento à prostituição, tráfico internacional de pessoas e cárcere privado.
Mulher 1: A gente teve que ficar trancada no quarto todos os dias. Horrível, horrível, essa sensação de prisioneira, sabe?
Em uma escuta, a irmã de uma das moças levadas a Angola liga para Rose Merlin, assistente de Latyno.
Irmã: Ela tava surtando já no sábado lá, ela falou comigo. Não podiam fazer nada, ficaram trancadas, que não sei o quê.
Rose: Como o Latyno não está lá, sem autorização do Bento, ninguém sai de lá, também, né?
“Somados os crimes que as pessoas foram indiciadas e denunciadas pelo Ministério Público, o cálculo é aproximado de 41 anos de pena total”, explica o delegado.
O Fantástico procurou todos os acusados. Entre os brasileiros, nenhum quis dar entrevista. A defesa de Jackson Souza de Lima mandou uma nota em que nega todas as acusações e que seu cliente não tem antecedentes criminais. Os angolanos Bento Kangamba e Nino Republicano tiveram a prisão preventiva pedida pelo Ministério Público Federal.
“De uma forma direta eles participaram também dos crimes cometidos aqui. Esse núcleo brasileiro não existiria se não houvesse o fornecimento de dinheiro. Os fatos estão todos correlacionados”, avalia Stella.
Hoje, Kangamba e Republicano têm os nomes na lista vermelha da Interpol, a polícia internacional.
“De regra, Angola não extradita nacionais. No caso de eles buscarem algum outro país, será a ocasião em que eles poderão ser presos imediatamente, para uma futura extradição para o Brasil”, afirma Luiz Eduardo Navajas, chefe da Interpol no Brasil.
Bento dos Santos Kangamba contratou um advogado para defendê-lo no Brasil.
“Se algo como isso acontecia, acontecia absolutamente sem o conhecimento e domínio do Bento dos Santos. Ele contratou profissionais, artistas brasileiros, para fazer a promoção do clube de futebol dali”, argumenta Paulo Iasz de Morais, advogado de Bento Kangamba.
Nino Republicano também contratou um advogado brasileiro.
“O meu cliente não tem nenhum envolvimento com a dita quadrilha de tráfico internacional de mulheres. Ele tem uma empresa de eventos, responsável por levar inúmeros eventos de artistas brasileiros para Angola”, defendePedro Iokoi, advogado de Nino Republicano.
As mulheres que viajaram a Angola não serão chamadas como testemunhas, segundo o Ministério Público Federal, para proteger suas identidades.
Fantástico: O papel dessas mulheres no processo é o de vítimas.
Stella: Sim.
Fantástico: Alguma dessas vítimas procurou o Ministério Público Federal para denunciar esse esquema?
Stella: Não. Esse tipo de crime envolvendo prostituição de luxo, elas tentam preservar a privacidade. Então é muito difícil que venham aos órgãos públicos.
Fantástico: Têm medo da exposição?
Stella: Muito medo da exposição. Muito medo de ver seu nome vinculado à prostituição.
Fantástico: Talvez seja difícil para o público em geral identificar onde está o erro. Se são mulheres adultas, famosas, foram de livre e espontânea vontade em busca de dinheiro, será que os riscos envolvidos não são aceitos popularmente.
Stella: É dever do Ministério Público reprimir e também proteger essas vitimas, que muitas vezes nem se vêem como vitimas.
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/ ... eiras.html
O Aeroporto Internacional de São Paulo é passagem frequente de muitos famosos. Artistas, celebridades, gente que viaja a trabalho para decolar nos palcos do Brasil e do mundo.
Agora, uma investigação da Polícia Federal revela que, durante os últimos sete anos, Guarulhos funcionou também como ponto de partida de uma ponte aérea da prostituição, que ligava Brasil e África.
Brasileiras - algumas, rostos conhecidos de programas de TV - embarcavam pelo menos duas vezes por mês com destino a Angola ou à África do Sul. Em certos casos, essas expedições incluíam Portugal.
Entre os envolvidos, não havia segredo. O objetivo das excursões era abertamente sexual.
Fantástico: Essas mulheres sabiam que iam para lá para se prostituir?
Stella Fátima Scampini, procuradora federal: Sim.
Fantástico: Então, isso não descaracteriza o crime?
Stella: Não. O fato de a pessoa se prostituir, isso não é crime. A pessoa que explora a outra sexualmente, que tira proveito da prostituição alheia, essa sim comete crime. O simples fato de você promover a saída de uma pessoa para o exterior para exploração sexual, isso por si só já é um crime, que é justamente o crime de tráfico internacional de pessoas.
O destino final desse tráfico de pessoas era, na maioria das vezes, a cidade de Luanda. A precária capital angolana, marcada por quase 30 anos de guerra civil, foi o improvável cenário de prostituição para algumas mulheres brasileiras.
Se Angola ainda luta contra a pobreza, o mesmo não pode ser dito do homem que a Polícia Federal aponta como o grande patrocinador deste esquema, que pode ter movimentado quase US$ 50 milhões desde 2007.
Bento dos Santos Kangamba é general da reserva das Forças Armadas angolanas. Herói da guerra civil, líder político do partido do poder, o MPLA, ele é um dos maiores empresários do país. Com negócios na África e em Portugal, dono do time de futebol que é o atual campeão angolano, o general Bento tem forte ligação com o presidente José Eduardo dos Santos, no poder há 34 anos. Ele é, simplesmente, casado com uma sobrinha do chefe de estado de Angola.
Luiz Tempestini, delegado da Polícia Federal: Ele é uma pessoal muito influente naquele país.
Fantástico: Intocável?
Tempestini: Eu não diria intocável. Mas tem uma dificuldade maior sim.
De acordo com a Polícia Federal, as brasileiras eram enviadas em grupos de cinco ou seis para Angola. No auge do esquema, no meio deste ano, havia pelo menos dois grupos por mês. Em uma escuta feita com autorização judicial, uma das mulheres que já tinha visitado Luanda conta para outra como é a viagem. A conversa confirma: as moças sabiam muito bem com quem estavam lidando.
Mulher 1: Ele é famosíssimo. Esse cara é dono de tudo lá. Ele abre uma gaveta assim ó, cheio de dólares. Cheio. Milhões de dólares.
As moças eram contratadas por US$ 10 mil cada. O combinado: uma semana à disposição de Kangamba e seus amigos na África. Mas, para uma delas, a eleita, o cachê podia ganhar outra dimensão.
As escutas mostram que Bento Kangamba fazia uma seleção cuidadosa e escolhia uma das beldades para ser a sua própria acompanhante.
Mulher 1: No primeiro dia que ele foi ver a gente, ele pegou, foi lá pro quarto, mandou chamar nós duas. Aí ele mandou ficar em pé para ele ver meu corpo.
Mulher 2: De roupa mesmo ou sem nada?
Mulher 1: De vestido e calcinha.
Em um quarto do hotel, as moças desfilavam diante do poderoso angolano.
Mulher 1: Ele não gosta de baixa, ele gosta de mulher super bolada. Ele gosta de mulher com carne. Se eu tivesse o corpo de antes, a bunda do tamanho do mundo, eu tenho certeza que ele ia pirar na minha.
Quando Kangamba decidia, a escolhida recebia um bom pé-de-meia. O general pagava até US$ 100 mil, quase R$ 250 mil, para a sua favorita. Mas essa pequena fortuna tinha um preço alto, segundo a polícia. Um risco de vida. Quando se trata de sexo, o general tem os seus caprichos.
Mulher 1: Ele não transa com camisinha, né?
Mulher 2: Ah, não?
Mulher 1: Dizem que ele só gosta sem camisinha e por isso que ele dá R$ 100 mil, R$ 200 mil para as meninas.
Fantástico: O risco envolvido é muito alto.
Stella: Muito alto. Elas tinham consciência disso, muitas delas ficavam em dúvida, mas acho que a tentação e aquela ambição era maior.
Mulher: Eu não vou ficar com demagogia, não, tô lá na chuva é pra me molhar. Ninguém morreu de Aids até agora.
Para as moças que ficavam em dúvida, era oferecido um suposto antídoto, um coquetel de drogas antiaids.
Nesta escuta, uma das mulheres que topou fazer sexo sem camisinha com Bento Kangamba conta os efeitos da medicação recebida.
Mulher: Deixa eu te falar uma coisa, eu estou tomando os negócios e eu estou supermal.
Para o Ministério Público Federal, não há comprovação de que esses remédios de fato teriam algum efeito contra a contaminação pelo vírus.
“A gente não sabe do que seria composto, mas acho que todos sabemos que ainda não há cura para esse tipo de doença”, afirma a procuradora.
Segundo a Polícia Federal, ninguém conhecia melhor as exigências de Bento Kangamba do que um brasileiro, o encarregado de recrutar as prostitutas do lado de cá do Atlântico.
Músico, produtor de eventos, Wellington Eduardo Santos de Souza visitou Angola pela primeira vez em 2003 como percussionista do grupo de pagode Desejos. Wellington é conhecido como Latyno e não deve ser confundido com o músico mais famoso, que tem o mesmo apelido.
Os shows em Luanda iniciaram a parceria com Nino Republicano. O empresário artístico africano era o contato do brasileiro na capital angolana. Segundo a investigação, Nino era encarregado de reservar hotéis e pagar as despesas das brasileiras.
Latyno: Foi nove mil, nove mil e pouco das passagens de todo mundo.
Republicano: Você tinha seis mil dólares meus aí.
Latyno: Comprei cinco bilhete.
Republicano: Então, cinco bilhete dá quanto?
Latyno: Eu vou te passar as contas aí tem o dinheiro já, tu vai pegar aí com o coiso.
A Polícia Federal calcula que o esquema de prostituição internacional chegou a faturar mais de R$ 640 mil por mês. E o dinheiro não ficava todo com as mulheres. A comissão cobrada pelo chefe dos agenciadores, Wellington de Sousa, o Latyno, corroía pelo menos metade desse valor. E como a mesma rapidez com que ele dinheiro entrava, aparentemente ele saía, gasto em itens de luxo, como um supercarro que está apreendido pela Polícia Federal de São Paulo. Um veículo que zero quilômetro custa mais de R$ 380 mil.
“Ele era basicamente o líder da organização aqui no Brasil”, revela o delegado.
Em uma ligação, o ex-pagodeiro fala diretamente com o general angolano. O assunto é uma viagem a Portugal.
Kangamba: Qual o pessoal que vai agora?
Latyno: Tô com várias pessoas já preparadas, que era tudo pessoal de TV. Já tem um time bom, tudo montado pra lá.
Kangamba: Põe pra ir na quinta-feira, elas.
Em outra gravação, ele precisa lidar com a frustração do general, que não pode ter uma das moças que gostaria.
Kangamba: A cara é boa, né?
Latyno: Sim, é boa. É grande, né? Aquela eu tentei já, mas é difícil demais, tio.
Kangamba: É difícil por quê?
Latyno: É muito difícil, tio. Tentei muito, tentei muito.
Kangamba: Ah, tá bom, organiza lá então.
Latyno - que lembramos mais uma vez, não tem nada a ver com o músico mais famoso de mesmo apelido - também executava funções burocráticas. Em uma escuta, uma das mulheres explica que o ex-pagodeiro também cuidava do dinheiro recebido pelo grupo.
Mulher: Quem sempre vai pra pegar o dinheiro, trazer o dinheiro pra gente é o Latyno.
Mas, em pelo menos um dos casos, diz a polícia, o agenciador sumiu com o dinheiro. E a mulher escolhida pelo general ficou sem os US$ 100 mil pagos por Kangamba para fazer sexo sem preservativo.
Em uma troca de mensagens com Latyno, ela cobra a dívida. E o chama de 'o maior cafetão do Brasil'.
Latyno está preso desde o final de outubro. Com ele, estão outros quatro brasileiros. Segundo a polícia, são seus dois auxiliares principais: Rosemary Aparecida Merlin e Eron Francisco Vianna. E o terceiro escalão da quadrilha, formado por Luciana Teixeira de Melo, a Lu Bob, e Jackson Souza de Lima, marido de Rosemary.
“Cada um tinha uma função específica. Mas em termos gerais eles eram responsáveis por toda a logística da organização. Tanto para aliciamento, quanto para seleção, quanto para obtenção de vistos”, afirma Tempestini.
O grupo é acusado de formação de quadrilha, favorecimento à prostituição, tráfico internacional de pessoas e cárcere privado.
Mulher 1: A gente teve que ficar trancada no quarto todos os dias. Horrível, horrível, essa sensação de prisioneira, sabe?
Em uma escuta, a irmã de uma das moças levadas a Angola liga para Rose Merlin, assistente de Latyno.
Irmã: Ela tava surtando já no sábado lá, ela falou comigo. Não podiam fazer nada, ficaram trancadas, que não sei o quê.
Rose: Como o Latyno não está lá, sem autorização do Bento, ninguém sai de lá, também, né?
“Somados os crimes que as pessoas foram indiciadas e denunciadas pelo Ministério Público, o cálculo é aproximado de 41 anos de pena total”, explica o delegado.
O Fantástico procurou todos os acusados. Entre os brasileiros, nenhum quis dar entrevista. A defesa de Jackson Souza de Lima mandou uma nota em que nega todas as acusações e que seu cliente não tem antecedentes criminais. Os angolanos Bento Kangamba e Nino Republicano tiveram a prisão preventiva pedida pelo Ministério Público Federal.
“De uma forma direta eles participaram também dos crimes cometidos aqui. Esse núcleo brasileiro não existiria se não houvesse o fornecimento de dinheiro. Os fatos estão todos correlacionados”, avalia Stella.
Hoje, Kangamba e Republicano têm os nomes na lista vermelha da Interpol, a polícia internacional.
“De regra, Angola não extradita nacionais. No caso de eles buscarem algum outro país, será a ocasião em que eles poderão ser presos imediatamente, para uma futura extradição para o Brasil”, afirma Luiz Eduardo Navajas, chefe da Interpol no Brasil.
Bento dos Santos Kangamba contratou um advogado para defendê-lo no Brasil.
“Se algo como isso acontecia, acontecia absolutamente sem o conhecimento e domínio do Bento dos Santos. Ele contratou profissionais, artistas brasileiros, para fazer a promoção do clube de futebol dali”, argumenta Paulo Iasz de Morais, advogado de Bento Kangamba.
Nino Republicano também contratou um advogado brasileiro.
“O meu cliente não tem nenhum envolvimento com a dita quadrilha de tráfico internacional de mulheres. Ele tem uma empresa de eventos, responsável por levar inúmeros eventos de artistas brasileiros para Angola”, defendePedro Iokoi, advogado de Nino Republicano.
As mulheres que viajaram a Angola não serão chamadas como testemunhas, segundo o Ministério Público Federal, para proteger suas identidades.
Fantástico: O papel dessas mulheres no processo é o de vítimas.
Stella: Sim.
Fantástico: Alguma dessas vítimas procurou o Ministério Público Federal para denunciar esse esquema?
Stella: Não. Esse tipo de crime envolvendo prostituição de luxo, elas tentam preservar a privacidade. Então é muito difícil que venham aos órgãos públicos.
Fantástico: Têm medo da exposição?
Stella: Muito medo da exposição. Muito medo de ver seu nome vinculado à prostituição.
Fantástico: Talvez seja difícil para o público em geral identificar onde está o erro. Se são mulheres adultas, famosas, foram de livre e espontânea vontade em busca de dinheiro, será que os riscos envolvidos não são aceitos popularmente.
Stella: É dever do Ministério Público reprimir e também proteger essas vitimas, que muitas vezes nem se vêem como vitimas.
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/ ... eiras.html
Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Rapaz... que maluquice... malucas dando no pelo pra um general africano, onde a Aids é quase o pão nosso de cada dia... é ser muito burra mesmo. Aproveitem bem os 100 mil para o que restar... rss
Agora resta a duvida... quem foram as "famosas"? Varias já estiveram em Angola recentemente, com as desculpas de "dar show", "eventos", e até "gravação de clip"... então...
Agora resta a duvida... quem foram as "famosas"? Varias já estiveram em Angola recentemente, com as desculpas de "dar show", "eventos", e até "gravação de clip"... então...
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Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Ahh nossas compatriotas..."iguarias" internacionais nas camas do mundo todo e, ainda por cima, num show de loucura cega por dinheiro.
Brand...obviamente sem criar nenhum link com esse caso mas...te ocorre algumas brasucas que visitaram a gloriosa Angola nesses últimos tempos ?
Brand...obviamente sem criar nenhum link com esse caso mas...te ocorre algumas brasucas que visitaram a gloriosa Angola nesses últimos tempos ?
Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Parceiro, e não é que nos últimos tempos Angola tem sido prato cheio para turnes inocentes?
http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,, ... NGOLA.html
http://andressasoaresv6.blogspot.com.br ... fotos.html
http://wp.clicrbs.com.br/holofote/2008/ ... ra-angola/
http://ego.globo.com/ensaio-fotografico ... ngola.html
E finalizando, o Bonde das Tigresas que tem feito várias turn~es pela África... inclusive uma delas é amiga de Facebook com o tal do Latyno, citado na reportagem...
Lembram da Peladona de Congonhas? Ela esteve recentemente na África do Sul.... e a reportagem diz q as turnês se estendiam para Portugal, Angola e África do Sul.
http://instagram.com/p/YBd6_sE_Iv/#
Mais informações, de um jornal português...
http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,, ... NGOLA.html
http://andressasoaresv6.blogspot.com.br ... fotos.html
http://wp.clicrbs.com.br/holofote/2008/ ... ra-angola/
http://ego.globo.com/ensaio-fotografico ... ngola.html
E finalizando, o Bonde das Tigresas que tem feito várias turn~es pela África... inclusive uma delas é amiga de Facebook com o tal do Latyno, citado na reportagem...
Lembram da Peladona de Congonhas? Ela esteve recentemente na África do Sul.... e a reportagem diz q as turnês se estendiam para Portugal, Angola e África do Sul.
http://instagram.com/p/YBd6_sE_Iv/#
Mais informações, de um jornal português...
SOBRINHO DO PRESIDENTE DE ANGOLA
Bento dos Santos nega acusação de tráfico de mulheres
Bento dos Santos 'Kangamba', sobrinho por afinidade do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, negou hoje a acusação das autoridades brasileiras de envolvimento em tráfico de mulheres.
Num despacho da agência angolana Angop, que cita fonte oficial, o empresário Bento dos Santos 'Kangamba' desmentiu a notícia "posta a circular na imprensa brasileira e nas redes sociais, segundo a qual a Polícia Federal Brasileira o acusa de chefiar um esquema internacional de tráfico de mulheres do Brasil para a África do Sul, Portugal, Angola e Áustria".
O empresário acrescenta não ter recebido qualquer notificação policial sobre os alegados casos de tráfico e que nunca "manteve quaisquer contactos nesse sentido com cidadãos dos países mencionados".
No desmentido, feito por fonte oficial não identificada, a Angop escreve que a acusação ao empresário foi feita para "atingir e caluniar outras personalidades" angolanas.
"Facilmente se depreende, pelo teor das notícias, que a intenção de citar o seu nome visa atingir e caluniar outras personalidades" do Estado Angolano.
O desmentido divulgado pela Angop vem na sequência da emissão de um mandado de captura contra Bento dos Santos 'Kangamba', acusando-o de chefiar uma rede de tráfico de brasileiras, segundo o jornal 'O Estado de São Paulo'.
Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
E relembrando a primeira reportagem que surgiu sobre isso, em Novembro, onde deram mais pistas... se depender da Globo pra gente saber algo, esqueçam, como sempre tem o rabo preso e não informa merda nenhuma.
relatório, constam duas dançarinas famosas, duas “miss bumbum”, assistentes de palco, além de várias outras mulheres que já foram capas de revistas nacionais
relatório, constam duas dançarinas famosas, duas “miss bumbum”, assistentes de palco, além de várias outras mulheres que já foram capas de revistas nacionais
Duas famosas dançarinas brasileiras, que aparecem na tevê e em sites de fofocas e celebridades todos os dias, são citadas em uma denúncia de tráfico de mulheres brasileiras para Angola, Portugal e África do Sul. O caso veio a público no final de outubro, mas os nomes das brasileiras famosas não foram revelados. As “estrelas” de TV recebiam entre US$ 10 mil e US$ 100 mil para se prostituírem nesses países durante ao menos uma semana. Parte desse dinheiro ficava com os aliciadores. Cinco deles foram presos no Brasil. Os nomes das brasileiras aliciadas estão na denúncia apresentada à Justiça Federal contra a quadrilha pela procuradora da República Stella Fátima Scampini. No documento, estão diálogos interceptados pela Polícia Federal.
Há ainda datas das viagens, números e horários de voos e registros de hospedagens comprovados. Uma bela e famosa atriz global também é citada por uma das brasileiras por, supostamente, já ter participado do esquema de prostituição de luxo. Mas não há comprovação do envolvimento dessa atriz. Na denúncia apresentada pela procuradora, no entanto, constam as duas dançarinas famosas e várias outras mulheres que já foram capas de revistas, duas “miss bumbum”, assistentes de palco e integrantes de programas noturnos na TV e grupos musicais. O principal financiador da operação era o general e empresário angolano Bento dos Santos Kangamba, casado com uma sobrinha do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. O general encomendava sempre “mulheres grandes e com corpos bem desenhados”.
Foi pedida prisão de angolano
A quadrilha de tráfico de mulheres movimentou US$ 45 milhões, desde 2007. Brasileiras de origem humilde também eram aliciadas. Várias foram mantidas em cárcere privado. Foi pedida a prisão do general Bento Kangamba, caso ele desembarque no Brasil. Seu nome também foi incluído na lista de procurados da Interpol.
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Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Putada boa...e cara. Te digo mais...se alguma dessas contrair uma dst, qualquer que seja, que se danem. Imbecis ambiciosas. Aliás outra que consta ter cruzado o Atlântico...ser madrinha do carnaval angolano e de time de futebol por lá (coincidência interessante pois o General é dono de um) é Cinthia Santos que participa de programa humorístico e é figura constante no carnaval paulista.
Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Noticia já é velha.
Não vai dar em nada e o tal general é um Laranja.
Todos sabem quem é que importa ou facilita para as meninas, é uma GATA (empreiteira) brazuca, para aliviar a tensão do efetivo local, já que por lá andar fora das zonas seguras é pura loucura.

Não vai dar em nada e o tal general é um Laranja.
Todos sabem quem é que importa ou facilita para as meninas, é uma GATA (empreiteira) brazuca, para aliviar a tensão do efetivo local, já que por lá andar fora das zonas seguras é pura loucura.
#verasqueumfilhoteunaofogealuta #nemtemequemteadoraapropriamorte
Fora Renan e Fora PT
“Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha”
Victor Hugo
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Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Não há crianças nesse meio. Interessante é na reportagem da Band o viés 'vitimizante' em relação as mulheres. Como que atenuando a iniciativa e concordância da ampla maioria delas. Essa postura não ajuda em nada. O foco da Globo, por incrível que pareça, foi mais didático.
Interessante tbém que é a 2a. vez hoje que vejo o termo "laranja" associado a esse General. Sei lá...acredito que haviam 2 turmas agindo em paralelo no país. A patota do militar e do pagodeiro e, como nosso Diesel disse, a turma da empreiteira. De repente essas famosas eram o "mimo" para o General ficar no bolso do esquema e inclusive participar dos envios e ganhos. Apenas uma via foi detonada. Outras já devem estar se reorganizando.
Outro ponto a ressaltar é não demonizar o camarada lá do outro lado do Atlântico afinal é de brasucas a concepção, montagem e gerenciamento do envio das próprias compatriotas portanto...como diz-se em voz corrente...essa imagem de fornecedor de carnes para as camas estrangeiras foi criada e alimentada aqui mesmo ao longo de anos...desde as campanhas famigeradas da Embratur/Riotur nos anos 70/80 com mulatas em biquínis languidamente nas praias, a hiper sexualização do Carnaval, a projeção da Help como point no exterior, etc. Lembram-se que em aviões de diversas Cias aéreas européias, inclusive a Air Lauda, haviam folhetos e telefones de hotéis 'girl friendly' aqui no Brasil bem a mão para os passageiros...
Esquisito é a postura de meter sem camisinha e, pelo visto, sem exigir que as mulheres apresentassem exames hiv-. Dá a nítida impressão de roleta russa, de dolo....sei lá...
Por outro lado bisonho é o comentário de uma das quengas dizendo que, ao ver dela, estava tudo bem pois "ninguém morreu de Aids até agora"...como se o período invisível de maturação não durasse 4...6...8 anos por vezes. Ademais se alguém percebeu que pegou...dificilmente diria pras demais o ocorrido consigo mesma.
Olha a manada de pervas reunido rumo ao estábulo pré abate....digo....equipe de modelos reunido rumo aos aposentos no hotel pré seleção...rs

Interessante tbém que é a 2a. vez hoje que vejo o termo "laranja" associado a esse General. Sei lá...acredito que haviam 2 turmas agindo em paralelo no país. A patota do militar e do pagodeiro e, como nosso Diesel disse, a turma da empreiteira. De repente essas famosas eram o "mimo" para o General ficar no bolso do esquema e inclusive participar dos envios e ganhos. Apenas uma via foi detonada. Outras já devem estar se reorganizando.
Outro ponto a ressaltar é não demonizar o camarada lá do outro lado do Atlântico afinal é de brasucas a concepção, montagem e gerenciamento do envio das próprias compatriotas portanto...como diz-se em voz corrente...essa imagem de fornecedor de carnes para as camas estrangeiras foi criada e alimentada aqui mesmo ao longo de anos...desde as campanhas famigeradas da Embratur/Riotur nos anos 70/80 com mulatas em biquínis languidamente nas praias, a hiper sexualização do Carnaval, a projeção da Help como point no exterior, etc. Lembram-se que em aviões de diversas Cias aéreas européias, inclusive a Air Lauda, haviam folhetos e telefones de hotéis 'girl friendly' aqui no Brasil bem a mão para os passageiros...
Esquisito é a postura de meter sem camisinha e, pelo visto, sem exigir que as mulheres apresentassem exames hiv-. Dá a nítida impressão de roleta russa, de dolo....sei lá...
Por outro lado bisonho é o comentário de uma das quengas dizendo que, ao ver dela, estava tudo bem pois "ninguém morreu de Aids até agora"...como se o período invisível de maturação não durasse 4...6...8 anos por vezes. Ademais se alguém percebeu que pegou...dificilmente diria pras demais o ocorrido consigo mesma.
Olha a manada de pervas reunido rumo ao estábulo pré abate....digo....equipe de modelos reunido rumo aos aposentos no hotel pré seleção...rs
- Pinheirinho
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Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Acho uma aberração ocupar o horário nobre com noticiários bombáticos, colocando as bucetinhas gananciosas no altar de vítimas exploradas.
Muita hipocisia.
Estão alugando a bucetinha pro general, por que estão na mídia, se estivessem nas comunidades estavam alugando pros bandidões armados.
É a ganância em cenários diferentes.
Muita hipocisia.
Estão alugando a bucetinha pro general, por que estão na mídia, se estivessem nas comunidades estavam alugando pros bandidões armados.
É a ganância em cenários diferentes.
Pinheirinho
Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Concordo.Pinheirinho escreveu:Acho uma aberração ocupar o horário nobre com noticiários bombáticos, colocando as bucetinhas gananciosas no altar de vítimas exploradas.
Muita hipocisia.
Estão alugando a bucetinha pro general, por que estão na mídia, se estivessem nas comunidades estavam alugando pros bandidões armados.
É a ganância em cenários diferentes.
Isso nada mais é que uma das tentavas mediocres da rede plim plim de desviar do foco, sic corrupção petista, para assuntos mais rentaveis.
#verasqueumfilhoteunaofogealuta #nemtemequemteadoraapropriamorte
Fora Renan e Fora PT
“Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha”
Victor Hugo
Fora Renan e Fora PT
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Victor Hugo
Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
http://entretenimento.r7.com/blogs/te-d ... 013/12/19/

Moranguinho e duas amiguinhas ao lado do General... em 2009, mas...


Moranguinho e duas amiguinhas ao lado do General... em 2009, mas...
Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
http://entretenimento.r7.com/blogs/fabi ... 013/12/22/
Muito se falou nos últimos dias das brasileiras que vão para Angola a trabalho... Elas sempre dizem que vão para fazer shows e presença VIP.
Mulher Moranguinho é uma das subcelebridades daqui que já rodou muito por lá.
Adriana Bombom também já viajou bastante. Ela vivia dando cano nas gravações do TV Fama, da Rede TV!, dizendo que precisava ir para Angola.
Mulher Melão, Melancia e Jaca são outras "famosas" brasileiras beeeeem conhecidas na região.
Não está fácil para ninguém, não é mesmo? Elas precisam trabalhar...
http://www.teckler.com/pt/reipele/Andre ... par-209250
Mulheres brasileiras eram levadas para fazer programas sexuais em Angola. Segundo as investigações, o principal cliente era um general, um dos homens mais poderosos da África. Ele chegava a oferecer US$ 100 mil por um programa.
Uma investigação da Polícia Federal revela que, durante os últimos sete anos, Guarulhos funcionou também como ponto de partida de uma ponte aérea da prostituição, que ligava Brasil e África.
Brasileiras - algumas, rostos conhecidos de programas de TV tais como Andressa Urach , Babi Rossi , Lidia Barbieri (segundo MP) - embarcavam pelo menos duas vezes por mês com destino a Angola ou à África do Sul. Em certos casos, essas expedições incluíam Portugal .
O destino final desse tráfico de pessoas era, na maioria das vezes, a cidade de Luanda. A precária capital angolana, marcada por quase 30 anos de guerra civil, foi o improvável cenário de prostituição para algumas mulheres brasileiras.
Se Angola ainda luta contra a pobreza, o mesmo não pode ser dito do homem que a Polícia Federal aponta como o grande patrocinador deste esquema, que pode ter movimentado quase US$ 50 milhões desde 2007.
Bento dos Santos Kangamba é general da reserva das Forças Armadas angolanas. Herói da guerra civil, líder político do partido do poder, o MPLA, ele é um dos maiores empresários do país. Com negócios na África e em Portugal, dono do time de futebol que é o atual campeão angolano, o general Bento tem forte ligação com o presidente José Eduardo dos Santos, no poder há 34 anos. Ele é, simplesmente, casado com uma sobrinha do chefe de estado de Angola .
De acordo com a Polícia Federal, as brasileiras eram enviadas em grupos de cinco ou seis para Angola. No auge do esquema, no meio deste ano, havia pelo menos dois grupos por mês.
A Polícia Federal calcula que o esquema de prostituição internacional chegou a faturar mais de R$ 640 mil por mês. E o dinheiro não ficava todo com as mulheres. A comissão cobrada pelo chefe dos agenciadores, Wellington de Sousa, o Latyno, corroía pelo menos metade desse valor. E como a mesma rapidez com que ele dinheiro entrava, aparentemente ele saía, gasto em itens de luxo, como um supercarro que está apreendido pela Polícia Federal de São Paulo. Um veículo que zero quilômetro custa mais de R$ 380 mil.
“Ele era basicamente o líder da organização aqui no Brasil”, revela o delegado.
Mas, em pelo menos um dos casos, diz a polícia, o agenciador sumiu com o dinheiro. E a mulher escolhida pelo general ficou sem os US$ 100 mil pagos por Kangamba para fazer sexo sem preservativo.
Em uma troca de mensagens com Latyno, ela cobra a dívida. E o chama de 'o maior cafetão do Brasil'.
Latyno está preso desde o final de outubro. Com ele, estão outros quatro brasileiros. Segundo a polícia, são seus dois auxiliares principais: Rosemary Aparecida Merlin e Eron Francisco Vianna. E o terceiro escalão da quadrilha, formado por Luciana Teixeira de Melo, a Lu Bob, e Jackson Souza de Lima, marido de Rosemary.
“Cada um tinha uma função específica. Mas em termos gerais eles eram responsáveis por toda a logística da organização. Tanto para aliciamento, quanto para seleção, quanto para obtenção de vistos”, afirma Tempestini.
Somados os crimes que as pessoas foram indiciadas e denunciadas pelo Ministério Público, o cálculo é aproximado de 41 anos de pena total”, explica o delegado.
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Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Ahh meus amigos...Moranguinho e Jaca pularam muito em cima dos oficiais angolanos ao longo dessas turnês de fachada. E olhem...acredito que esses camaradas não se saciam só com xaninha não...
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Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
E não é só potranca no estilão funkeira que ia servir ao generalato angolano...
http://www.teckler.com/pt/reipele/Andre ... par-209250
Olha Panicat ai gente ! Olha ex-Gruta Azul e vice Miss Bumbum ai gente ! Olha Casa Bonita aí gente !

http://www.teckler.com/pt/reipele/Andre ... par-209250
Olha Panicat ai gente ! Olha ex-Gruta Azul e vice Miss Bumbum ai gente ! Olha Casa Bonita aí gente !
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Re: GENERAL PAGAVA 100 MIL POR SEXO COM FAMOSAS DO BRASIL
Ahh rapaziada pelo jeito o cuzão que mais trabalhou em Angola de 2008 a 2013 foi o da Andressa Soares, 'nossa' Mulher Melancia.

http://www.portaldoholanda.com.br/colun ... e-prostitu
http://angola24horas.com/portal/index.p ... as-vitimas
Além dela foram citadas como "exploradas"
VIVIANE SOARES SANTOS e VALDINELMA ANACLETO CANDIDO, FERNANDA LUISA SILVERA DA ROCHA, JAQUELINE VIANA BATISTA, PRISCILA NABOSNY BONATTO e CINTHIA DOS SANTOS que seria a preferida junto com Melancia com 7 viagens registradas para Angola e sempre oferecendo-se para mais. Também são citadas outras com nomes incompletos de JUJU, DANI e a dançarina do Latino, JANE & KATE.

Dei uma busca por esses nomes mas, infelizmente, não consegui identificar quem seriam elas. Se algum colega conseguir....mande ver.
Tentaram até Ana Hickman (!!!) mas deu em nada...
Agora tem o perigoso detalhe das transas sem proteção pagas com muito mais grana. Quais dessas dai será que toparam a 'roleta russa' ?

http://www.portaldoholanda.com.br/colun ... e-prostitu
http://angola24horas.com/portal/index.p ... as-vitimas
Além dela foram citadas como "exploradas"

Dei uma busca por esses nomes mas, infelizmente, não consegui identificar quem seriam elas. Se algum colega conseguir....mande ver.
Tentaram até Ana Hickman (!!!) mas deu em nada...
Agora tem o perigoso detalhe das transas sem proteção pagas com muito mais grana. Quais dessas dai será que toparam a 'roleta russa' ?
