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“FAZ UM PIX AMOR!!!” –
Esta imperativa e sedutora frase balbuciada de forma sexy por uma linda garota seminua, chicote na mão, e bem projetada em frente à webcam constitui a senha para que algum novo ou fiel cliente do outro lado da tela, localizado em qualquer parte do globo, deposite uma generosa quantia na conta da moça, numa prática conhecida como
“camming”. Em troca, ela pode continuar performando até o seu delírio extremo, satisfazendo os seus mais variados fetiches, tirar os seus atraentes apetrechos de látex brilhante ou até o sutiã rendado enquanto pratica danças sensuais sobre a cama, ou simplesmente apenas conversar durante um razoável tempo.
Como a mais ascendente situação de sexo virtual, a partir da chegada da última pandemia em 2020, as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa e a busca por conteúdos pornográficos desse tipo disparou, fazendo com que diversas plataformas e canais eróticos liberassem acessos a vídeos e a conteúdo adulto, como a Sexy Hot e a PornHub, em substituição ao conhecido
Sexting, que é a prática de enviar e receber mensagens de texto, frequentemente acompanhadas de fotografias, áudios ou vídeos de conteúdo sexual. Esse tipo de prática talvez seja a que mais coloca em risco os relacionamentos estáveis, visto que pode vir a ser descoberta pela parceria da pessoa que as postam, levando a crises no relacionamento e mesmo ao divórcio. Sexting é uma expressão que se originou do inglês, das palavras “
sex” e
“texting“.
A procura pelas
camgirls também aumentou pelo mesmo motivo. Com a impossibilidade do contato físico no
Lockdown e os riscos inerentes às outras possibilidades de relacionamento, as pessoas encontraram nas
camgirsl uma proposta de vivenciar sua sexualidade sem correr muito risco. Hoje vivemos mais dentro da tecnologia, resolvemos tudo pelo celular – e com a sexualidade não seria diferente.
O mercado de
camgirls é difícil de quantificar com precisão devido à sua natureza não regulamentada e à falta de dados públicos. No entanto, é possível estimar sua movimentação através de algumas métricas e fontes. Um site americano,
Glassdoor, relata que algumas profissionais podem ganhar até US$ 68.839 por ano, enquanto a faixa salarial típica varia entre US$ 32.694 e US$ 54.694 (percentis 25 e 75, respectivamente). Plataformas como o Camera Prive, focada em chats com modelos, utilizam um sistema de remuneração por minuto de chat, com valores que variam de acordo com o tipo e o tempo de interação (chat padrão, chat individual, etc.).
É importante salientar que existe uma certa variedade de plataformas online que hospedam variados modelos de webcam, formas de atuação (alguns só oferecem transmissões à estrangeiros), ou que apresentem recursos para a garota bloquear chamadas de pessoas do seu país de origem ou da região em que se encontra o seu endereço IP, por exemplo, visando com isso a sua privacidade e anonimato, bem como outros recursos como tradução simultânea durante as conversas facilitam a comunicação, e cada uma com suas próprias políticas de pagamento e estrutura de ganhos e que podem variar muito devido a diversos fatores de desempenho, com base em sua popularidade, frequência de transmissões, interação com os espectadores e tipo de conteúdo oferecido.
O mercado de
camgirls é global, com modelos e espectadores de diferentes países, o que adiciona complexidade à análise da movimentação financeira.
Em resumo, não há números exatos disponíveis sobre a movimentação do mercado de
camgirls, mas é um setor considerável que movimenta milhões de dólares globalmente, com ganhos variando significativamente entre as profissionais e as plataformas.
E você forista, já teve alguma experiência com uma
camgirl? Nos relate nesse espaço como ocorreu a sua experiência nessa peculiar interação e quanto custou a brincadeira.
E você garota, atua ou já atuou alguma vez como
camgirl? Curtiu a experiência? Deu o retorno financeiro esperado? Esse tópico representa também uma interessante oportunidade de propaganda do serviço contido no seu mix.
- Carpe Diem -
Fonte: Google.