HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
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HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
Atualização via boletim oficial 2013
Pois então meus amigos,
não tenho como não ficar mais uma vez desapontado quando vejo a evolução dos números apurados...
2007 - 474273 casos totais sendo 159973 mulheres (33,7%) / 192709 óbitos
2008 - 506499 casos totais sendo 172995 mulheres (34,2%) / 205409 óbitos
2009 - 544846 sendo 188396 mulheres (34,6%) / 217091 óbitos
2010 - 592914 sendo 207080 mulheres (34,9%) / 229222 óbitos
2011 - 608230 sendo 210538 mulheres (34,6%) / 241469 óbitos
2012 - 656701 sendo 230161 mulheres (35%) / 253706 óbitos
2013 - 686478 (mas já trabalha-se com totais que chegam a 714 mil) sendo 241223 mulheres (35,1%) / 265698 óbitos
Nas populações vulneráveis, as prevalências são mais elevadas e destacam-se aquelas entre usuários de drogas ilícitas (5,9%), homens que fazem sexo com homens (10,5%) e mulheres profissionais do sexo (4,9% numa queda de 0,2% em relação a 2010)
Em 2012 detectou-se 39185 novos casos. Enquanto nos últimos 10 anos as taxas caem no Sudeste e no Sul (18,6 e 0,3% respectivamente) sobem no Norte, Nordeste e CO (92,7, 62,6 e 6,0%).
Os Estados que dominam as notificações são RS, SC, AM (assumindo a 3a. colocação) e RJ. Foram 11896 mortes em 2012. Amapá, Amazonas, Piauí, Tocantins, Maranhão e RN dispararam na última década.
A razão homens/mulheres que já foi baixíssima em 1,4 em 2005 subiu para 1,7 de 2010 pra cá.
http://www.aids.gov.br/sites/default/fi ... _51315.pdf
Pois então meus amigos,
não tenho como não ficar mais uma vez desapontado quando vejo a evolução dos números apurados...
2007 - 474273 casos totais sendo 159973 mulheres (33,7%) / 192709 óbitos
2008 - 506499 casos totais sendo 172995 mulheres (34,2%) / 205409 óbitos
2009 - 544846 sendo 188396 mulheres (34,6%) / 217091 óbitos
2010 - 592914 sendo 207080 mulheres (34,9%) / 229222 óbitos
2011 - 608230 sendo 210538 mulheres (34,6%) / 241469 óbitos
2012 - 656701 sendo 230161 mulheres (35%) / 253706 óbitos
2013 - 686478 (mas já trabalha-se com totais que chegam a 714 mil) sendo 241223 mulheres (35,1%) / 265698 óbitos
Nas populações vulneráveis, as prevalências são mais elevadas e destacam-se aquelas entre usuários de drogas ilícitas (5,9%), homens que fazem sexo com homens (10,5%) e mulheres profissionais do sexo (4,9% numa queda de 0,2% em relação a 2010)
Em 2012 detectou-se 39185 novos casos. Enquanto nos últimos 10 anos as taxas caem no Sudeste e no Sul (18,6 e 0,3% respectivamente) sobem no Norte, Nordeste e CO (92,7, 62,6 e 6,0%).
Os Estados que dominam as notificações são RS, SC, AM (assumindo a 3a. colocação) e RJ. Foram 11896 mortes em 2012. Amapá, Amazonas, Piauí, Tocantins, Maranhão e RN dispararam na última década.
A razão homens/mulheres que já foi baixíssima em 1,4 em 2005 subiu para 1,7 de 2010 pra cá.
http://www.aids.gov.br/sites/default/fi ... _51315.pdf
Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
Esse bando de demagogos e mentirosos que infelizmente tomou de assalto o Brasil e momentaneamente que ocupa o governo federal, no meu ponto de vista, é o principal culpado pelo aumento dos números dessa doença.
Sobre os nºs, tenho certeza que foram manipulados e não correspondem a verdade, mas servem de base, para mostrar o quanto é saudável a administração socialista neste País.
Sobre os nºs, tenho certeza que foram manipulados e não correspondem a verdade, mas servem de base, para mostrar o quanto é saudável a administração socialista neste País.
#verasqueumfilhoteunaofogealuta #nemtemequemteadoraapropriamorte
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Victor Hugo
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Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
Os números reais são maiores. Infelizmente. Como tudo nesse país os dados oficiais são pouco confiáveis. Um testagem ampla e rigorosa no centro-norte do Brasil revelaria resultados ainda mais alarmantes. Basta olhar ao redor e ver o que ocorre p.ex, em Recife, Natal, Fortaleza, por todo o Pará e arredores de Manaus.
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Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
http://oglobo.globo.com/pais/virus-hiv- ... o-11785561
Heterossexuais adultos representam a maior parcela nas novas notificações de infecção pelo vírus HIV. Em 2012, 67,5% dos casos informados pela rede de saúde pertenciam ao grupo de heterossexuais, sendo a maioria formada por mulheres, com 58,2%. O levantamento também mostra que a maior incidência de contaminação está na faixa de 30 a 49 anos, incluindo héteros e homossexuais. Os grupos vulneráveis, somados, responderam por um terço nas notificações. O Rio é o quarto estado com maior incidência do vírus: 28,7 por cem mil habitantes, acima da média nacional, que é de 20,2. A maior taxa do país está no Rio Grande do Sul, de 41,4, seguido por Santa Catarina (33,5) e Amazonas (29,2), segundo levantamento do sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, com base nos dados do Ministério da Saúde.
Segundo o secretário, outro indicador importante é a velocidade de transmissão, que tem sido maior em alguns grupos populacionais vulneráveis, como jovens gays, homens e mulheres profissionais do sexo e travestis.
Mulheres em geral e putas em particular...fiquem espertas. Vocês, a cada ano que passa, aumentam seu percentual na contagem total de casos.
Heterossexuais adultos representam a maior parcela nas novas notificações de infecção pelo vírus HIV. Em 2012, 67,5% dos casos informados pela rede de saúde pertenciam ao grupo de heterossexuais, sendo a maioria formada por mulheres, com 58,2%. O levantamento também mostra que a maior incidência de contaminação está na faixa de 30 a 49 anos, incluindo héteros e homossexuais. Os grupos vulneráveis, somados, responderam por um terço nas notificações. O Rio é o quarto estado com maior incidência do vírus: 28,7 por cem mil habitantes, acima da média nacional, que é de 20,2. A maior taxa do país está no Rio Grande do Sul, de 41,4, seguido por Santa Catarina (33,5) e Amazonas (29,2), segundo levantamento do sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, com base nos dados do Ministério da Saúde.
Segundo o secretário, outro indicador importante é a velocidade de transmissão, que tem sido maior em alguns grupos populacionais vulneráveis, como jovens gays, homens e mulheres profissionais do sexo e travestis.
Mulheres em geral e putas em particular...fiquem espertas. Vocês, a cada ano que passa, aumentam seu percentual na contagem total de casos.
Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
Tem que usar camisinha SEMPRE. Independente da pressão que o parceiro ou o cliente faz.
E muito melhor perder o cliente/parceiro do que passar o resto da vida com Aids.

E muito melhor perder o cliente/parceiro do que passar o resto da vida com Aids.
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Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
Diesel,
antes fosse somente a pressão de clientes pelo não uso de proteção. Ocorre que, centrando o assunto nas quengas, existe bom número delas que acompanha o parceiro na bebedeira e/ou carreiras, não ficam espertas a troca de camisinhas em surubas e swings, começam a dispensar o capote com clientes encarados como fixos, preferenciais ou até mesmo "duques", etc e tal.
As esquisitices vem de ambos os lados. Há de se ficar esperto meu nobre, sempre.
antes fosse somente a pressão de clientes pelo não uso de proteção. Ocorre que, centrando o assunto nas quengas, existe bom número delas que acompanha o parceiro na bebedeira e/ou carreiras, não ficam espertas a troca de camisinhas em surubas e swings, começam a dispensar o capote com clientes encarados como fixos, preferenciais ou até mesmo "duques", etc e tal.
As esquisitices vem de ambos os lados. Há de se ficar esperto meu nobre, sempre.
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Ana Beltrão
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Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
Triste constatação!
Existe um fato aterrorizante nesta nova historia do HIV no Brasil: Informação e choque de geração.
No Boom da Aids, figuras famosas morriam pelo mundo a fora, o mundo se comoveu por completo, e o Brasil foi referencia na politica de saúde (fato raro) quanto a campanhas, tantos em processos preventivos, de tratamento, quanto processos curativos (quando só resta o paliativo), e o vírus no Brasil ficou controlado, e regrediu absurdamente, até mesmo o preconceito e desenformação foram bem disseminados no auge do contagio no passado.
Todos passaram a comprar, a ter como reserva um reservativo, a ostentar a segurança com orgulho e responsabilidade.
Mas nesta época, alguém sempre conhecia , ou tomava ciência de alguém que havia sido infectado ou mesmo morrido pelo vírus.
Outro fato: hoje o numero de infectados na terceira idade aumentou estrondosamente, graças ao comprimido azul, os jovens de hoje não tem acesso real com portadores terminais (como era comum encontrar pela cidade) e não fazem ideia o que de fato é o HIV, alem da apelação sexual hoje ser publicamente muito mais intensa.
Infelizmente ou o país tomo as rédeas do programa novamente, com campanhas maciças e medidas comprometidas, ou teremos números cada vez mais alarmantes, e muito provavelmente crescentes de vitimas.
Ana B
Existe um fato aterrorizante nesta nova historia do HIV no Brasil: Informação e choque de geração.
No Boom da Aids, figuras famosas morriam pelo mundo a fora, o mundo se comoveu por completo, e o Brasil foi referencia na politica de saúde (fato raro) quanto a campanhas, tantos em processos preventivos, de tratamento, quanto processos curativos (quando só resta o paliativo), e o vírus no Brasil ficou controlado, e regrediu absurdamente, até mesmo o preconceito e desenformação foram bem disseminados no auge do contagio no passado.
Todos passaram a comprar, a ter como reserva um reservativo, a ostentar a segurança com orgulho e responsabilidade.
Mas nesta época, alguém sempre conhecia , ou tomava ciência de alguém que havia sido infectado ou mesmo morrido pelo vírus.
Outro fato: hoje o numero de infectados na terceira idade aumentou estrondosamente, graças ao comprimido azul, os jovens de hoje não tem acesso real com portadores terminais (como era comum encontrar pela cidade) e não fazem ideia o que de fato é o HIV, alem da apelação sexual hoje ser publicamente muito mais intensa.
Infelizmente ou o país tomo as rédeas do programa novamente, com campanhas maciças e medidas comprometidas, ou teremos números cada vez mais alarmantes, e muito provavelmente crescentes de vitimas.
Ana B
Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
Importante vc tocar nesse assunto, Ana, trabalho na área hospitalar e vejo pessoas que chegam pra fazer o exame assustados por terem cometidos atitudes que os deixam preocupados depois, falta de informação e de inteligência em se prevenir.
IRON
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Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
...e nessa marcha dos números trabalha-se com cerca de 734 mil soropositivos sendo que talvez 145/150 mil deles inconscientes do fato. 598 mil sabem da situação dos quais 398,5 mil estão, graças a Deus, em tratamento. As apurações ganharam impulso nos últimos 3 anos. RGS (em situação já considerada alarmante), Amazonas (!!), Sta. Catarina e RJ ponteiam em números relativos.
Especialistas apontam para 2 focos que contribuem para essa "onda" recente: os coroas 'turbinados' a vitamina V e afins (tal qual Ana Beltrão citou) bem como uma legião de gays jovens e despreocupados com as consequências (ainda) muito sérias do contágio pois parecem ignorar que o HIV ainda nos tira em média 12 mil brasileiros por ano. Os grupos que dominam as notificações são justo os gays 'nova geração' (10,5%), os usuários de drogas com o crack facilitando tudo (+ de 5%), travestis e trans (4,9%) além de profissionais do sexo em geral.
E as novinhas ? Hummm as novinhas. Entre 13 e 19 anos elas superam os rapazes. Devoradas com tesão por tudo e todos nas noites funkeiras e festeiras (inclusive preferência de 9 em 10 coroas "turbinados") elas fecham um perigoso circuito.
Observem que ano passado estimava-se 718 mil no total...hoje seriam 734. Meus amigos...olhando ao redor...e sabendo da histórica falta de confiabilidade de dados 'oficiais' aqui nesse pais volto (infelizmente) a dizer que suspeito que o número real de pessoas hiv+ é bem maior que o estimado. Uma pena, grande pena.
Especialistas apontam para 2 focos que contribuem para essa "onda" recente: os coroas 'turbinados' a vitamina V e afins (tal qual Ana Beltrão citou) bem como uma legião de gays jovens e despreocupados com as consequências (ainda) muito sérias do contágio pois parecem ignorar que o HIV ainda nos tira em média 12 mil brasileiros por ano. Os grupos que dominam as notificações são justo os gays 'nova geração' (10,5%), os usuários de drogas com o crack facilitando tudo (+ de 5%), travestis e trans (4,9%) além de profissionais do sexo em geral.
E as novinhas ? Hummm as novinhas. Entre 13 e 19 anos elas superam os rapazes. Devoradas com tesão por tudo e todos nas noites funkeiras e festeiras (inclusive preferência de 9 em 10 coroas "turbinados") elas fecham um perigoso circuito.
Observem que ano passado estimava-se 718 mil no total...hoje seriam 734. Meus amigos...olhando ao redor...e sabendo da histórica falta de confiabilidade de dados 'oficiais' aqui nesse pais volto (infelizmente) a dizer que suspeito que o número real de pessoas hiv+ é bem maior que o estimado. Uma pena, grande pena.
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Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
A galera (em especial novinhos e novinhas) está fodendo mais, com maior número de pessoas diferentes e...com boa dose de irresponsabilidade.
http://noticias.terra.com.br/brasil/45- ... 0RCRD.html
94 % dos brasileiros sabem a importância do uso da camisinha na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, aponta pesquisa do Ministério da Saúde. No entanto, 45% dos sexualmente ativos não usaram preservativo em relações ocasionais em 2013, percentual estável desde 2004.
O levantamento do Ministério entrevistou 12 mil pessoas na faixa etária de 15 a 64 anos. A pesquisa aponta que entre 2004 e 2013 aumentou de 4,1% para 12,1% a proporção de brasileiros que teve mais de cinco parceiros no último ano.
O estudo mostra também que, enquanto em 2004 pouco mais de 19% da população, entre 15 e 64 anos, teve mais de dez parceiros sexuais na vida, em 2013 o número passou para 43,9%.
No lançamento da campanha de carnaval do Ministério da Saúde, o ministro Arthur Chioro disse que a mudança de comportamento determinou mudança de foco da campanha, que agora destaca o teste e o tratamento. Serão distribuídas 120 milhões de camisinhas para a população.
“A gente nota uma certa mudança no comportamento sexual da população no decorrer dos anos. Uma das causas do crescimento da aids pode estar relacionada ao fato de a nova geração ser mais liberal que a anterior”, disse Chioro. O ministro ressalta que, por isso, o incentivo ao teste e ao tratamento devem fazer parte da campanha.
A estratégia agora é, além de estimular o uso da camisinha, como sempre foi feito, convidar o jovem a fazer o teste de HIV, disponível gratuitamente nos postos de saúde, e começar logo o tratamento, caso o teste dê positivo.
“Você poderia considerar que é uma geração mais liberal e que se expõe mais. Mas como tem mais parceiros, tem um risco acrescido. A questão é que, se a gente insistir em fazer mais do mesmo, e ficar paralisado na camisinha, a chance de enfrentar (o problema) é menor”, defendeu o diretor do departamento especializado em doenças sexualmente transmissíveis e aids, do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.
Segundo o ministério, 734 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. A incidência do vírus é 20,4 casos por grupo de 100 mil habitantes, mas a prevalência sobe para 41,3 no Rio Grande do Sul e para 33,4 no Amazonas.
-X-X-
Outra coisa aqui...se formos comparar as diferenças entre gravidez nas novinhas e os garotos que se declaram pais...percebe-se que os putos + velhos estão pegando geral as ninfetas.
http://noticias.terra.com.br/brasil/pes ... aRCRD.html
Quase 40% das mulheres entre 14 e 25 anos de idade não usam ou quase nunca usam camisinha em suas relações sexuais. Entre os homens de mesma idade, um em cada três declarou não usar o contraceptivo ou usá-lo pouco. Os números foram divulgados nesta quarta-feira no 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, elaborado pela Universidade Federal de São Paulo, que analisou o comportamento de 1.742 pessoas com idade entre 14 e 25 anos.
O levantamento apontou que quase um terço das mulheres com idade entre 14 e 20 anos engravidou pelo menos uma vez. O índice de aborto neste grupo etário, seja ele provocado ou natural, alcançou 12%, ou seja, uma em cada dez mulheres entre 14 e 20 anos abortou.
Entre os homens menores de 20 anos, cerca de 2% declararam ser pai. "Temos aí um problema de saúde pública que não está sendo discutido", disse Clarice Madruga, uma das coordenadoras do levantamento.
Segundo ela, a pesquisa demonstra que a juventude assume muitos comportamentos de risco. "Sabemos que a juventude é um período de maior vulnerabilidade e o cérebro não está completamente formado, então, as pessoas se expõem mais e têm menos controle de impulso", disse ela.
......quer dizer então que temos 734 mil hiv+ no Brasil ? É mesmo ?
Gostaria tanto, por incrível que pareça, que fosse isso mesmo...
http://noticias.terra.com.br/brasil/45- ... 0RCRD.html
94 % dos brasileiros sabem a importância do uso da camisinha na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, aponta pesquisa do Ministério da Saúde. No entanto, 45% dos sexualmente ativos não usaram preservativo em relações ocasionais em 2013, percentual estável desde 2004.
O levantamento do Ministério entrevistou 12 mil pessoas na faixa etária de 15 a 64 anos. A pesquisa aponta que entre 2004 e 2013 aumentou de 4,1% para 12,1% a proporção de brasileiros que teve mais de cinco parceiros no último ano.
O estudo mostra também que, enquanto em 2004 pouco mais de 19% da população, entre 15 e 64 anos, teve mais de dez parceiros sexuais na vida, em 2013 o número passou para 43,9%.
No lançamento da campanha de carnaval do Ministério da Saúde, o ministro Arthur Chioro disse que a mudança de comportamento determinou mudança de foco da campanha, que agora destaca o teste e o tratamento. Serão distribuídas 120 milhões de camisinhas para a população.
“A gente nota uma certa mudança no comportamento sexual da população no decorrer dos anos. Uma das causas do crescimento da aids pode estar relacionada ao fato de a nova geração ser mais liberal que a anterior”, disse Chioro. O ministro ressalta que, por isso, o incentivo ao teste e ao tratamento devem fazer parte da campanha.
A estratégia agora é, além de estimular o uso da camisinha, como sempre foi feito, convidar o jovem a fazer o teste de HIV, disponível gratuitamente nos postos de saúde, e começar logo o tratamento, caso o teste dê positivo.
“Você poderia considerar que é uma geração mais liberal e que se expõe mais. Mas como tem mais parceiros, tem um risco acrescido. A questão é que, se a gente insistir em fazer mais do mesmo, e ficar paralisado na camisinha, a chance de enfrentar (o problema) é menor”, defendeu o diretor do departamento especializado em doenças sexualmente transmissíveis e aids, do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.
Segundo o ministério, 734 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. A incidência do vírus é 20,4 casos por grupo de 100 mil habitantes, mas a prevalência sobe para 41,3 no Rio Grande do Sul e para 33,4 no Amazonas.
-X-X-
Outra coisa aqui...se formos comparar as diferenças entre gravidez nas novinhas e os garotos que se declaram pais...percebe-se que os putos + velhos estão pegando geral as ninfetas.
http://noticias.terra.com.br/brasil/pes ... aRCRD.html
Quase 40% das mulheres entre 14 e 25 anos de idade não usam ou quase nunca usam camisinha em suas relações sexuais. Entre os homens de mesma idade, um em cada três declarou não usar o contraceptivo ou usá-lo pouco. Os números foram divulgados nesta quarta-feira no 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, elaborado pela Universidade Federal de São Paulo, que analisou o comportamento de 1.742 pessoas com idade entre 14 e 25 anos.
O levantamento apontou que quase um terço das mulheres com idade entre 14 e 20 anos engravidou pelo menos uma vez. O índice de aborto neste grupo etário, seja ele provocado ou natural, alcançou 12%, ou seja, uma em cada dez mulheres entre 14 e 20 anos abortou.
Entre os homens menores de 20 anos, cerca de 2% declararam ser pai. "Temos aí um problema de saúde pública que não está sendo discutido", disse Clarice Madruga, uma das coordenadoras do levantamento.
Segundo ela, a pesquisa demonstra que a juventude assume muitos comportamentos de risco. "Sabemos que a juventude é um período de maior vulnerabilidade e o cérebro não está completamente formado, então, as pessoas se expõem mais e têm menos controle de impulso", disse ela.
......quer dizer então que temos 734 mil hiv+ no Brasil ? É mesmo ?
- Dmitri Luigitovitcz
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Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
PELO ENORME NÚMERO DE JOVENS QUE CONHECI NOS ÚLTIMOS ANOS, O QUE MAIS TENHO VISTO É PURA PREGUIÇA MESMO.
Apego corporal, desapego sentimental e emocional sempre !
Não me interesso por assuntos polêmicos e confusões !
Não me interesso por assuntos polêmicos e confusões !
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Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
Enquanto isso natureza e ciência continuam travando a guerra.
Avanços nas pesquisas para aplicações num futuro ainda indeterminado..
http://noticias.uol.com.br/saude/ultima ... adores.htm
http://noticias.uol.com.br/ciencia/ulti ... acacos.htm
...e uma linhagem ultra agressiva do vírus surge forte em Cuba vinda da África.
http://noticias.uol.com.br/saude/ultima ... us-hiv.htm
Avanços nas pesquisas para aplicações num futuro ainda indeterminado..
http://noticias.uol.com.br/saude/ultima ... adores.htm
http://noticias.uol.com.br/ciencia/ulti ... acacos.htm
...e uma linhagem ultra agressiva do vírus surge forte em Cuba vinda da África.
http://noticias.uol.com.br/saude/ultima ... us-hiv.htm
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Re: HIV/AIDS - NÚMEROS E NOVIDADES
Desde o início da epidemia de aids no Brasil, até junho de 2015,
foram registrados no país 798.366 casos de aids.
Verifica-se que nos primeiros 15 anos da epidemia houve 83.551 casos, com concentração mais acentuada
nas capitais do Sul e do Sudeste e em alguns municípios do estado de São Paulo. No período de 1995 a 2004, foram registrados 304.631 casos, verificando-se
expansão da concentração dos casos, principalmente, nas capitais da região
Nordeste e Centro Oeste e duas capitais do Norte. Por sua vez, no período de
2005 a junho de 2015, foram registrados 410.101 casos, observando-se que a
distribuição dos casos se expande para todo território nacional.
A distribuição proporcional dos casos de aids do Brasil segundo região
mostra uma concentração dos casos nas regiões Sudeste e Sul, correspondendo
cada qual a 53,8% e 20,0% do total de casos identificados de 1980 até junho
de 2015; as regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte correspondem a 14,6%,
5,9% e 5,7% do total dos casos.
Nos últimos cinco anos, o Brasil tem registrado, anualmente, uma
média de 40,6 mil casos de aids. Segundo as regiões, o Norte apresenta uma
média de 3,8 mil casos ao ano; o Nordeste, 8,2 mil; o Sudeste, 17,0 mil; o Sul,
8,6 mil; e o Centro-Oeste, 2,7 mil.
A taxa de detecção de aids no Brasil tem apresentado estabilização nos
últimos dez anos, com uma média de 20,5 casos para cada 100 mil habitantes;
também se observa estabilização da taxa na região Sul, com uma média de
31,1 casos para cada 100 mil habitantes. As regiões Norte, Nordeste e CentroOeste
apresentam uma tendência linear de crescimento significativo; em 2005
a taxa registrada foi de 14,3 (N) 11,7 (NE) e 17,3 (CO) casos para cada 100
mil habitantes, enquanto que no último ano a taxa foi de 25,7 (N), 15,2 (NE)
e 18,4 (CO), representando um aumento de 79,7% (N), 30,0% (NE) e 6,4%
(CO). A região Sudeste é a única que apresenta tendência de queda nos últimos
dez anos; em 2005, a taxa de detecção foi de 25,3, passando para 18,6 casos
a cada 100 mil habitantes em 2014, correspondendo a uma queda de 26,5%.
Em 2014, o ranking das Unidades da Federação com as maiores taxas
de detecção de aids mostra que os estados do Amazonas e do Rio Grande do Sul
apresentam as maiores taxas, com valores de 39,2 e 38,3 casos para cada 100 mil
habitantes.
Foram registrados no Brasil, desde 1980 até junho de 2015, 519.183
(65,0%) casos de aids em homens e 278.960 (35,0%) em mulheres. No
período de 1980 até 2003, observou-se um aumento na participação das
mulheres nos casos de aids. No período de 2004 a 2008, a razão de sexos,
expressa pela relação entre o número de casos de aids em homens e mulheres,
mantém-se em 15 casos em homens para cada 10 casos em mulheres. No
entanto, a partir de 2009, observa-se uma redução nos casos de aids em
mulheres e aumento nos casos em homens, refletindo na razão de sexos, que
passou a ser de 19 casos de aids em homens para cada 10 casos em mulheres
em 2014.
Desde o início da epidemia de aids (1980) até dezembro de 2014
foram identificados 290.929 óbitos tendo como causa básica aids, sendo a maioria na região Sudeste (61,0%), seguida do Sul (17,4%),
Nordeste (12,3%), Centro-Oeste (5,0%) e Norte (4,2%). Em 2014, a distribuição
proporcional dos 12.449 óbitos foi de 44,9% no Sudeste, 20,3% no Sul, 19,5%
no Nordeste, 9,3% no Norte e 5,9% no Centro-Oeste.
Analisando o coeficiente de mortalidade padronizado, observa-se uma
queda nos últimos dez anos para o Brasil; passou-se de 6,0 óbitos a cada 100
mil habitantes em 2005 para 5,7 em 2014, o que representa uma queda
de 5,0%. No entanto, essa redução não é observada em todas as regiões
do país; apenas as regiões Sudeste e Sul apresentam tendências de queda,
sendo que a região Sul teve redução de 10,6% e no Sudeste essa redução foi
mais acentuada, de 19,7%. Nas regiões Norte e Nordeste, a tendência é de
crescimento nos últimos dez anos; no Norte, o coeficiente aumentou 58,6%,
passando-se de 4,6 óbitos para cada 100 mil habitantes em 2005 para 7,3 em
2014, e no Nordeste, aumentou 34,3%, passando-se de 3,2 para 4,3 óbitos
para cada 100 mil habitantes. A região Centro-Oeste manteve o coeficiente de
4,5 em 2005 e em 2014.
http://www.aids.gov.br/pagina/2010/36374
foram registrados no país 798.366 casos de aids.
Verifica-se que nos primeiros 15 anos da epidemia houve 83.551 casos, com concentração mais acentuada
nas capitais do Sul e do Sudeste e em alguns municípios do estado de São Paulo. No período de 1995 a 2004, foram registrados 304.631 casos, verificando-se
expansão da concentração dos casos, principalmente, nas capitais da região
Nordeste e Centro Oeste e duas capitais do Norte. Por sua vez, no período de
2005 a junho de 2015, foram registrados 410.101 casos, observando-se que a
distribuição dos casos se expande para todo território nacional.
A distribuição proporcional dos casos de aids do Brasil segundo região
mostra uma concentração dos casos nas regiões Sudeste e Sul, correspondendo
cada qual a 53,8% e 20,0% do total de casos identificados de 1980 até junho
de 2015; as regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte correspondem a 14,6%,
5,9% e 5,7% do total dos casos.
Nos últimos cinco anos, o Brasil tem registrado, anualmente, uma
média de 40,6 mil casos de aids. Segundo as regiões, o Norte apresenta uma
média de 3,8 mil casos ao ano; o Nordeste, 8,2 mil; o Sudeste, 17,0 mil; o Sul,
8,6 mil; e o Centro-Oeste, 2,7 mil.
A taxa de detecção de aids no Brasil tem apresentado estabilização nos
últimos dez anos, com uma média de 20,5 casos para cada 100 mil habitantes;
também se observa estabilização da taxa na região Sul, com uma média de
31,1 casos para cada 100 mil habitantes. As regiões Norte, Nordeste e CentroOeste
apresentam uma tendência linear de crescimento significativo; em 2005
a taxa registrada foi de 14,3 (N) 11,7 (NE) e 17,3 (CO) casos para cada 100
mil habitantes, enquanto que no último ano a taxa foi de 25,7 (N), 15,2 (NE)
e 18,4 (CO), representando um aumento de 79,7% (N), 30,0% (NE) e 6,4%
(CO). A região Sudeste é a única que apresenta tendência de queda nos últimos
dez anos; em 2005, a taxa de detecção foi de 25,3, passando para 18,6 casos
a cada 100 mil habitantes em 2014, correspondendo a uma queda de 26,5%.
Em 2014, o ranking das Unidades da Federação com as maiores taxas
de detecção de aids mostra que os estados do Amazonas e do Rio Grande do Sul
apresentam as maiores taxas, com valores de 39,2 e 38,3 casos para cada 100 mil
habitantes.
Foram registrados no Brasil, desde 1980 até junho de 2015, 519.183
(65,0%) casos de aids em homens e 278.960 (35,0%) em mulheres. No
período de 1980 até 2003, observou-se um aumento na participação das
mulheres nos casos de aids. No período de 2004 a 2008, a razão de sexos,
expressa pela relação entre o número de casos de aids em homens e mulheres,
mantém-se em 15 casos em homens para cada 10 casos em mulheres. No
entanto, a partir de 2009, observa-se uma redução nos casos de aids em
mulheres e aumento nos casos em homens, refletindo na razão de sexos, que
passou a ser de 19 casos de aids em homens para cada 10 casos em mulheres
em 2014.
Desde o início da epidemia de aids (1980) até dezembro de 2014
foram identificados 290.929 óbitos tendo como causa básica aids, sendo a maioria na região Sudeste (61,0%), seguida do Sul (17,4%),
Nordeste (12,3%), Centro-Oeste (5,0%) e Norte (4,2%). Em 2014, a distribuição
proporcional dos 12.449 óbitos foi de 44,9% no Sudeste, 20,3% no Sul, 19,5%
no Nordeste, 9,3% no Norte e 5,9% no Centro-Oeste.
Analisando o coeficiente de mortalidade padronizado, observa-se uma
queda nos últimos dez anos para o Brasil; passou-se de 6,0 óbitos a cada 100
mil habitantes em 2005 para 5,7 em 2014, o que representa uma queda
de 5,0%. No entanto, essa redução não é observada em todas as regiões
do país; apenas as regiões Sudeste e Sul apresentam tendências de queda,
sendo que a região Sul teve redução de 10,6% e no Sudeste essa redução foi
mais acentuada, de 19,7%. Nas regiões Norte e Nordeste, a tendência é de
crescimento nos últimos dez anos; no Norte, o coeficiente aumentou 58,6%,
passando-se de 4,6 óbitos para cada 100 mil habitantes em 2005 para 7,3 em
2014, e no Nordeste, aumentou 34,3%, passando-se de 3,2 para 4,3 óbitos
para cada 100 mil habitantes. A região Centro-Oeste manteve o coeficiente de
4,5 em 2005 e em 2014.