PANORAMA DAS TERMAS PÓS-PANDEMIA

Espaço para os mais variados temas relacionados ao mundo da putaria, atendimentos das casas e das meninas, etc...
brunogoncalves
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Re: AS TERMAS PÓS-PANDEMIA

Mensagem por brunogoncalves »

A bolsa foi pra SP, as agências de publicidade foram pra SP, as indústrias foram pra SP, depois fecharam e foram pra China, o pré sal foi estruturado com o Bariloche a 100 dólares, não falo nem da roubalheira, se apostou nos grandes eventos, no turismo e no áudio visual (calcado exclusivamente em mecenato via leis de incentivo) como a vocação da cidade, olimpíadas e copa contratadas e construídas a juros lá em cima (estamos pagando até hoje), enfim, capricharam
brunogoncalves
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Re: AS TERMAS PÓS-PANDEMIA

Mensagem por brunogoncalves »

Mas se gente séria estruturar um plano viável, de médio e longo prazo (5 e 20 anos), que leve em conta não apenas vocação, mas a integração econômica com o estado e outros estados, infra estrutura (esgoto, rede elétrica, educação) e novo regime tributário em 2 ou 3 anos melhora muito. Foi o plano apresentado pelo Guedes. Que estados e municípios fossem até a equipe econômica para apresentar esses planejamentos e negociar as dívidas que seriam compradas pelo governo federal. Mas implicaram com o homem... Ah, e hoje no mundo só pouco países tem dinheiro de verdade para investir... e não tão muito a fim de especular... EUA, Japão, Emirados Árabes, Israel, Bélgica e Holanda se não me engano. Todo resto tá micado... dinheiro alavancado em títulos sem valor (já foram pagos)...
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AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por membro »

Hoje li um relato no tópico do Clube 502 em que o forista afirma que as termas do Centro, apesar de oscilantes, se recuperaram. Como assim? Caso a palavra recuperar se refira a aumento de preços, sim, todas se recuperaram e continuam se recuperando. As grandes termas do Centro, com exceção da 502, aumentaram os preços. A 65, por exemplo, passou o programa no período de uma hora de 270 para 330 e agora de 330 para 360, ou seja, três aumentos em menos de doze meses. Somando-se ao consumo obrigatório de 70 reais, eu prefiro comer duas freelancers de qualidade e tomar um chope com a grana que sobrar.

Estive na Cancun recentemente e sempre fico com a impressão de estar entrando numa biblioteca ou em uma enfermaria, tal o clima estagnado do lugar. A 502, é notório, entrou em uma decadência brutal que parece irreversível; a 4X4 continua sendo bordel para amadores e gringos desavisados, além de caríssima, não presta um serviço que justifique os valores e ainda mantém o velho e desagradável hábito dos pedidos de caixinha. A MV30, se falarmos com coragem e sinceridade, se tornou um Trash com valores altos e pouquíssima frequência, e isso já vem antes da pandemia.

A 4x4 e a 65 ainda possuem um número restrito de clientes, um número maior de mulheres (nenhuma que venha a valer pagar mais de 400 reais no acerto da conta no caixa). Infelizmente, existem uns poucos grupos que só frequentam o mesmo roteiro, os mesmos lugares, num looping infinito e tedioso que só serve para esvaziar a conta bancária e proporcionar pouco prazer. Talvez, seja o que sustente essas casas com os maus hábitos do século passado, sendo que a maioria dos clientes da 4x4 e 65 frequentam a pista para beber e alisar as mulheres, raros são os que sobem para finalizar o encontro.

Estive duas vezes na Black White, em Bonsucesso, que também pratica valores de termas do Centro. O que vi lá? Um clima de boteco, meninas sentadas por horas com clientes, bebendo com eles e sem circular no salão; clientes em pé, como eu, esperando alguma mulher disponível para tentar avaliar se vale a pena o programa; muitas garotas com vícios de privê ruim; algumas cheias de “não me toque”; consumo obrigatório de 30 reais e o valor de programa de uma hora a 200 contos. Sinceramente, não vale a pena.

Nunca fui de sair com frees, mas preciso reconhecer que hoje elas são a melhor opção, muitas atendem em sala própria e se esforçam para prestar um bom serviço. Pagar em média 400 contos em um puteiro só para me exibir entre amigos não faz mais parte dos meus sonhos adolescentes. Fora as frees, ainda frequento os Trashs de raiz e alguns privês, onde é possível encontrar mulheres bonitas que, em muitas ocasiões, estão lá para faturar o que não faturam nas grandes termas. Pagar mais caro não significa ser mais feliz, nos casos dos puteiros pode representar o contrário disso. :hum:

P.S: Existe a situação ridícula de alguns ex-foristas se prestarem ao papel de "promoters" dessas casas que ficaram caídas com a chegada dos novos tempos, fazem uma publicidade capenga em Redes Sociais, usando clichês e chamados patéticos de quem não conhece ou tem qualquer experiência em marketing. Além deles, existem os "presidentes" e "filiados" de Fã-Clubes de gerentes e cafetas. Não ajudam as casas com críticas que possam levar a qualquer melhoria, apenas bajulam ou se manifestam com receio de não agradarem se emitirem alguma opinião mais honesta.
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Wolfgang
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por Wolfgang »

Bela avaliação! Não sou de frequentar termas e essas dicas me ajudam a me manter nas frees kkkkk
Dante escreveu:Hoje li um relato no tópico do Clube 502 em que o forista afirma que as termas do Centro, apesar de oscilantes, se recuperaram. Como assim? Caso a palavra recuperar se refira a aumento de preços, sim, todas se recuperaram e continuam se recuperando. As grandes termas do Centro, com exceção da 502, aumentaram os preços. A 65, por exemplo, passou o programa no período de uma hora de 270 para 330 e agora de 330 para 360, ou seja, três aumentos em menos de doze meses. Somando-se ao consumo obrigatório de 70 reais, eu prefiro comer duas freelancers de qualidade e tomar um chope com a grana que sobrar.

Estive na Cancun recentemente e sempre fico com a impressão de estar entrando numa biblioteca ou em uma enfermaria, tal o clima estagnado do lugar. A 502, é notório, entrou em uma decadência brutal que parece irreversível; a 4X4 continua sendo bordel para amadores e gringos desavisados, além de caríssima, não presta um serviço que justifique os valores e ainda mantém o velho e desagradável hábito dos pedidos de caixinha. A MV30, se falarmos com coragem e sinceridade, se tornou um Trash com valores altos e pouquíssima frequência, e isso já vem antes da pandemia.

A 4x4 e a 65 ainda possuem um número restrito de clientes, um número maior de mulheres (nenhuma que venha a valer pagar mais de 400 reais no acerto da conta no caixa). Infelizmente, existem uns poucos grupos que só frequentam o mesmo roteiro, os mesmos lugares, num looping infinito e tedioso que só serve para esvaziar a conta bancária e proporcionar pouco prazer. Talvez, seja o que sustente essas casas com os maus hábitos do século passado, sendo que a maioria dos clientes da 4x4 e 65 frequentam a pista para beber e alisar as mulheres, raros são os que sobem para finalizar o encontro.

Estive duas vezes na Black White, em Bonsucesso, que também pratica valores de termas do Centro. O que vi lá? Um clima de boteco, meninas sentadas por horas com clientes, bebendo com eles e sem circular no salão; clientes em pé, como eu, esperando alguma mulher disponível para tentar avaliar se vale a pena o programa; muitas garotas com vícios de privê ruim; algumas cheias de “não me toque”; consumo obrigatório de 30 reais e o valor de programa de uma hora a 200 contos. Sinceramente, não vale a pena.

Nunca fui de sair com frees, mas preciso reconhecer que hoje elas são a melhor opção, muitas atendem em sala própria e se esforçam para prestar um bom serviço. Pagar em média 400 contos em um puteiro só para me exibir entre amigos não faz mais parte dos meus sonhos adolescentes. Fora as frees, ainda frequento os Trashs de raiz e alguns privês, onde é possível encontrar mulheres bonitas que, em muitas ocasiões, estão lá para faturar o que não faturam nas grandes termas. Pagar mais caro não significa ser mais feliz, nos casos dos puteiros pode representar o contrário disso. :hum:
Vc pra mim é problema seu! :assobiando:
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Felipe_BR
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por Felipe_BR »

Semana passada fui na 4X4. Bem ruim, muitas mulheres pançudas. Vi somente uma que me interessou pelo visual: mais esguia, cintura fina com bundinha, mais natural. Estava "alugada" numa mesa com caras bebendo. Aguardei para ver se liberariam a mulher, mas nada. Fui embora sem fazer TD. Morri em 70 mangos.
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Pokó
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por Pokó »

Eduardo B. escreveu: Estava "alugada" numa mesa com caras bebendo. Aguardei para ver se liberariam a mulher, mas nada.
Infelizmente essa é uma prática incentivada pelas casas, comissionando as meninas pelas bebidas vendidas.
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por membro »

Pokó escreveu:
Infelizmente essa é uma prática incentivada pelas casas, comissionando as meninas pelas bebidas vendidas.
Pelo que sei, aqui no Rio não são comissionadas, apenas enchem o pote :risada:
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por Balsac »

Desisti dessas casas há muito tempo. Desde que houve uma explosão de frees. Com internet e sites de relatos ficou mais fácil de achar uma boa diversão.

A última que fui e fechei negócio acho que nem mais existe. O nome era Rio Antigo. ficava na Glória. Pegava uma sauna e depois escolhia a menina.

Sempre fui fã de frees. Desde garoto. Naquele época, sem internet, comprava o O Globo e Jornal do Brasil. Pegava os classificados e ligava para todas que me interessavam. Tive surpresas imensas e poucas decepções. Para vocês terem uma ideia, naquela época o período comum era duas horas. Isso camaradas há 25 anos.
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James Bond
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por James Bond »

O povo aceitou o "Fique em Casa" ganhando migalhas, aumentando o desemprego e quebrando empresas.

Agora tomem a inflação, e se voltar a acreditar nesta epidemia sensacionalista, vão ficar mais pobre e viver que em uma ditadura, não pode mais fazer nada.

Parem de agir como massa de manobras usando mascaras e repetindo o que eles mandam e falam.
007 Anarquista
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por membro »

Ontem, quarta-feira, dei um rolé noturno pelos trashes do Centro e o que vi foi desolador. Início de mês, trashs com pouco movimento, poucas mulheres e a maioria delas fraca. Parece que só as putas ruins de atendimento estão trabalhando em puteiro ainda, é impressionante.

Como venho repetindo constantemente aqui, a crise colocou em xeque o modelo das antigas termas do Centro e agora também começa a atingir os trashes. Estamos no início do mês de dezembro, mês com promessa de décimo terceiro salário, e constatar as casas vazias nesta época é um vislumbre dos novos tempos. Pelo que sei, as coisas também não estão fáceis para as frees nem para os privês. Ou seja, na verdade, é a prostituição carioca que está em xeque. A falta de dinheiro, o empobrecimento, o fim do auxílio emergencial, muitos fatores estão erodindo os bordeis e o faturamento das garotas de programa.

O inacreditável é saber que casas, como a 65, aumentam cada vez mais o valor dos programas neste período de franca recessão econômica. Ou os caras são alienados ou não se interessam em ver as meninas trabalharem, decidiram lucrar somente com a consumação obrigatória de setenta reais. Colocam valores altos para programas apenas para atraírem mulheres, sabendo que elas terão muita dificuldade de fazer caixa com o cachê em vigor.

Está na cara que um dos principais vetores que estão afastando os clientes são os valores praticados, aí é o dilema que precisa ser enfrentado por quem trabalha com sexo: Diminuir os valores e trabalhar mais por volume? Manter como está e se submeter ao risco das oscilações de movimento? Aumentar valores e perder os poucos clientes que restam?

Mais do que nunca, é necessário que as mulheres do ramo fidelizem clientes, que valorizem foristas que fazem publicidade espontânea. Sobre os bordeis, teriam que mudar completamente o formato do negócio, mas com esses puteiros cariocas que parecem cartórios de concessões hereditárias, acho difícil algo novo acontecer.
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por Brand »

Dante escreveu:O inacreditável é saber que casas, como a 65, aumentam cada vez mais o valor dos programas neste período de franca recessão econômica. Ou os caras são alienados ou não se interessam em ver as meninas trabalharem, decidiram lucrar somente com a consumação obrigatória de setenta reais. Colocam valores altos para programas apenas para atraírem mulheres, sabendo que elas terão muita dificuldade de fazer caixa com o cachê em vigor.

So pode ser isso mesmo, estão jogando todas as fichas nessa consumaçao e bebidas extras com preços exorbitantes, com as garotas servindo de chamariz... resta saber até que ponto isso é atrativo para elas, ficarem ali para isca de bebado rs. :risada2:
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Deco1272
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por Deco1272 »

As termas já tiveram o seu tempo asssim como outras coisas como video cassete, fita cassete, disco de vinil também tiveram a sua época. Tudo na vida evolui e se não evolui ou se atualiza perde a sua utilidade. Eu frequentei muitas termas na juventude. Há 20 anos atrás, no auge da minha juventude e com indices de testosterona altissimos no corpo, cheguei a loucura de'fazer três programas uma noite só na 4x4, com três garotas diferentes. A conta foi salgada, ficou quase mIl reais. E mil reais 20 anos atrás era dinheiro. Bons tempos que não voltam mais. A 4x4 tinha um time de meninas de fazer inveja a muitas agências de modelos. Segundo relatos de confrades, o time de meninas hoje não faz jus aos preços abusivos cobrados. Hoje tenho um limite mais modesto de gastos. Às vezes fico perplexo com as inúmeras opções que a internet nos oferece, o camarada escolher fazer um programa em uma termas pagando preços altissimos. Mas cada um com a sua fantasia, com seu orçamento e com seus gostos. Que sejam felizes.
Velnonovato
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por Velnonovato »

Sou das antigas e vivi a fase áurea das termas. 4x4 e suas deusas cheias de rainhas do porno , Babalu , pantera , Suzana rios , Lena , altas gatas famosas e as não famosas que apareciam pra fazer um ganho e sumiam. Era uma maravilha e um custo acessível.

Até as vizinhas eram boas , 21 , 31 , aquarius , MV 30.

Tinha pra todo público e bolso cada uma com suas vantagens.

Mas isso tudo ruiu já antes da pandemia , agora entao ... Hj a menina com fórum e celular faz seu trabalho , não precisa dividir com o dono nem ficar a noite toda de pé de salto esperando algo . Não consigo ver futuro pra isso no médio e longo prazo , talvez só pra gringo mesmo que não consegue desenrolar no ZAP. Se é que isso é possível ... A soluçao seria reduzir o custo não aumentar ... Mas vai entender
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Re: AS TERMAS PÓS-PANDEMIA

Mensagem por RJAnos90 »

Eu comecei ir na zona em 2008, na verdade a minha primeira foi numa bem rui que ficava na Rua Bento Lisboa, no Catete (Rio de Janeiro), isso foi em 2006, eu tinha 17 anos. Mais de dez anos depois fui visitar lá e fiquei constrangido. Eu realmente comece frequentar zonas em 2008, ia muito nas boates de Copacabana como Frank Bar (minha primeira), Cicciliona, Barbarela, Erotika e Casablanca. Na Sensoo eu passava na porta e bem mais tarde fui uma vez na nova versão da Kalabria...hoje em dia todas essas boates fecharam, talvez com exceção da Kalabria...tinha a Doce Vitta também, mas nunca fui nela. A Don Juan, em copacabana, só conhecia de nome. Lembro que no inicio da década passada sempre tocava aquela música Vodka-Agua de Coco...um dia no Baebarella, um maluco que sempre estava lá falou que ele que escreveu essa música ahahahahah.

Como eu disse, me inicie em 2008, acho que lá foi inicio do declínio da noite de Copacabana, nessa época ainda bombava, mas nos anos seguintes o movimento caiu demais. Acho que até que quando a prefeitura fechou a Help, isso influenciou um pouco. Em 2014, conheci a 4x4, foi amor a primeira vista, termas vale muito mais apena do que boate. Tinha indo no Paris Café em 2012, mas como morava na zona sul, ir para o Recreio é quase como atravessar o Atlântico. A partir do momento que comecei a frequentar a 4x4, praticamente abandonei as boates de Copa. Depois do incêndio da 4x4, nunca mais fui lá, me falaram que ta bom, mas também está muito caro. Comecei a ir na Whiskeria 65 e na Cancun, agora vou mais na Cancun, a casa melhorou bastante, sempre teve mulher, mas o atendimento melhorou muito.

Sobre a decadência das zonas, não sei se tem haver com internet, até por que internet já existe há mais de 20 anos. Talvez os aplicativos, mas mesmo sim, não sei se é o principal motivo. Em Copa, eu tenho toda certeza que quando a Help fechou, a noite de copa morreu um pouco...e olha que eu nunca fui lá, só para dizer que eu não sou fan da boate. Acho que o Bum do preço dos imóveis que aconteceu em 2009/2010 pode ter tido grande influência, ficou mais caro para manter as boates e também para as meninas alugarem apartamentos em Copa ou perto das boates.

Outro fator é que as coisas mudam, acho que a maioria aqui deve ter entre 30 e 50 anos, e todo esse grupo sabe mais nomes de boates normais que fecharam do que boates que estão na ativa hoje, Rio de Janeiro é uma cidade cara, é dificil se mantar, ainda mais na balada, por isso que não última década veio uma pandemia...os barzinhos, galera vai muito no Baixo Gávea, Baixo Botafogo, São Salvador...lugares parecidos, um bando de barzinho na rua, é um programa barato, não paga entrada e a roda de amigos divide a bebida, eu acho que isso é novo, não lembro desses lugares serem assim na minha adolescência nos anos 00, acho que a Farani era assim, mas não me recordo que o baixo botafogo tivesse um bando de barzinho nos anos 2000.

No final da última década teve um crise, muitos lugares tradicionais fecharam, inclusive o Estrela do Sul, ae veio a Pandemia e fechou o caixão de muito estabelecimento. Acho que muitas zonas fecharam por muitos motivos, tecnologias como aplicativos e etc pode ter tido alguma influência, mas não foi o principal motivo. Eu prefiro ir em terma, para mim ter que ser ao vivo, não confio em site ou aplicativo...acho temas muito melhor, várias mulheres a disposição.

Ah sim, apesar de ter dito que prefiro termas do que as boates de Copa, as vezes tenho saudades das minhas noites nas boates de copacabana....bons tempos.
RJAnos90
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Re: AS TERMAS NO PÓS-PANDEMIA: VERDADES E MITOS

Mensagem por RJAnos90 »

Deco1272 escreveu: 04 Dez 2021, 13:56 As termas já tiveram o seu tempo asssim como outras coisas como video cassete, fita cassete, disco de vinil também tiveram a sua época. Tudo na vida evolui e se não evolui ou se atualiza perde a sua utilidade. Eu frequentei muitas termas na juventude. Há 20 anos atrás, no auge da minha juventude e com indices de testosterona altissimos no corpo, cheguei a loucura de'fazer três programas uma noite só na 4x4, com três garotas diferentes. A conta foi salgada, ficou quase mIl reais. E mil reais 20 anos atrás era dinheiro. Bons tempos que não voltam mais. A 4x4 tinha um time de meninas de fazer inveja a muitas agências de modelos. Segundo relatos de confrades, o time de meninas hoje não faz jus aos preços abusivos cobrados. Hoje tenho um limite mais modesto de gastos. Às vezes fico perplexo com as inúmeras opções que a internet nos oferece, o camarada escolher fazer um programa em uma termas pagando preços altissimos. Mas cada um com a sua fantasia, com seu orçamento e com seus gostos. Que sejam felizes.
O meu recorde só foram dois programas num mesmo dia, logo após a pandemia a Whiskeria 65 tinha desconto no dinheiro vivo...vou em zona desde 2008, mas foi logo pós pandemia que eu mais aproveitei a zona por causa dessa promoção, acho que foram seis vezes que subi duas vezes no mesmo dia na Whiskeria 65. Na 4x4 acho que só foram duas ou três.
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