TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

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Madruguinha
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TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

Mensagem por Madruguinha »

Por muitos anos me acostumei a ser um solteiro convicto. Geralmente quem me interessa não é parte interessada e o inverso também se aplica. Posso dizer que amei de verdade apenas uma vez, e a menina em questão ajudou a moldar parte do que sou hoje. Antes dela eu acreditava no amor, na fidelidade e na família. Esboçamos planos, demos nome para uma futura filha, trocamos poesias... Proferimos diversas juras, porém, não tardou para que ela criasse coragem e dissesse que não mais me queria; trocou-me, despedaçou-me e me jogou para escanteio depois de eu ter feito o inimaginável para tê-la em meus braços. Desde então precisei ocupar essa lacuna com outras pessoas, atividades e coisas.

O início do luto não foi fácil. Antes da aceitação, veio a negação. Eu vivia a espera de algo que nunca veio a materializar-se. O telefone não tocou, o pedido de perdão não veio. Foi complicado visualizar um futuro diferente do que fora sonhado. Nesse estágio, precisei trabalhar, estudar, escrever, sair, conhecer novas pessoas e etc, tudo com mais frequência do que o habitual. Entretanto, os dias passaram e, quando dei por mim, a dor deu lugar ao costume. Aceitei e percebi que, querendo ou não, continuei; que capaz ou não, suportei.

Dias, meses e anos foram passando.
Quase me apaixonei, quase namorei, quase morri, quase me formei e quase larguei a putaria. QUASE. Alguns acreditam que todas as histórias já estão escritas e que os destinos são traçados desde a maternidade. Não tenho opinião formada sobre isso (não mais, em certa altura já tive), só sei que a vida me aprontou uma peça que preciso compartilha-la. Ainda que aqui dessa forma, atrás das cortinas, em off.


O Convite.

O calendário destrinchava uma segunda-feira com clima atípico para o mês e para a cidade do ocorrido. Novembro, Rio de Janeiro, subúrbio. Não fazia calor no dia. A noite era caída e eu já devidamente descansando em meus aposentos. A temperatura dava um desconto para o ar condicionado velho de guerra e também para alguns reais na fatura da concessionária. O ventilador de teto cumpria o papel de espantar os mosquitos e de produzir barulho aos meus ouvidos até que eu apagasse.

Marcava por volta de onze e meia. Há alguns anos um horário que eu esperava com ansiedade tratando-se das segundas-feiras. Nele, graças a um blog de um cantor/compositor/escritor, tomei mais gosto pela leitura e consequentemente pela arte de escrever. Aquelas linhas faziam-me viajar sem precisar sair do quarto e ajudavam a energizar e direcionar o restante da minha semana. No aludido horário, uma mensagem de alguém muito estimado chega ao meu Whatsapp para mudar a história, o rumo, o plano. Dessa vez a viagem seria curta, porém física:

"Grandes chances de ser a puta que você tanto quer descobrir que o fulano tá saindo, mas que não quer te passar o contato." — Dizia a mensagem acompanhada de um link.

A adrenalina do "proibido", a instigação que o mistério causa, o pequeno cafajeste interior e o tesão que as fotos do anúncio proporcionaram mexeram com a minha alma e sacodiram meu espírito.

"Caralho! Será, cara!? Muito gostosa, puta que pariu! Porra, vou ver qual é dessa mina. Já vou iniciar a entrevista." — Respondi e cumpri de imediato o que falei que faria, sem se importar com a volta que o ponteiro dava.

Só não esperava que o contato, adicionado em segundos, estaria tão disposto a embarcar naquela coisa tão súbita...

"Oi, boa noite." — a garota respondeu para a minha surpresa e agitação.

Nos 30 minutos seguintes já estava tudo alinhado. Entrevista realizada, nova higiene feita... Local, preço e deslocamento acordados, mais a disponibilidade da menina, fizeram com que todos os trâmites fossem aprovados em tempo recorde.


O Salão.

O hotel ficava a 10 minutos de casa em uma rota super conhecida. Barato, não tive muito o que temer. Quer dizer, o fato do deslocamento de Uber ser acertado apenas no fim, junto com o valor do programa, deixava uma pulga atrás da orelha e uma possibilidade de levar um bolo. Mesmo assim, liguei o motor do carro, parti e paguei pra ver. Logo no início do trajeto, já soube que havia esquecido algo em cima da bendita cama que deveria estar me servindo de descanso para o dia de trabalho seguinte. Minhas companheiras de diversão e sanitarismo foram deixadas para trás e até tinha como as pegar, mas decidi não voltar para apanha-las. A certeza que encontraria aberta a drogaria 24h do próximo bairro riu de mim. Passei desacelerado em frente ao estabelecimento e encontrei suas portas arriadas, com moradores de rua embaixo da marquise vivendo suas vidas na sarjeta.

Não desanimei, tudo era perto e em última instância eu iria para o combate mesmo com armaduras estranhas. A dama me pede meia hora para se arrumar e a confirmação com a foto da chave do quarto quando eu chegasse. Embiquei meu popular na garagem do hotel, preenchi a ficha de locação e fiz o pagamento de um quarto sem luxos. Subi, conferi que existia preservativos no armário sobre o frigobar e quase relaxei por completo. O quarto era funcional, limpo e espaçoso; com boa cama, chuveiro quente, toalhas ensacadas, cadeira erótica, ar e tv. Apesar de barato, não ouso dizer que faz feio quem decide dar uma namorada por ali. Enviei a foto da chave para a moça e fiquei no aguardo.

— Quase pronta, já já chamo o Uber e daqui a pouco tô aí. — escreveu.

O "já já" não foi tão "já já" assim. Lembro que dei umas piscadas e precisei lutar contra o sono na meia hora seguinte. Passou pela minha cabeça que eu estava ficando sem freio, dadas as circunstâncias que me levaram a marcar o programa tão rapidamente e no entrar da madrugada. Todavia, não dava mais para retroceder.


A Convidada.

Entre as mensagens "Entrei no Uber", "Cheguei" e o telefonema da recepcionista avisando que a minha acompanhante havia chegado, não passaram mais que 12 minutos. A garota era de pertinho, da área, de um perímetro bem próximo.

— Pode liberar a subida dela. — Respondi ao telefone.

A adrenalina se faz presente. A inquietação pela revelação do desconhecido se manifesta. O nervosismo de toda primeira vez, lateja. A campainha toca e o inimaginável acontece.

Entrei nesse tradicional site, que acaba de completar uma década de vida, há pouco mais de 9 meses. Dei a luz a poucos TDs, não troquei uma palavra sequer no chat e participo ainda timidamente dos tópicos apresentados nos fóruns. A propósito, lancei apenas um tópico até aqui - que não faz tanto tempo- e que atende pelo título de "E AGORA, CONFRADE?". O referido levanta uma questão a respeito de como seria a reação do confrade em uma das suas aventuras putais, caso encontrasse uma menina conhecida nas diversas categorias de prostituição disponíveis. Acredite, forista céptico, a situação relatada no presente veio a acontecer três semanas após o lançamento do mesmo. Precisei viver a situação na pele para sanar a dúvida que me permeava.

A porta é aberta e a saia se ajusta a ponto de apertar meus culhões. A garota de programa convidada é, para minha apreensão, uma vizinha de duas casas depois da de minha mãe.


A Torta de Climão.

"Quantas vezes eu estive
Cara a cara com a pior metade?
Quantas vezes a gente sobrevive
À hora da verdade?"
(GESSINGER, 2002)

Humberto Gessinger, o cantor e blogueiro, que há pouco mais de uma década me inspirava a ler e escrever, acompanhando seu blog sempre que as segundas viravam terças, compôs em 2002 a canção Surfando Karmas & DNA, que tomando-a emprestada sem pedir licença, utilizo para dar o tom ao episódio que foi recebe-la ali.

Betina - nome que escolhi para chama-la - está longe de ser literalmente a pior metade de uma cara. Ela é uma negra de estatura mediana, cabelos cacheados, sorriso metálico, seios médios, belas pernas e uma bunda de destaque. Do tipo magralecía gostosa, que faz meu pau ereto sem qualquer cerimônia, mas a situação em si era nova e inusitada. Ficamos ali nos encarando na entrada do quarto em segundos de muita tensão e indecisão. Passou pela minha cabeça abortar, creio que na dela também, porém decidi convidá-la a entrar. Ela topou e sentamos na cama pra conversar e competir quem distribuía mais sorrisos amarelos. Frases do tipo: "Eu não acredito, cara.", "Tô morrendo de vergonha." "Caralho, e agora!?" foram proferidas pelos dois quase que instantaneamente e concomitantemente.

Eu sempre quis pegar essa menina. Perdi as contas de quantas vezes comentei isso com meu irmão - que habita com minha mãe e também a tem como vizinha - nas vezes que a encontrava pela rua. Se ela fosse feia, sem sal, infiel às fotos do anúncio, faria o pagamento do programa e liberaria ela do trabalho. Mas não, Betina era a gostosa que sempre quis enfiar a piroca e não dava pra jogar a oportunidade no lixo. Fiz questão de salientar que tudo ficaria no sigilo se dependesse de mim e ela assentiu prometendo que faria o mesmo. Dito isto, brinquei dizendo que como já estávamos no inferno, nos restava abraçar o capeta. Ela riu um pouco e pediu permissão pra acender um cigarro, pois estava tremendo de nervosa. Concordei e ela foi relaxando enquanto tragava o objeto.

Um pouco mais confiantes, ela em pé ao lado da cama, e eu sentado no móvel, conversamos um pouco pra quebrar o gelo, no que discorremos sobre a situação bizarra e de como paramos ali em tão pouco tempo. Obviamente rolaram perguntas de quem se conhece só de vista e que agora estavam ficando mais íntimos, até que o impulso sexual da minha parte, e o lado profissional dela, ganharam espaço.

Eu não consigo descrever com precisão a vestimenta que ela chegou ao local. O enredo em si e o tempo passado não colaboram. Acho que vestia um vestido preto colado, carregava uma pequena bolsa e usava salto alto. Comentei que tudo tinha acontecido tão rápido que até havia esquecido os preservativos. Ela, metendo a mão na bolsa, diz que não tem problema e que tinha um monte das que sempre pega no posto de saúde. Não havia mais impedimento e tão pouco a necessidade de um novo investimento para retardar aquela transa.


O Aperitivo.

Após terminar de fumar e dar uma passada rápida pelo banheiro, Betina desceu à cama e veio deitar-se ao meu lado. Abracei-a e puxei sua cabeça para se apoiar em meu tórax a fim de iniciar uns carinhos. Iniciei pelas mãos, braços e cabelo até que depois de algum tempo partimos para os beijos. Não sei se devido à situação diferente, ou por característica dela mesmo, a senti mais paradona do que as últimas GPs com quem saí. Comecei com beijos leves para ver sua reação e julguei-os bons. Apesar do cigarro tragado antes, o hálito estava bacana, teve língua e ela fechava os olhos e movimentava bem os lábios aparentando curtir. A temperatura subiu e decidimos nos despir lentamente. Ela o vestido e eu a camisa, com os dois ainda relutando em tirar as roupas íntimas.

Nesse momento pude ver os seus seios médios de bicos pretos salientes, como também sua barriga sequinha de quem nem parece que é mãe. Lambi, chupei e mordisquei esse conjunto antes de subir e beija-la um pouco mais. Iludido pela primeira boa sessão de beijos, acabei sofrendo um corte no clímax quando ela, na segunda sessão, pediu-me para que eu beijasse com mais calma. Sem entender, respeitei, saí de cima dela e fiquei ao lado esperando um desenrolo. Foi aí que Betina analisou a situação e começou um oral para que as coisas voltassem a fluir.


Os Comes e Bebes.

A cachorra desceu ao meu membro na pele, sem relutar ou aparentar algum nojo. Pegou na base e punhetou engolindo o máximo que podia, enquanto sentia ele crescer dentro da boca. Não tinha muita baba, mas a pressão e velocidade eram boas. Houve vontade da parte dela e, até aqui, Betina entregava um serviço considerado bom. Distante de ser dos melhores beijos e boquetes que já me fizeram na vida, porém mais longe ainda de figurar entre os piores. Feito o oral, quis encapar o garoto pra começar a sentar, mas foi impedida e precisou aguardar um pouco, pois eu queria provar da sua xana.

Antes de começar a degustá-la, recordei das inúmeras vezes que a vi sentada no meio fio sem um pingo de modos, toda aberta a conversar e usar suas drogas lícitas e ilícitas com as amigas na rua em que habita. Micro shorts colados ao corpo a conferiam um volume de me deixar com água na boca e tesão nas alturas toda vez que via aquilo. Até ali, pude provar uma Betina cheirosa e bem cuidada, mas tinha as minhas dúvidas se encontraria a mesma higiene nas partes baixas. Preconceito por conhecer um pouco do seu estilo de vida? Sim, o que se mostrou um grande engano.


A Barata da Vizinha.

Desci a calcinha rosa de Betina e fiquei de cara com a sua ppk. A imaginava grande, inchada, carnuda e volumosa como quando a observava na calçada. Todavia, mostrou-se pequena, delicada e charmosa. Vai ver era o volume do modess todas as vezes, ou apenas ilusão de ótica. Não desanimei, não perdi o apetite. Suas partes baixas estavam ainda mais perfumadas que seu corpo. Limpa e sem defeitos, agradável pra cair de boca como assim o fiz. Concentrei a tarefa no grelinho diminuto e a safada, molhadinha, se contorcia prendendo a minha cabeça com os joelhos e masturbando os próprios seios. Eu poderia ficar mais tempo não fosse o pescoço cansado e travado ao ficar naquela posição de servidão.

Minha pemba estava duraça tocando a roupa de cama, e a puta, percebendo meu estado, pegou a camisinha do SUS e vestiu o madruguinha punhetando e fazendo cara de ordinária. Com as costas na cama, vi a safada projetar o corpo dela para uma cavalgada invertida que, com aquela bunda ao alcance das minhas vistas, só fez aumentar meu tesão. Quente e úmida, a piroca entrou fácil naquela xaninha. Betina escondeu o precoce no encaixe, roçou pra frente e pra trás, quicou não mais que 5 vezes e me finalizou. Saiu de cima dizendo que que a minha porra era muito quente, e eu só pensava na falta que fazia as apelonas que deixei em casa.

Se um dia ao passar pela rua da minha mãe, alguém me chamar de Schumacher, saberei que ela quebrou o contrato de silêncio que estabelecemos. Ainda tínhamos bastante tempo pela frente e eu contava com a segunda, que quando existe, costuma ser mais prolongada. Fui ao box para me lavar e retornei ao quarto ainda ereto. Ansioso sim, mas raramente prostrado.


O Pedido de Açúcar.

A puta se pôs a inspecionar a higiene do madruguinha e acelerou o processo de convalescença com um novo boquete. Tava prazeroso, no entanto, quis voltar a chupar a xerequinha dela. Voltei a me colocar entre suas pernas na posição de sujeição com o intuito de se retirar dali apenas quando ganhasse seu gozo. Alternando entre chupar, linguar e massagear grelinho e clitóris, a vi se desmanchar na minha boca em movimentos pélvicos e falas do tipo: "Isso, isso!", "Assim, assim." e "Não para que eu vou gozar!". Obediente, persegui o objetivo até ganhar seu doce mel em uma tremida ditosa.

Com o gozo escorrendo pelas pernas e deixando a entradinha do cu lubrificada, me sobreveio uma tentação daquelas. Na marcação do programa, o anal havia sido rechaçado logo de início. Como criança que não aguenta olhar o que quer sem mexer, me restou passar o dedo cautelosamente na superfície daquele orifício e me lambuzar um cadinho pra não dizer que não tirei proveito. Ainda teve uma última tentativa perguntando se ela fazia e a negativa veio à galope.


O Parabéns.

Não confundir cu com bunda, diz o ditado. Dia desses li o comentário de um confrade no tópico "SOLTE UMA POLÊMICA SOBRE SEXO E SAIA" - que nem sei se ainda se encontra lá - onde dizia que o homem que gosta e/ou prefere sexo anal ao convencional, na verdade deseja transar com outro homem. Não é raro ler besteiras por aqui, mas essa entra para o hall das inesquecíveis. Concordo que sexo vaginal é melhor do que o anal, sem dúvidas, agora, ter a mesma opinião como a que o confrade tem, atentaria contra a minha inteligência. Lógico que passado a desconfiança e o constrangimento inicial, desejei comer o cu da vizinha de minha mãe pra completar o que chamamos de "barba, cabelo e bigode". Não conseguindo, como acalanto pedi para comê-la de bruços.

A bunda de Betina merece palmas. Digna de "É big, é big, é big" de tão big que é. Lisa, firme e voluptuosa, segurar o ímpeto de largar umas mordidas naquelas nádegas não foi fácil. Elas parecem uma lombada alta, daquelas que carro rebaixado sofre para atravessar. A puta achou melhor colocar um travesseiro por baixo e se posicionou arrebitada no centro do leito para que eu pudesse estoca-la.

Se ela julgou ser essa a melhor forma, realmente comer aquele traseiro necessita de uma aerodinâmica de excelência para contorna-lo. Entrei nela devagar, e a enorme bunda da devassa, mais a humildade e protuberância do meu pênis e barriga respectivamente, demoraram a atingir aderência. Eu estocava e caia para um lado, repetia o movimento e caia, dessa vez para o outro. Aplumei mais quando dobrei um pouco as pernas e pude segurar melhor nas costas dela. No entanto, isso me deixava cansado e eu não iria gozar naquela situação. Foi quando para a surpresa de zero pessoas, pedi o ppmm pra finalizar.


Assoprando a Velinha.

Com ela de frente, as coisas fluíram melhor. Novamente bastante úmida, o cacete entrou sem cerimônia e se acomodou na xaninha. O mais dentro possível, subi para beijar boca, pescoço e seios, enquanto fazia um vuco vuco de barulhar o quarto. Tava tão gostoso que nem o vício dela de pedir gozo me brochou. Pelo contrário. Enchi o equipamento de leite aos urros naquela safada e arfei. Mais uma vez ela fez o comentário sobre a temperatura do meu gozo, nos desconectamos e fomos tomar banho juntos.

Estar com ela no box toda molhadinha e com o cabelo preso fez meu pau ficar pronto num instante. Pareceu mais bonita depois que terminou. Talvez o alívio de ter completado o serviço a fizera bem. Precisei me conter porque já dava a hora e era muito tarde e caro pra pedir mais. Nos arrumamos e na volta logicamente nem precisou chamar Uber. Eu mesmo a deixei na esquina da rua, onde me deu um selinho e disse que qualquer coisa era só mandar mensagem.


A Experiência: Envelhecendo.

"Se eu soubesse antes o que sei agora erraria tudo exatamente igual."

Chega ao fim mais um capítulo da vida putanhesca. Nele, concluo que a atração superou a razão. Não sei se em outro ambiente como termas, boate, trash ou privê, meu comportamento seria o mesmo. No quarto a sós com ela, tirando o susto dos primeiros minutos, foi impossível resistir. Penso num repeteco por ter a impressão que as coisas podem ser ainda melhores. Finalizo o relato com a ideia de que é perigoso ter uma GP tão perto e com um preço mais acessível à nossa disposição. Quase toda noite penso em chama-la, mas até aqui sigo invicto. "Só por hoje", como dizem os pacientes.
"Não existe trabalho ruim. O ruim é ter que trabalhar."
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Re: TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

Mensagem por membro »

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Re: TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

Mensagem por Brand »

Muito bom!
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Re: TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

Mensagem por Negão_01 »

Ótima história
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Re: TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

Mensagem por Digboy »

Madruguinha escreveu: 20 Dez 2023, 23:59 Por muitos anos me acostumei a ser um solteiro convicto. Geralmente quem me interessa não é parte interessada e o inverso também se aplica. Posso dizer que amei de verdade apenas uma vez, e a menina em questão ajudou a moldar parte do que sou hoje. Antes dela eu acreditava no amor, na fidelidade e na família. Esboçamos planos, demos nome para uma futura filha, trocamos poesias... Proferimos diversas juras, porém, não tardou para que ela criasse coragem e dissesse que não mais me queria; trocou-me, despedaçou-me e me jogou para escanteio depois de eu ter feito o inimaginável para tê-la em meus braços. Desde então precisei ocupar essa lacuna com outras pessoas, atividades e coisas.

O início do luto não foi fácil. Antes da aceitação, veio a negação. Eu vivia a espera de algo que nunca veio a materializar-se. O telefone não tocou, o pedido de perdão não veio. Foi complicado visualizar um futuro diferente do que fora sonhado. Nesse estágio, precisei trabalhar, estudar, escrever, sair, conhecer novas pessoas e etc, tudo com mais frequência do que o habitual. Entretanto, os dias passaram e, quando dei por mim, a dor deu lugar ao costume. Aceitei e percebi que, querendo ou não, continuei; que capaz ou não, suportei.

Dias, meses e anos foram passando.
Quase me apaixonei, quase namorei, quase morri, quase me formei e quase larguei a putaria. QUASE. Alguns acreditam que todas as histórias já estão escritas e que os destinos são traçados desde a maternidade. Não tenho opinião formada sobre isso (não mais, em certa altura já tive), só sei que a vida me aprontou uma peça que preciso compartilha-la. Ainda que aqui dessa forma, atrás das cortinas, em off.


O Convite.

O calendário destrinchava uma segunda-feira com clima atípico para o mês e para a cidade do ocorrido. Novembro, Rio de Janeiro, subúrbio. Não fazia calor no dia. A noite era caída e eu já devidamente descansando em meus aposentos. A temperatura dava um desconto para o ar condicionado velho de guerra e também para alguns reais na fatura da concessionária. O ventilador de teto cumpria o papel de espantar os mosquitos e de produzir barulho aos meus ouvidos até que eu apagasse.

Marcava por volta de onze e meia. Há alguns anos um horário que eu esperava com ansiedade tratando-se das segundas-feiras. Nele, graças a um blog de um cantor/compositor/escritor, tomei mais gosto pela leitura e consequentemente pela arte de escrever. Aquelas linhas faziam-me viajar sem precisar sair do quarto e ajudavam a energizar e direcionar o restante da minha semana. No aludido horário, uma mensagem de alguém muito estimado chega ao meu Whatsapp para mudar a história, o rumo, o plano. Dessa vez a viagem seria curta, porém física:

"Grandes chances de ser a puta que você tanto quer descobrir que o fulano tá saindo, mas que não quer te passar o contato." — Dizia a mensagem acompanhada de um link.

A adrenalina do "proibido", a instigação que o mistério causa, o pequeno cafajeste interior e o tesão que as fotos do anúncio proporcionaram mexeram com a minha alma e sacodiram meu espírito.

"Caralho! Será, cara!? Muito gostosa, puta que pariu! Porra, vou ver qual é dessa mina. Já vou iniciar a entrevista." — Respondi e cumpri de imediato o que falei que faria, sem se importar com a volta que o ponteiro dava.

Só não esperava que o contato, adicionado em segundos, estaria tão disposto a embarcar naquela coisa tão súbita...

"Oi, boa noite." — a garota respondeu para a minha surpresa e agitação.

Nos 30 minutos seguintes já estava tudo alinhado. Entrevista realizada, nova higiene feita... Local, preço e deslocamento acordados, mais a disponibilidade da menina, fizeram com que todos os trâmites fossem aprovados em tempo recorde.


O Salão.

O hotel ficava a 10 minutos de casa em uma rota super conhecida. Barato, não tive muito o que temer. Quer dizer, o fato do deslocamento de Uber ser acertado apenas no fim, junto com o valor do programa, deixava uma pulga atrás da orelha e uma possibilidade de levar um bolo. Mesmo assim, liguei o motor do carro, parti e paguei pra ver. Logo no início do trajeto, já soube que havia esquecido algo em cima da bendita cama que deveria estar me servindo de descanso para o dia de trabalho seguinte. Minhas companheiras de diversão e sanitarismo foram deixadas para trás e até tinha como as pegar, mas decidi não voltar para apanha-las. A certeza que encontraria aberta a drogaria 24h do próximo bairro riu de mim. Passei desacelerado em frente ao estabelecimento e encontrei suas portas arriadas, com moradores de rua embaixo da marquise vivendo suas vidas na sarjeta.

Não desanimei, tudo era perto e em última instância eu iria para o combate mesmo com armaduras estranhas. A dama me pede meia hora para se arrumar e a confirmação com a foto da chave do quarto quando eu chegasse. Embiquei meu popular na garagem do hotel, preenchi a ficha de locação e fiz o pagamento de um quarto sem luxos. Subi, conferi que existia preservativos no armário sobre o frigobar e quase relaxei por completo. O quarto era funcional, limpo e espaçoso; com boa cama, chuveiro quente, toalhas ensacadas, cadeira erótica, ar e tv. Apesar de barato, não ouso dizer que faz feio quem decide dar uma namorada por ali. Enviei a foto da chave para a moça e fiquei no aguardo.

— Quase pronta, já já chamo o Uber e daqui a pouco tô aí. — escreveu.

O "já já" não foi tão "já já" assim. Lembro que dei umas piscadas e precisei lutar contra o sono na meia hora seguinte. Passou pela minha cabeça que eu estava ficando sem freio, dadas as circunstâncias que me levaram a marcar o programa tão rapidamente e no entrar da madrugada. Todavia, não dava mais para retroceder.


A Convidada.

Entre as mensagens "Entrei no Uber", "Cheguei" e o telefonema da recepcionista avisando que a minha acompanhante havia chegado, não passaram mais que 12 minutos. A garota era de pertinho, da área, de um perímetro bem próximo.

— Pode liberar a subida dela. — Respondi ao telefone.

A adrenalina se faz presente. A inquietação pela revelação do desconhecido se manifesta. O nervosismo de toda primeira vez, lateja. A campainha toca e o inimaginável acontece.

Entrei nesse tradicional site, que acaba de completar uma década de vida, há pouco mais de 9 meses. Dei a luz a poucos TDs, não troquei uma palavra sequer no chat e participo ainda timidamente dos tópicos apresentados nos fóruns. A propósito, lancei apenas um tópico até aqui - que não faz tanto tempo- e que atende pelo título de "E AGORA, CONFRADE?". O referido levanta uma questão a respeito de como seria a reação do confrade em uma das suas aventuras putais, caso encontrasse uma menina conhecida nas diversas categorias de prostituição disponíveis. Acredite, forista céptico, a situação relatada no presente veio a acontecer três semanas após o lançamento do mesmo. Precisei viver a situação na pele para sanar a dúvida que me permeava.

A porta é aberta e a saia se ajusta a ponto de apertar meus culhões. A garota de programa convidada é, para minha apreensão, uma vizinha de duas casas depois da de minha mãe.


A Torta de Climão.

"Quantas vezes eu estive
Cara a cara com a pior metade?
Quantas vezes a gente sobrevive
À hora da verdade?"
(GESSINGER, 2002)

Humberto Gessinger, o cantor e blogueiro, que há pouco mais de uma década me inspirava a ler e escrever, acompanhando seu blog sempre que as segundas viravam terças, compôs em 2002 a canção Surfando Karmas & DNA, que tomando-a emprestada sem pedir licença, utilizo para dar o tom ao episódio que foi recebe-la ali.

Betina - nome que escolhi para chama-la - está longe de ser literalmente a pior metade de uma cara. Ela é uma negra de estatura mediana, cabelos cacheados, sorriso metálico, seios médios, belas pernas e uma bunda de destaque. Do tipo magralecía gostosa, que faz meu pau ereto sem qualquer cerimônia, mas a situação em si era nova e inusitada. Ficamos ali nos encarando na entrada do quarto em segundos de muita tensão e indecisão. Passou pela minha cabeça abortar, creio que na dela também, porém decidi convidá-la a entrar. Ela topou e sentamos na cama pra conversar e competir quem distribuía mais sorrisos amarelos. Frases do tipo: "Eu não acredito, cara.", "Tô morrendo de vergonha." "Caralho, e agora!?" foram proferidas pelos dois quase que instantaneamente e concomitantemente.

Eu sempre quis pegar essa menina. Perdi as contas de quantas vezes comentei isso com meu irmão - que habita com minha mãe e também a tem como vizinha - nas vezes que a encontrava pela rua. Se ela fosse feia, sem sal, infiel às fotos do anúncio, faria o pagamento do programa e liberaria ela do trabalho. Mas não, Betina era a gostosa que sempre quis enfiar a piroca e não dava pra jogar a oportunidade no lixo. Fiz questão de salientar que tudo ficaria no sigilo se dependesse de mim e ela assentiu prometendo que faria o mesmo. Dito isto, brinquei dizendo que como já estávamos no inferno, nos restava abraçar o capeta. Ela riu um pouco e pediu permissão pra acender um cigarro, pois estava tremendo de nervosa. Concordei e ela foi relaxando enquanto tragava o objeto.

Um pouco mais confiantes, ela em pé ao lado da cama, e eu sentado no móvel, conversamos um pouco pra quebrar o gelo, no que discorremos sobre a situação bizarra e de como paramos ali em tão pouco tempo. Obviamente rolaram perguntas de quem se conhece só de vista e que agora estavam ficando mais íntimos, até que o impulso sexual da minha parte, e o lado profissional dela, ganharam espaço.

Eu não consigo descrever com precisão a vestimenta que ela chegou ao local. O enredo em si e o tempo passado não colaboram. Acho que vestia um vestido preto colado, carregava uma pequena bolsa e usava salto alto. Comentei que tudo tinha acontecido tão rápido que até havia esquecido os preservativos. Ela, metendo a mão na bolsa, diz que não tem problema e que tinha um monte das que sempre pega no posto de saúde. Não havia mais impedimento e tão pouco a necessidade de um novo investimento para retardar aquela transa.


O Aperitivo.

Após terminar de fumar e dar uma passada rápida pelo banheiro, Betina desceu à cama e veio deitar-se ao meu lado. Abracei-a e puxei sua cabeça para se apoiar em meu tórax a fim de iniciar uns carinhos. Iniciei pelas mãos, braços e cabelo até que depois de algum tempo partimos para os beijos. Não sei se devido à situação diferente, ou por característica dela mesmo, a senti mais paradona do que as últimas GPs com quem saí. Comecei com beijos leves para ver sua reação e julguei-os bons. Apesar do cigarro tragado antes, o hálito estava bacana, teve língua e ela fechava os olhos e movimentava bem os lábios aparentando curtir. A temperatura subiu e decidimos nos despir lentamente. Ela o vestido e eu a camisa, com os dois ainda relutando em tirar as roupas íntimas.

Nesse momento pude ver os seus seios médios de bicos pretos salientes, como também sua barriga sequinha de quem nem parece que é mãe. Lambi, chupei e mordisquei esse conjunto antes de subir e beija-la um pouco mais. Iludido pela primeira boa sessão de beijos, acabei sofrendo um corte no clímax quando ela, na segunda sessão, pediu-me para que eu beijasse com mais calma. Sem entender, respeitei, saí de cima dela e fiquei ao lado esperando um desenrolo. Foi aí que Betina analisou a situação e começou um oral para que as coisas voltassem a fluir.


Os Comes e Bebes.

A cachorra desceu ao meu membro na pele, sem relutar ou aparentar algum nojo. Pegou na base e punhetou engolindo o máximo que podia, enquanto sentia ele crescer dentro da boca. Não tinha muita baba, mas a pressão e velocidade eram boas. Houve vontade da parte dela e, até aqui, Betina entregava um serviço considerado bom. Distante de ser dos melhores beijos e boquetes que já me fizeram na vida, porém mais longe ainda de figurar entre os piores. Feito o oral, quis encapar o garoto pra começar a sentar, mas foi impedida e precisou aguardar um pouco, pois eu queria provar da sua xana.

Antes de começar a degustá-la, recordei das inúmeras vezes que a vi sentada no meio fio sem um pingo de modos, toda aberta a conversar e usar suas drogas lícitas e ilícitas com as amigas na rua em que habita. Micro shorts colados ao corpo a conferiam um volume de me deixar com água na boca e tesão nas alturas toda vez que via aquilo. Até ali, pude provar uma Betina cheirosa e bem cuidada, mas tinha as minhas dúvidas se encontraria a mesma higiene nas partes baixas. Preconceito por conhecer um pouco do seu estilo de vida? Sim, o que se mostrou um grande engano.


A Barata da Vizinha.

Desci a calcinha rosa de Betina e fiquei de cara com a sua ppk. A imaginava grande, inchada, carnuda e volumosa como quando a observava na calçada. Todavia, mostrou-se pequena, delicada e charmosa. Vai ver era o volume do modess todas as vezes, ou apenas ilusão de ótica. Não desanimei, não perdi o apetite. Suas partes baixas estavam ainda mais perfumadas que seu corpo. Limpa e sem defeitos, agradável pra cair de boca como assim o fiz. Concentrei a tarefa no grelinho diminuto e a safada, molhadinha, se contorcia prendendo a minha cabeça com os joelhos e masturbando os próprios seios. Eu poderia ficar mais tempo não fosse o pescoço cansado e travado ao ficar naquela posição de servidão.

Minha pemba estava duraça tocando a roupa de cama, e a puta, percebendo meu estado, pegou a camisinha do SUS e vestiu o madruguinha punhetando e fazendo cara de ordinária. Com as costas na cama, vi a safada projetar o corpo dela para uma cavalgada invertida que, com aquela bunda ao alcance das minhas vistas, só fez aumentar meu tesão. Quente e úmida, a piroca entrou fácil naquela xaninha. Betina escondeu o precoce no encaixe, roçou pra frente e pra trás, quicou não mais que 5 vezes e me finalizou. Saiu de cima dizendo que que a minha porra era muito quente, e eu só pensava na falta que fazia as apelonas que deixei em casa.

Se um dia ao passar pela rua da minha mãe, alguém me chamar de Schumacher, saberei que ela quebrou o contrato de silêncio que estabelecemos. Ainda tínhamos bastante tempo pela frente e eu contava com a segunda, que quando existe, costuma ser mais prolongada. Fui ao box para me lavar e retornei ao quarto ainda ereto. Ansioso sim, mas raramente prostrado.


O Pedido de Açúcar.

A puta se pôs a inspecionar a higiene do madruguinha e acelerou o processo de convalescença com um novo boquete. Tava prazeroso, no entanto, quis voltar a chupar a xerequinha dela. Voltei a me colocar entre suas pernas na posição de sujeição com o intuito de se retirar dali apenas quando ganhasse seu gozo. Alternando entre chupar, linguar e massagear grelinho e clitóris, a vi se desmanchar na minha boca em movimentos pélvicos e falas do tipo: "Isso, isso!", "Assim, assim." e "Não para que eu vou gozar!". Obediente, persegui o objetivo até ganhar seu doce mel em uma tremida ditosa.

Com o gozo escorrendo pelas pernas e deixando a entradinha do cu lubrificada, me sobreveio uma tentação daquelas. Na marcação do programa, o anal havia sido rechaçado logo de início. Como criança que não aguenta olhar o que quer sem mexer, me restou passar o dedo cautelosamente na superfície daquele orifício e me lambuzar um cadinho pra não dizer que não tirei proveito. Ainda teve uma última tentativa perguntando se ela fazia e a negativa veio à galope.


O Parabéns.

Não confundir cu com bunda, diz o ditado. Dia desses li o comentário de um confrade no tópico "SOLTE UMA POLÊMICA SOBRE SEXO E SAIA" - que nem sei se ainda se encontra lá - onde dizia que o homem que gosta e/ou prefere sexo anal ao convencional, na verdade deseja transar com outro homem. Não é raro ler besteiras por aqui, mas essa entra para o hall das inesquecíveis. Concordo que sexo vaginal é melhor do que o anal, sem dúvidas, agora, ter a mesma opinião como a que o confrade tem, atentaria contra a minha inteligência. Lógico que passado a desconfiança e o constrangimento inicial, desejei comer o cu da vizinha de minha mãe pra completar o que chamamos de "barba, cabelo e bigode". Não conseguindo, como acalanto pedi para comê-la de bruços.

A bunda de Betina merece palmas. Digna de "É big, é big, é big" de tão big que é. Lisa, firme e voluptuosa, segurar o ímpeto de largar umas mordidas naquelas nádegas não foi fácil. Elas parecem uma lombada alta, daquelas que carro rebaixado sofre para atravessar. A puta achou melhor colocar um travesseiro por baixo e se posicionou arrebitada no centro do leito para que eu pudesse estoca-la.

Se ela julgou ser essa a melhor forma, realmente comer aquele traseiro necessita de uma aerodinâmica de excelência para contorna-lo. Entrei nela devagar, e a enorme bunda da devassa, mais a humildade e protuberância do meu pênis e barriga respectivamente, demoraram a atingir aderência. Eu estocava e caia para um lado, repetia o movimento e caia, dessa vez para o outro. Aplumei mais quando dobrei um pouco as pernas e pude segurar melhor nas costas dela. No entanto, isso me deixava cansado e eu não iria gozar naquela situação. Foi quando para a surpresa de zero pessoas, pedi o ppmm pra finalizar.


Assoprando a Velinha.

Com ela de frente, as coisas fluíram melhor. Novamente bastante úmida, o cacete entrou sem cerimônia e se acomodou na xaninha. O mais dentro possível, subi para beijar boca, pescoço e seios, enquanto fazia um vuco vuco de barulhar o quarto. Tava tão gostoso que nem o vício dela de pedir gozo me brochou. Pelo contrário. Enchi o equipamento de leite aos urros naquela safada e arfei. Mais uma vez ela fez o comentário sobre a temperatura do meu gozo, nos desconectamos e fomos tomar banho juntos.

Estar com ela no box toda molhadinha e com o cabelo preso fez meu pau ficar pronto num instante. Pareceu mais bonita depois que terminou. Talvez o alívio de ter completado o serviço a fizera bem. Precisei me conter porque já dava a hora e era muito tarde e caro pra pedir mais. Nos arrumamos e na volta logicamente nem precisou chamar Uber. Eu mesmo a deixei na esquina da rua, onde me deu um selinho e disse que qualquer coisa era só mandar mensagem.


A Experiência: Envelhecendo.

"Se eu soubesse antes o que sei agora erraria tudo exatamente igual."

Chega ao fim mais um capítulo da vida putanhesca. Nele, concluo que a atração superou a razão. Não sei se em outro ambiente como termas, boate, trash ou privê, meu comportamento seria o mesmo. No quarto a sós com ela, tirando o susto dos primeiros minutos, foi impossível resistir. Penso num repeteco por ter a impressão que as coisas podem ser ainda melhores. Finalizo o relato com a ideia de que é perigoso ter uma GP tão perto e com um preço mais acessível à nossa disposição. Quase toda noite penso em chama-la, mas até aqui sigo invicto. "Só por hoje", como dizem os pacientes.
Ora, ora, ora, ora, ora, ora 👀
Excelente relato! Queria provar tbm 😂
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Re: TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

Mensagem por Saulo Top »

Madruguinha, vc é o cara ! Show de bola!
" O que fizeram comigo me criou, é um princípio básico do universo, que toda ação cria uma reação igual e oposta! "

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Re: TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

Mensagem por gargamel »

Que relato, adorei a leitura
Lá, lá, lálá lá lá, lá, lálá, lá lá
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Re: TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

Mensagem por AventureiroBXD »

Imagino o frio na barriga na hora que abriu a porta hehe, relato magnífico Madruguinha!!
eu só sei que nada sei. :puto:
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Re: TD OFF: A FESTA DA BOA VIZINHANÇA.

Mensagem por Top Gun »

Que relato! Foi sensacional! Mandou muito bem e eu fico imaginando caso encontrasse uma GP que morasse próximo a mim. Eu iria sem pensar, mas também rolaria um frio na barriga tão grande. kkkkkkk Mandou bem confrade!
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