29 de Agosto de 2025 às 13:49
Já tinha um tempinho que estava de olhos Nela. Lendo os relatos anteriores dos confrades o desejo foi só aumentando. Até que não teve mais jeito, fui obrigado a marcar por esses dias recentes.
Pelos relatos, já sabia que não tinha erro, porém, não estava preparado para o que estava atrás da porta. Quando a vi, que surpresa boa. Fiquei encantado com a sua presença, seu porte, sua beleza, a cor da sua pele. Vestindo somente uma peça de roupa transparente, que eu não sei dizer nome, e sem calcinha, aos meus olhos, ela parecia uma personagem saída de um livro do Jorge Amando.
Linda, linda, linda.
A semana ainda nem tinha começado mas o sentimento era que ela já estava ganha.
E ganhei... meus beijos, abraços e carinho.
Para situar, o espaço é ótimo em um prédio idem, cama muito boa, chuveiro quente, pitanga doce.
Já pro quarto, porque é lá onde quero estar de novo.
Beijos e abraços em pé, tira o que ainda tinha de roupa. Que pele macia, que cinturinha, como é cheirosa, que beijo gostoso. O namoro segue agora para cama. Hoje não tem pressa.
Sem pressa, como quem não quer nada, fui descendo, queria ver ela todinha de perto. Com a boca visitei seus seios, barriga, coxas. Se deixei de beijar algo, Índia,me avisa que volto para beijar o que faltou, aproveito, beijo tudo de novo. E então, sua buceta. Gostosa, cheirosa, bonita, do jeito que eu gosto. Aqui tudo é do meu gosto. Ali, meu tempo foi todo ganho. Fiquei e poderia ainda estar. Fiquei até sentir o gosto da Pitanga com mel. As coxas me apertaram e aí ficou toda molinha.
Mais beijos e aí recebi tratamento de rei, um boquete feito com calma, babado de molhar a cama. São tantas imagens que devem ser gravadas, essa é uma delas.
Podia ficar melhor? Pelo jeito podia. Colocou a capa e encaixou a bucetinha, quente e apertada. Sentou sem pressa, aproveitando o momento. Começou bem devagar, corpo colado e foi acelerando. O negócio estava tão bem feito, o encaixe tão ajustado, o cheiro tão gostoso, a vista tão bonita que deixei fluir. Gozei tudo o que tinha para gozar.
Me ajudou a limpar, tomei um banho e voltei para a cama.
Namoro, aconchego, conversa boa, boa mesmo. Pau duro querendo entrar no papo. Capa nele e dessa vez, deixa que eu trabalho. Gata deitada, travesseiro por baixo. Muito apertadinha. Pele sedosa. Cheirosa. Já estava perdido e me perco ainda mais em seus cabelos. Buceta da espasmos e me aperta. Quantas surpresas uma surpresa boa pode ter?
De quatro na beira da cama, irresistível, marquinha, cinturinha, mão encaixa, ossinho da firmeza, puxo toda para mim. Rebola gostoso. Mão nos seios, mão na buceta, no ombro e pescoço, me faltam mãos e dedos.
O tempo agora não está mais do meu lado.
Me chupa amor.
Assim não me seguro mais.
O gozo veio forte e gostoso, como se fosse a primeira vez.
Banho, burocracia e a vida chama, infelizmente.
Eu volto.