22 de Março de 2024 às 07:26
MARIA LUIZA
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ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ

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Malu (dois atendimentos)
Como adiantou o confrade Pauloduardo em seu relato, após a experiência de um mês atendendo no RB 156, parece que Malu concluiu que, em seu caso específico, não seria vantajoso estender tal locação, dado que a maior parte de seus clientes continuava agendando seus atendimentos em hotéis, não obstante a boa localização, instalações, limpeza, e organização de seu privê.
Me pareceu fazer sentido a decisão, até porque seu perfil, predominantemente de namoradinha carente e carinhosa, é mais compatível com atendimentos de maior duração e fidelidade, enquanto no privê os atendimentos de curta duração (famosos “pá pum”) tendem a predominar.
Aqui, procuro resumir dois encontros que tive com a Malu logo após ela ter optado pelo novo modelo (free, sem local). Cada um dos encontros se estendeu por três horas. Ambos ocorreram em hotéis no Flamengo, tendo eu, nos dois casos, adiantado os valores do Uber (carro) ida e volta. Nada muito relevante, pois Malu mora razoavelmente perto do Centro, em bairro servido pela Avenida Brasil.
Em ambos os encontros, o início foi padrão. Looooongos, silenciosos e apertadíssimos abraços, com cheiradas, beijos bem carinhosos nas bochechas, olhos, cangote, mãos, tudo que estivesse ao alcance. Uma vez festejado cada um dos reencontros, nos atualizamos com relação a assuntos diversos de interesse comum. Daí em diante, em cada um dos encontros, percorremos roteiros diferentes.
No primeiro, o início já foi suficiente para esquentar as turbinas, sem a necessidade de massagens e coisa e tal (como ressalta Rita Lee). Não sei o que passou pela cabeça da Malu, que ela, ofegante, foi logo me atacando com um oral agressivo. Não me deu a menor chance de tomar a iniciativa. Com uma cara de tesão absurda, ela faz do meu pau gato e sapato. Por incrível que pareça, Malu me finalizou ali mesmo, em menos de cinco minutos. Quem diria! A essa altura da vida, Holmes - o Tardio, se transformou em Holmes - o Precoce.
Uma vez amansado o leão, uma relaxada, e logo em seguida uma retomada dos carinhos, que acabam por desembocar em um oral faminto de minha parte. Resultado a essa altura: 1x1.
Aproveitamos que a área pepekal já estava bem nutrida, e fomos de quatro. Aquele monumento à minha frente, definitivamente, me tira do sério. Mas não adianta, muito raramente gozo de camisinha. Malu então me monta e assim ficamos um bom tempo, com ela fazendo aquela expressão de sofrimento e dando aqueles gemidinhos. Acho que goza de novo, não sei (nem perguntei). Nos abraçamos uma vez mais, e assim ficamos (grudados) até que nosso tempo se esgotasse. Tudo muuuuuito gostoso.
Já, no segundo encontro, os motores foram esquentando bem lentamente. De início distribuí óleo de coco por todo o dorso, bumbum, pernas e pés de Malu. Em seguida emendei uma
sensitive por um tempão, da pontinha dos dedos dos pés até a nuca. Às vezes me deito sobre ela cobrindo-a de beijos em toda sua face e nuca. As mãos se encontram, se enlaçam, se apertam. A massagem no corpo continua e começa a se deslocar aos poucos para as suas regiões mais desejadas. A essa altura os famosos gemidinhos de Malu começam a ser ouvidos, em harmonia com suas expressões faciais de leve sofrimento. Põe tesão nisso.
Percebi que neste dia a coisa ia pegar, pois as reações de Malu estavam se deslocando do padrão usual. Ela se oferecia mais, gemia mais (vai entender as mulheres). Foi então que resolvi atuar com todos os meus (limitados) recursos, principalmente “linguísticos”, e de forma bem consistente. A resposta de Malu não tardou; na verdade, excedeu minhas expectativas. Seu gozo veio rapidamente, profundo, longo, pleno em fortes convulsões, entremeadas por curtas exclamações impublicáveis. Pensei que ela fosse “squirtar”, mas não atingiu esse ponto (um dia chego lá). Agora, escrevendo, cheguei a perder o fôlego ao reviver essa inesquecível cena. São momentos únicos, e bastante especiais que raramente se repetem. Tive muita, muita sorte mesmo.
Mal “caratista” que sou, me aproveitei do relaxamento total ao qual Malu se rendeu, e, cheio de péssimas intenções, tentei abordar (com calma e muito carinho) seu tão desejado e proibido anelzinho. Mas, como se diz em batalha naval: “água!”!. Delicadamente, a investida foi tão logo abortada por ela (sniff). Me senti um traste, um cafajeste, pois estava plenamente a par da restrição, e ela sabia disto. Mas acabei me conformando (acho que, na verdade, esperava mesmo tal reação).
Me recomponho. Desculpas pedidas (e desconfiadamente aceitas), parto para o Plano B: a já consagrada finalização Waldorf, com tudo que tem direito: siririca nela, punheta e oral em mim, ovos massageados, pau esfregando em um mamilo, o sugador em outro, enfim, tudo que nós dois podíamos fazer a partir dos recursos que tínhamos à disposição. Resumo: gozei pra caralho! (acho que ela também).
Sem comentários adicionais ..... Malu é a namoradinha recomendadérrima. Com certeza, em breve, mais um repeteco à vista.