08 de Maio de 2024 às 15:26
QUEM DESCOBRIU A AMÉRICA?
Abundância e escassez; oferta e procura; variáveis preponderantes para ditar os rumos de uma economia, não podendo ser diferente no mercado das profissionais do sexo. Cada vez mais volátil, acessível, dinâmico, uma decisão errada pode muito bem deixar um confrade infeliz e também descapitalizado. Os da velha guarda, com muito mais propriedade que eu para discorrer sobre o tema, vivenciaram épocas em que a procura por uma GP dava-se em ferramentas com pequenas e apertadas linhas, como na Rio Listas Amarelas e classificados de jornais, ou com o auxílio de abordadores nas zonas mais movimentadas da cidade, que na grande maioria das vezes não podiam ou nem tinham fotos das meninas para mostrar, praticamente deixando-os sempre a mercê da sorte.
Hoje, com esse aparelho móvel que você usa para ler esse relato, a quantidade de anúncios "pinicam" com apenas um ou dois cliques, abrindo uma gama extensa de opções, em velocidade de fazer inveja às notícias ruins. Nesse contexto, naveguei nas páginas que conheço de promoção desse serviço, filtrando aquilo que estava dentro do meu gosto e das minhas possibilidades financeiras do momento. Foi quando: sozinho, sozinho, sem a ajuda de ninguém, sozinho, sozinho, encontrei o anúncio dessa dama neste site especialista em promover fakes e ratazanas, e decidi arriscar meus 100 mangos após dias de grande irritação.
Terra à vista.
Dei início a essa expedição depois de entrevistar mais ou menos uma dezena de meninas, oriundas das mais diversas ilhas da prostituição. Nessa pesquisa, esbarrei em ofertas mentirosas, números repetidos e péssimos pré atendimentos... como também em anuncios de mau serviço já relatados aqui no Arena, que me faziam abortar ou encerrar o garimpo sem cerimônia. Inclusive, Lívia, a descoberta, foi uma que recebeu minha mensagem e, embora não tenha respondido no mesmo dia, quando assim fez, mostrou-se atenciosa e preocupada em transmitir somente a verdade.
Depois de anos penando em encontros meia boca, elaborei um questionário com todas as perguntas necessárias para tentar não ser pego de surpresa na hora do enrosco, o que tem facilitado esse exercício e até afugentado as de más intenções. Conseguindo as respostas positivas a tudo que almejei, agendei para o mesmo dia o meu rumo num prédio da 13M33. Seria a primeira vez que aportaria nesse local, e pela tradição daquele logradouro, esperava algum tipo de burocracia na portaria. Porém, para a minha surpresa, não houve cadastro e nem recolhimento de nome. De indesejado, apenas a espera do vagaroso elevador, mais sua ascensorista fazendo cara de ser superior quando você a conta em qual andar vai ficar.
O Continente.
Vencido todo aquele desagrado e chegando ao meu andar, a primeira coisa que fiz foi colocar o meu primeiro pé em terra firme, para logicamente puser o outro depois. Afinal, não era do meu desejo brincar de Saci Pererê. Avistei a numeração dos apartamentos no corredor, e bem à direita se encontrava uma porta estranhamente aberta, com um som na caixa que não deixava dúvidas se tratar de um lugar que ofertava sexo. Bastava saber se era aquele no qual eu estava agendado ou algum outro, visto que lá fora, antes de subir, um abordador me oferecera entrar e conhecer uma sala, na qual recusei por estar já marcado e com o tempo apertado.
Mais por medo da exposição do que propriamente pela vontade de transar, parei em frente da porta sedento para alguém aparecer logo e me puxar pra dentro do aposento. Havia usado a lógica das numerações vizinhas e certifiquei-me que só poderia ser ali. Em poucos segundos uma moça que estava de partida surgiu e me deu o aval para entrar, tendo atrás dela meio que escondida a pequena Lívia. Fiel às fotos e vestida em lingerie branca, cumprimentou-me com um beijo no rosto, e com grande hospitalidade me apresentou o local, ofereceu água e toalha limpa - não ensacada - para o banho.
O apartamento é pequeno e comporta três divisões, sendo a maior ainda inutilizada, sobrando duas pequenas cabines com camas de solteiro baixas. O banheiro é igualmente acanhado, de boxe pequeno e sem blindex, mas estava limpo, sem cheiros e com sabonete líquido à disposição. A mobília é antiga e, com exceção do banheiro com as limitações já descritas, o lugar como um todo carece de maior organização e limpeza. Se queres o máximo de conforto e higiene, essa terra não é pra você. Assepsia devidamente feita e a habitante me aguardava no corredor de roupa íntima e descalça.
A Nativa.
Lívia é uma negra baixinha de cabelos encaracolados e tingidos em algum tom de louro; magra; de seios médios, pernas não muito grossas e bunda arrebitadinha, que é característica da grande maioria de sua etnia.
Seu rosto não apresenta grande beleza, o que não quer dizer que isso a classifique como uma menina feia. Longe disso! Lívia é, digamos, normal. Cheirosa, simpática e sorridente, você seria considerado um mané se a dispensasse do jeito que ela é. Peguei o valor do cachê no bolso da calça e a entreguei antes de qualquer contato físico, com ela frisando que o tempo do programa só valeria após a entrada na cabine. Aquilo me tranquilizou e tive a certeza de que estava diante de uma habitante de palavra.
PS: não sou bom em adivinhar a idade das pessoas, mas chutaria uma coisa entre 25 e 28 anos.
A Exploração.
Estabelecidos na cabine, era hora da exploração se iniciar. Os dois praticamente com a mesma altura, começo a beijá-la ainda de pé e sou surpreendido por um beijo com muita entrega, onde a língua faz questão de atuar. Com bastante pegada, giramos, apertamos e mordemos nossos lábios e línguas sem desgrudar nossas bocas até saciar nossas vontades. Minha rola duraça dentro da cueca já atestava o desejo que eu tinha de desbravar todas as suas entradas. Lívia passou a mão nela e perguntou se podia chupar, no que recusei pois queria provar o seu sexo primeiro. Sem cerimônia, tirou a lingerie, jogou na outra ponta da cama e se arreganhou na minha frente. O bico dos peitos endurecidos e a boceta já começando a melar revelavam que ela também já estava excitada. Uma pena a opção dela de andar descalça dentro de casa acabar impedindo que eu beijasse também seus pezinhos, pois encontravam-se bem sujos.
Todavia, era apenas isso que havia de impuro em todo o seu corpo. "Voei" de prazer em seus seios enrijecidos, chupando aqueles bicos com delicadeza pra não machucar. No intervalo entre eles, aproveitava pra provar mais beijos enquanto minha pica sarrava nas suas coxas. Na sequência, desci minhas mãos primeiro até a barriga, pra em seguida acariciar seu grelinho e introduzir um dedo naquela xota pequena e delicada, sentindo-a pulsar. A safada gosta e avisa que se eu quisesse introduzir mais um ou dois dedos, poderia. Nisso, pedi permissão pra enfiar um dedo no cuzinho dela, que assentiu solicitando apenas uns segundos pra passar lubrificante no precioso e liberar o caminho. Fiquei dedilhando cu e boceta com uma mão e masturbando seu clitóris com a outra, fazendo-a se contorcer de prazer e me chamando de safado e gostoso.
Após toda aquela brincadeira, iniciei um oral demorado em sua vulva buscando extrair um gozo, mas a puta pareceu longe de chegar lá com a minha prática. Foi então que pediu para boquetar minha piroca, ainda que eu a tivesse confessado que não sinto prazer facilmente com isso. Lívia até que se esforçou. Desceu até o final sem muita baba, alternou entre chupadas lentas e velozes por toda a extensão, abocanhou as bolas, passeou com a língua na cabeça da piroca... Porém, mesmo com essa área comumente bastante sensível, não cheguei nem perto de uma excitação considerável, tão pouco de queimar a largada. Algumas vezes senti seu dente resvalando de leve no meu membro, conferindo uma técnica que não era das melhores. Praticamente a meia bomba, deduzi que precisava de mais uma sessão de beijos intensos para ter uma ereção capaz de penetra-la. Não deu outra.
Fincando a bandeira.
Estabelecido, encapei o mastro pra iniciarmos a trepada. Com ela posicionada de quatro, a altura da cama favoreceu muito nosso encaixe e a piroca fluiu bonita dentro daquela xereca bem molhadinha. Meti com força e a danada em nenhum momento refugou, pedindo sempre mais. Fiquei ali um tempão estocando ela, chegando a ficar preocupado com algum possível desconforto ou cansaço da mesma nessa posição. Disse-me que não, que estava quase gozando e que era pra não parar. Mantive o ritmo, não houve câimbra, não houve cansaço e o gozo dela veio de modo a escorrer pelas pernas. Satisfeita, perguntou como que eu queria gozar, pois agora era a minha vez. Impressionado com a virilidade incomum que acabara de ser acometido, sugeri que viesse na cavalgada, crente que conseguiria outro grande período no interior dela.
Parece que pra essa perva não existe tempo ruim. Logo pôs-se no centro da cama e deslizou toda melada na minha pica. Quente, se acomodou com ela dentro e simulou estar sentada num balanço. Movimentou-se pra frente e para trás, quicou e gemeu bem alto, me levando ao apogeu do tesão naquela noite. Deixei ela trabalhar na sentada, até que não resisto e aviso que vou gozar, enchendo a borrachuda de sêmen. Vou ao banheiro para me limpar, a piroca não baixa e já saio de lá na intenção de comer seu cuzinho.
Ganhando território.
Volto ao quarto, e após receber lenço umedecido para uma limpeza mais eficaz do pau, já aviso que não queria ir embora sem comer o cu dela. A garota concorda e diz que gosta muito de dar o olho de trás, porém depois de me acomodar no leito, madruguinha dá uma adormecida. Peço um novo boquete para tentar reanimá-lo depressa, mas como há pouco, não consigo grande ereção no oral. Invertemos os papéis e agora era eu quem aplicava oral nela, com direito a beijo grego no cuzinho que parecia até virgem de tão fechado. Um pouco mais rígido, visto o capote com um pouco de gel que ela passa na ponta, e tento enfiar a vara naquele buraquinho. Sem sucesso, não desisto e apelo para uma nova sessão de beijos, dessa vez ainda mais calorosos e gostosos, válidos para me deixar aceso outra vez.
Posiciono-a de quatro na beira da cama e finalmente tenho a potência necessária para ganhar aquele território. Depois de acomodado naquele anel, pergunto-a se posso meter com a mesma força que utilizei quando comi sua xana. Como resposta, confessa mais uma vez que gosta muito de tomar no cu e completa dizendo-me para não ter pena e que a comesse como a puta safada que ela é. Livre, abri a polpa daquela bunda e empurrei até ter a certeza que não faltava mais nenhum centímetro de distância entre os nossos corpos. Bombei, bombei e bombei naquele cuzinho de quatro, a ouvindo gritar e pronunciar todos os tipos de palavras de baixo calão. Por mais que aquilo estivesse muito gostoso, intui que não gozaria naquela posição e sugeri mudar.
Recebi mais das suas cavalgadas. Primeiro invertida e depois de frente, ambas com muita disposição, mas ainda assim percebo novamente que não seria finalizado nessas modalidades. Sugiro então o ppmm que me permitiu estocá-la enquanto a beijava, metendo naquele cu por mais alguns minutos antes que o gozo anunciasse sua vinda. De forma não habitual, até havia cogitado largar meus herdeiros dentro daquela boca gostosa, mas desisto quando soube que ela cuspiria. Mantenho a tradição e largo uma leitada quente e generosa dentro daquele cuzinho protegido pela capa.
Novo banho, visto-me, despeço-me e rua. Na saída, dirijo-me à portaria por qual entrei e a encontro fechada. Preciso ligar para GP e desesperadamente pedir por uma ajuda pra sair. Ela desce e me guia ao lado oposto, onde encontro o mesmo porteiro que não fez o favor de me avisar que no horário que eu saísse, a saída seria por outro lugar. Tudo bem, um dia eles aprendem a proteger a vida e a identidade de um libertino com mais zelo.
Carta sobre a nova terra.
Lívia foi uma agradável surpresa. A menina topou tudo que foi combinado e proposto na cama, além de dar a entender que gosta muito do que faz. Conforme já relatado antes, no seu tratamento esbanjou simpatia, carisma e cordialidade, e o mais importante, foi leal a cada coisa que prometeu fazer dentro da entrevista de contratação do serviço. Agradeço pelo baita sexo, pelo empenho pra agradar-me e também pela honestidade e fidelidade do anúncio.
Aos confrades e moças que leram até aqui, também deixo o meu agradecimento e um abraço. Até a próxima!
Vocês são moles com M de muito e medrosos com M de máximo.