BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Como ela atende num local na 13M33 que eu não gosto muito, combinamos 2 horas num hotel do centro.
Atrasou um pouco, mas me manteve informado por mensagem.
Quando chegou foi uma grata surpresa. Nos abraçamos e beijamos como namorados que não se veem a tempos.

Eu a fui despindo já que estava agasalhada por causa do dia frio e chuvoso e fui agradavelmente surpreendido ao ver que, por baixo, trajava uma linda lingerie vermelha com uma calcinha minúscula que destacava o volume do seu bumbum. Volume que aliás merece destaque já que tinha aumentado desde a última vez que tinha estado com ela.

Uma vez nua, sem pedir licença, tirou a minha toalha e pegando o instrumento o colocou na sua boca. Depois mandou me deitar.
Eu falei que estava preguiçoso e que iria deixar ela fazer do jeito que quiser.
Assentindo com um sorriso, começou a beijar o meu corpo, com atenção demorada nos países baixos e adjacências. Enquanto isso eu admirava as suas formas de ébano no espelho do teto. Era um belo espetáculo.

Vendo que o soldado estava em rigorosa posição de sentido, procedeu ao encapamento e lubrificação, falando:
Vou montar com ele aqui primeiro (apontando para a sua ppk) e depois vou colocar no lugar que você gosta (sorriso).
Iniciou assim uma montada épica, até que falou baixinho no meu ouvido: gozei!
Fez uma pequena pausa, acrescentou um pouco de lubrificante na portinha traseira e transferiu suavemente o instrumento de lugar.
Nova cavalgada, agora eu segurava o seu quadril fazendo aumentar a força das subidas e descidas, enquanto apreciava o movimento no espelho.
Tive que fazer uma pausa.
Após limpar delicadamente o instrumento com lenço humedecido, procedeu à reanimação oral do mesmo. Quando voltou à ativa, ela me perguntou o que eu iria querer.
Sugeri que seria bom continuar na porta traseira, só que na posição de quatro. Felizmente a sugestão foi aceita e procedemos ao embate novamente.
Desta vez eu segurava a sua cintura fininha para dar mais energia às estocadas, enquanto isso ela repetia: Não para!
Como o meu gozo teimava em não vir, pedi para ela ajoelhar no chão para receber o mingau na sua boca. Foi lindo ver as gotinhas de leite na linguinha da menina.
Depois ficamos abraçados conversando e trocando carícias.
Ela até tentou reanimar mais uma vez o defunto,
mas sem êxito desta vez.Saímos juntos do hotel, andando embaixo da chuva.
