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Tópico da BLUE HOUSE

Estrada de Jacarepaguá, 5966, Anil
Rio de Janeiro - RJ Rio de Janeiro - RJ

(21) 99291-6370

https://bluehousecasanoturna.com.br/

jobson1234
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13/08/2014

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GABRIELA
POSITIVO
60 MINUTOS
VALOR: R$360.00
30 de Dezembro de 2024 às 12:00
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

Em uma noite sem absolutamente nada para fazer, resolvi investir o tempo ocioso para conhecer a Blue House. Li os relatos do confrade Dante e, como até o momento, não haviam muitos TDs sobre a casa, fui ver qual é. O local fica na Estrada de Jacarepaguá, praticamente, em frente ao shopping Park Jacarepaguá. A casa é facilmente identificável por conta de um letreiro luminoso que fica bem em cima da entrada, cujas mensagens falam coisas do tipo "venha ter momentos inesquecíveis" ou "show das tequileiras todas as sextas-feiras". Enfim, quando vemos a fachada da casa, pensamos ser um ambiente de arrumado e de bom nível. Ledo engano.

Na entrada, já começam os pontos negativos: somos revistados com detector de metais pelos seguranças e, na sequência, eles pedem nosso celular e colam etiquetas brancas sobre as lentes das câmeras para que não filmássemos o interior da casa. Após os procedimentos, entrei na lugar. A casa estava vazia, tanto de clientes como de meninas. Achei estranho para uma quinta-feira.

O curioso dessa casa é que o interior não condiz com a fachada. Ao adentrar a boate, me senti numa casa quase que trash. O nível das meninas presentes era bem ruim. Tinha uma ou outra ali que salvava, mas grande maioria das meninas, além de boa parte estar acima do peso, tinha umas que estavam tão barrigudas que me deixaram na dúvida se estavam grávidas ou não. A boate em si não é grande, mas não chega a ser apertada. Possui uma mesa de sinuca, sofás com mesas nos cantos, um palco de pole dance em um dos cantos e o bar fica ao fundo. No meio do salão ficam algumas mesas para quem curte beber em pé.

Diante desse cenário, pensei que seria mais uma incursão, onde eu ficaria um tempo, tomaria duas cervejas e iria embora. Porém, sou abordado pela Gabriela. Ela tem cabelo quase que chanel, piercing no nariz e é um pouco cheinha. Parecia ter, no máximo, uns 20 e poucos anos. Era bonitinha de rosto, mas longe de ser o perfil que eu curtia. Resolvi dar corda pra ver até onde iria. Papo vai, papo vem, e, já que eu estava ali, sugiro jogarmos umas partidas de sinuca para minha viagem não ser totalmente perdida. Após a última ficha, resolvi pegar mais uma cerveja e ficar sentado no sofá. Gabriela, por sua vez, ficou insistindo para subirmos. Dei um tempinho e fomos.

A princípio, quis pegar o quarto mais simples, porém, ao chegar na mesma, me decepcionei bastante. A quarto não é lá grandes coisas. Tem uma cama e um box para tomar banho. O teto parecia que era uma obra não finalizada, desnivelado e com reboco aparente. Além disso, não deixaram o controle do ar condicionado no quarto e a toalha que estava em cima da cama para que eu usasse não era ensacada e estava levemente úmida. Reclamei com a Gabriela que me deram uma toalha usada para eu me enxugar. Pensei seriamente em desistir da subida. Porém, a Gabriela estava tão empenhada em me atender bem que acabei indo para uma suíte, que basicamente é o mesmo esquema do quarto, porém, maior e com uma TV presa na parede.

Gabriela quando tirou a roupa, até que tinha um corpinho bem legal. Cheinha mas não tanto quanto aparentava ser vestida. Fez um boquete bem mais ou menos, mas o bastante para me deixar excitado. Colocou a camisinha em mim e começou a quicar por um tempo até eu ver que estava se cansando e sugerir trocarmos de posição. Vim por cima, dei algumas estocadas, aí quando comecei a cansar, ela veio por cima novamente. Apesar do esforço da menina em querer me atender bem, não tava rolando. Ela voltou a me chupar até que, com a alternância da chupada com a punheta, o leite veio. No tempo que sobrava, ficamos conversando e relaxando até tocarem a campainha. Me arrumei, me despedi da menina e meti o pé dali.

Posso dizer que esse positivo que estou dando é quase um neutro. Só não é neutro porque a menina realmente se esforçou bastante para me agradar e foi bem simpática o tempo todo. Em compensação, a estrutura dos quartos da casa é bem ruim e o lance da toalha só reflete que a limpeza dos quartos é feita bem mais ou menos. E olha que era um dia de pouco movimento, fico imaginando como seria em dia de casa cheia. No quesito meninas, num dia cheio, tem coisa boa ali se você garimpar bem.
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
Brand 30/12/2024 15:00

Boa atualização sobre a casa, confrade!

Brand, Novinho BFR, Eddie Adams, Oscar, The Shy, Yami Mysterio, membro curtiram esse relato.
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membro
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NANDA
POSITIVO
180 MINUTOS
VALOR: R$300.00
27 de Maio de 2024 às 10:33
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ





“Qualquer coisa da qual nos ressentimos no outro, e à qual reagimos com intensidade, também existe em nós.”
—Eckhart Tolle



Um dos meus orgulhos foi ter inserido a bucólica Tijuca no mapa dos fóruns, além de naturalmente identificá-la com o epíteto que enaltece o clima verdejante que permeia o bairro. Alguns evitam citá-la por aqui ou a citam de forma pejorativa, há sempre quem deseje o empréstimo do holofote usando a ponte do recalque. A melhor piada do medíocre é expor a própria deselegância. O medíocre é sempre tosco porque suas precárias ligações sinápticas não permitem que ele alcance a sofisticação do melhor humor. E por ser tosco, se pensa engraçado. Um trágico.

Não coloquei, porém, somente a bucólica Tijuca no mapa, junto a ela também colaborei para que algumas profissionais tijucanas entrassem para a cartografia nobre do fórum. Todas ingratas, mas me digam qual mulher não é devota fanática da ingratidão? Gratidão é um vínculo somente possível às inteligências raras.

Esta semana, conheci Janete pelo Tinder, uma tijucana. Quando ela surgiu desnuda na videochamada, eu não enxerguei uma mulher, vi um pneu. Toda siliconada, quase um ciborgue de borracha, a mulher me causou a impressão de ter silicone até nas bochechas. A sensação foi de ver um pneu erótico recauchutado e recém calibrado em alguma oficina de subúrbio. Desculpem-me pela comparação, mas não consigo manter meu desejo por mulheres fantasiadas de silicone ou empalhadas com similares, não desenvolvi o tesão por pneus.

Desisti de Janete, pois não me imagino mais em conjunção carnal com uma câmara de ar. Voltei-me para Nanda, uma outra menina que havia me respondido no Tinder, essa de Jacarepaguá. Nanda não fez videochamada, mas exibiu uma fartura de fotos. Morena bronzeada, cabelos aloirados, altura mediana, corpo curvilíneo, seios pequenos naturais e verdadeiramente excitantes.

Girl9

Há um fenômeno ocorrendo no Tinder, mulheres que trabalham em bordeis ou como freelancers com salas próprias estão se cadastrando para capitalizar clientes que compareçam aos seus locais de trabalho. Nanda é uma delas, convidou-me para conhecê-la na Blue House. Fiz uma contraproposta e a convidei para almoçar em um rodízio de Copacabana, ela aceitou após chegarmos a um valor que incluía todos os prazeres da carne.

Cheguei antes ao Carretão da rua Siqueira Campos. Alguns minutos depois, Nanda desembarca do Uber com um top branco mínimo e uma calça dourada que não escondia as suas protuberâncias. Se eu fosse um adolescente, a definiria como uma gata. Gostei do que vi pessoalmente.

Empanturrei-me de todos os tipos de carnes possíveis. Nanda deu preferência ao buffet. Ao terminar a orgia gastronômica, quase precisei de um guindaste para me locomover. Levei a menina para o Motel Alameda, na Glória.

Nanda beija implacavelmente, não economiza língua. Deu-me um banho de gata que há muitos anos eu não recebia. Com minha barriga quase explodindo e virada para o alto, eu tentava enxergar Pikachu — o Breve — para detectar algum sinal de vida. Senti a boca da moça abocanhando o meu combalido pênis, boquete rapel, um sobe e desce frenético de quem mostrava disposição para arrancar a minha seiva. Arrancou. Gozei dentro da boca de Nanda, ela não cuspiu e me olhou com uma expressão depravada.

Entupido de picanhas e alcatras, percebi que não renderia mais nada. Paguei a menina e chamei um táxi para levá-la de volta a Jacarepaguá, ela iria trabalhar ainda naquela noite.

Saí do motel a pé. Anoitecia. Fui caminhando pelas calçadas misteriosas da Glória, me veio a intenção de chegar até a Lapa. No meio do caminho, senti uma fisgada na barriga, um aviso de que nem tudo estava bem. Uma disenteria anunciada? Rapidamente entrei num táxi e pedi que o motorista me levasse ao meu banheiro na bucólica Tijuca. A vida pulsa, mesmo diante da ameaça de um súbito motim intestinal. O libertino vive...

VÊNUS


* Nanda faz ponto de quarta a sábado na Blue House, em Jacarepaguá. A casa abre a partir das 20h.
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
Digboy 29/05/2024 23:05

Só faltou uma bonita foto (sem nudes masculino acompanhado e sem aquela ridícula tarja rosa) da moça.

Papai Noel 28/05/2024 03:43

Também já notei que o Tinder virou uma nova plataforma de captação para GPs, sejam elas iniciantes, curiosas ou experientes.
Quem sabe não consigo um match e, consequentemente, um TD inspirado nesse seu?

Repolho 27/05/2024 18:38

Mestre 👏👏👏

membro, Gaby Magrinha, Nego Dengo, Brutus, Surfcoh, Madruguinha, Y@N, Estarossa, Repolho, Yami Mysterio, Mítico, Lord Lixo, Vigor, Pajé, Papai Noel, Digboy curtiram esse relato.
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BARBARA
POSITIVO
40 MINUTOS
VALOR: R$180.00
05 de Março de 2022 às 13:43
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

O rádio tocava Something In The Way, do Nirvana. O táxi escalava em marcha lenta, num quase sem fôlego que cobiçava o alto da estrada Grajaú – Jacarepaguá.

Something In The Way

Pela janela, eu vislumbrava a cidade, cemitério de vivos, se reduzir a pequenos pontos de luz, luzes brancas e amareladas, um pálido véu de falsas estrelas contemplando a imensidão enigmática do cosmos. Qual o sentido da vida que morre? Não conseguia evitar filosofices enquanto os pneus sofridos giravam em direção ao destino que escolhi. Viver sem buscar sentido, talvez seja a resposta. Meus olhos mergulhavam na mata árida, na favela que só encontra significado na miséria, na escuridão que me espreitava se misturando ao meu semblante interrogativo. As batidas da música se afogavam em mim.

Da Tijuca até a Blue House é um estirão. O taxista tagarelava reclamando dos passageiros, do trânsito, da vida. “Qual o sentido da sua vida?” — senti vontade de perguntar —, mas a resposta ele me oferecia com o seu papaguear interminável: é o caos que não aspira sentido algum.

Descendo a serra, minha mente submergia num Rio de Janeiro profundo, uma Gotham City sem Batman. Comungado com os pneus, com ritmo da canção estrangeira, eu corria em direção ao caos que me faz esquecer que não há sentido em nada, pois não pode haver sentido em vidas que morrem. Talvez, o único sentido da vida seja o orgasmo, a explosão de prazer que anseia germinar outras vidas sem sentido, num ciclo interminável de nascimento de natimortos.

A estrada de Jacarepaguá exibia bares luminosos, lotados de gente se alcoolizando, para esquecer, em busca do gozo que, numa duração de poucos segundos, nos eterniza neste planeta condenado.

— A boate está perto, é mais ali na frente — me avisava o taxista tagarela.

Eu vestia uma calça jeans, uma blusa escura e calçava as minhas botas inalienáveis. Ser libertino é o meu sentido, ser essa sombra que vaga pelos cabarés e pelos corpos mornos das prostitutas, sou a sombra que brilha. De súbito, o motorista diminui a velocidade. Chegamos. Pago os cinquenta reais da corrida e finco minhas botas na terra que circunda aquele território desconhecido.

Sou recebido por um sujeito mal-encarado que pede o meu celular e mete pedaços de esparadrapos nas câmeras do aparelho.

— É por segurança. Já tivemos problemas — ele me explica por entre os dentes.

Recebo uma comanda, outra porta se abre e estou dentro da boate. Mesa de sinuca, pequenos sofás, bebidas espalhadas por bancadas redondas e triangulares. A luz tênue da boate projeta silhuetas com pouca roupa dançando, o espaço não é grande. Mulheres na pista, mulheres chegando, a atmosfera de flertes gananciosos e olhares lúbricos compõe o enredo do inferninho.

Uma loira altíssima, de corpo cavalar, me encara. Decido me aproximar. Ela me conta que também cumpre expediente na 65. Pergunto o nome, pergunto o que faz na cama. “Não beijo na boca” — a resposta me faz descartá-la imediatamente. “Uma mulher que custa 400 contos na 65 e não beija na boca” — murmurei com tom de indignação. Malandra, antes da resposta fatal, conseguiu me tirar um drink caríssimo como brinde.

Vaguei pelos cantos do lugar tentando encontrar uma presa, eu estava determinado a foder. Mulheres que não me interessam se aproximam, eu as descarto sem permitir que se demorem na abordagem. Ela veio caminhando em passos lentos, mulata de 1,70m, cabelos curtos, dotada de curvas vertiginosas e olhos que pingavam sensualidade a cada passo que ela dava. Vinha em direção ao bar, na minha rota de interceptação. Não hesitei, interrompi a rota da mulher.

— Preciso saber seu nome — perguntei.

— Bárbara. E o seu?

— Dante. Meu nome é Dante.

Perdoe-me pelo trocadilho infame, afeiçoado forista, mas a Bárbara é bárbara. Uma beleza sem exuberâncias nos traços do rosto, mas o corpo curvilíneo, a bunda empinada que poderia estampar capa de revista, os olhos de ressaca que causariam inveja à Capitu de Machado de Assis... Bárbara é o abismo do tesão. Conversou comigo sem pressa, bebemos juntos, ameaçamos beijos públicos e impudicos, ela esfregava sua pele na minha e roçava seu rabo irretocável no meu combalido pênis. Pedi uma alcova. Quarenta minutos por 180 reais, no cartão sai por 220 pilas.

Ela me conduz ao quarto, um quarto amplo, com box e chuveiro, poderia ser o aposento de algum motel barato e de boa qualidade. Gostei. Bárbara me avisa que irá pegar seus apetrechos, aguardo. Ela volta rapidamente, se despe do minúsculo biquine e me beija com a sede de uma mulher que atravessou a secura de um deserto. Nossas línguas se enroscam, Bárbara geme, me abraça com força, esfrega-se em mim, roça sua vagina em meu pau.

“Que porra de mulher maravilhosa” — eu pensava.

Acredite, forista sem fé, Bárbara é realmente maravilhosa. É daquelas que se entrega completamente, goza, chupa desejando sugar o nosso sémen. Alertou-me de que não fazia anal, mas no quarto conduziu meus dedos para o seu cuzinho macio e apertado. O altar é o cu — asseverava o Marquês de Sade com a propriedade do maior libertino que existiu. Bárbara cavalga em mim com o rosto virado para o meu, me beija, me lança seus seios duros e bicudos para que eu os lamba; me cavalga de costas, pede que eu enfie o dedo em sua bunda, geme alto, parece gozar; fica de quatro, eu ajoelho diante daquele templo sexual e o penetro rezando um Pai Nosso.

Bárbara pede que eu a chupe e caio em sua vagina como um mouro orando à Meca. Ela se contorce, grita, goza outra vez. Abre suas pernas e me convida para a mais básicas das posições, subo por cima do seu tronco, penetro novamente em sua boceta e meto enquanto nossas línguas se entrelaçam num nó cego. Gozei estrondosamente, copiosamente, sentindo o infinito dos segundos em que os espermas saltam para a armadilha dos instintos. Desabei esgotado ao lado de Bárbara, semimorto. E naquele vazio depois do orgasmo, naquele breve momento em que deixamos de existir, lamentei por aqueles espermatozoides que jamais encontrarão um óvulo, senti a solidão ancestral de todos os libertinos, essas sombras que brilham. Reverência
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
Madruguinha 27/05/2024 18:19

Mais um magnífico TD que tenho o prazer de ler. Barbaridade!

Surfcoh 27/05/2024 14:28

Que texto do krl
Gostoso de ler demais
Aulas 👏👏👏

LNzao 07/03/2022 22:50

Ótimo relato, confrade. Cheguei a ir no local no ano passado, mas achei o elenco fraco para o preço cobrado. Fico feliz que você tenha se dado bem.

Saulo Top 05/03/2022 19:09

Mais um relato Premium do Mestre Dante!

Vida longa ao Mestre Dante!

membro 05/03/2022 15:28

Obrigado pelas palavras, camaradas. A Blue House vale a visita.

05/03/2022 14:43

Mestre Dante, estava no Arena Chat quando tu falou da Blue House. E não é que Vossa Senhoria foi lá desbravar este Recanto Meretriz.
Não sei se tu gosta dos pensamentos do Charles Bukowski, mas pra mim tu figura como um Bukowiski moderno com ânsia de viver cada experiência como única. Tu é Mestre. Meus singelos Cumprimentos de respeito a patente que alcançou neste imenso e complexo Mundo Libertino.

BalabanRJ 05/03/2022 13:57

Ótimo relato, Mestre DANTE!!!

membro, Brand, Lunna Aguiar, Tenista, Dionizio_RJ, Saulo Top, Oscar, The Shy, LNzao, Isadora Vilhena, Wolfgang, Pica_de_Cavalo, Madruguinha, Digboy curtiram esse relato.
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