30 de Dezembro de 2024 às 12:00
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

Em uma noite sem absolutamente nada para fazer, resolvi investir o tempo ocioso para conhecer a Blue House. Li os relatos do confrade Dante e, como até o momento, não haviam muitos TDs sobre a casa, fui ver qual é. O local fica na Estrada de Jacarepaguá, praticamente, em frente ao shopping Park Jacarepaguá. A casa é facilmente identificável por conta de um letreiro luminoso que fica bem em cima da entrada, cujas mensagens falam coisas do tipo "venha ter momentos inesquecíveis" ou "show das tequileiras todas as sextas-feiras". Enfim, quando vemos a fachada da casa, pensamos ser um ambiente de arrumado e de bom nível. Ledo engano.

Na entrada, já começam os pontos negativos: somos revistados com detector de metais pelos seguranças e, na sequência, eles pedem nosso celular e colam etiquetas brancas sobre as lentes das câmeras para que não filmássemos o interior da casa. Após os procedimentos, entrei na lugar. A casa estava vazia, tanto de clientes como de meninas. Achei estranho para uma quinta-feira.

O curioso dessa casa é que o interior não condiz com a fachada. Ao adentrar a boate, me senti numa casa quase que trash. O nível das meninas presentes era bem ruim. Tinha uma ou outra ali que salvava, mas grande maioria das meninas, além de boa parte estar acima do peso, tinha umas que estavam tão barrigudas que me deixaram na dúvida se estavam grávidas ou não. A boate em si não é grande, mas não chega a ser apertada. Possui uma mesa de sinuca, sofás com mesas nos cantos, um palco de pole dance em um dos cantos e o bar fica ao fundo. No meio do salão ficam algumas mesas para quem curte beber em pé.

Diante desse cenário, pensei que seria mais uma incursão, onde eu ficaria um tempo, tomaria duas cervejas e iria embora. Porém, sou abordado pela Gabriela. Ela tem cabelo quase que chanel, piercing no nariz e é um pouco cheinha. Parecia ter, no máximo, uns 20 e poucos anos. Era bonitinha de rosto, mas longe de ser o perfil que eu curtia. Resolvi dar corda pra ver até onde iria. Papo vai, papo vem, e, já que eu estava ali, sugiro jogarmos umas partidas de sinuca para minha viagem não ser totalmente perdida. Após a última ficha, resolvi pegar mais uma cerveja e ficar sentado no sofá. Gabriela, por sua vez, ficou insistindo para subirmos. Dei um tempinho e fomos.

A princípio, quis pegar o quarto mais simples, porém, ao chegar na mesma, me decepcionei bastante. A quarto não é lá grandes coisas. Tem uma cama e um box para tomar banho. O teto parecia que era uma obra não finalizada, desnivelado e com reboco aparente. Além disso, não deixaram o controle do ar condicionado no quarto e a toalha que estava em cima da cama para que eu usasse não era ensacada e estava levemente úmida. Reclamei com a Gabriela que me deram uma toalha usada para eu me enxugar. Pensei seriamente em desistir da subida. Porém, a Gabriela estava tão empenhada em me atender bem que acabei indo para uma suíte, que basicamente é o mesmo esquema do quarto, porém, maior e com uma TV presa na parede.

Gabriela quando tirou a roupa, até que tinha um corpinho bem legal. Cheinha mas não tanto quanto aparentava ser vestida. Fez um boquete bem mais ou menos, mas o bastante para me deixar excitado. Colocou a camisinha em mim e começou a quicar por um tempo até eu ver que estava se cansando e sugerir trocarmos de posição. Vim por cima, dei algumas estocadas, aí quando comecei a cansar, ela veio por cima novamente. Apesar do esforço da menina em querer me atender bem, não tava rolando. Ela voltou a me chupar até que, com a alternância da chupada com a punheta, o leite veio. No tempo que sobrava, ficamos conversando e relaxando até tocarem a campainha. Me arrumei, me despedi da menina e meti o pé dali.

Posso dizer que esse positivo que estou dando é quase um neutro. Só não é neutro porque a menina realmente se esforçou bastante para me agradar e foi bem simpática o tempo todo. Em compensação, a estrutura dos quartos da casa é bem ruim e o lance da toalha só reflete que a limpeza dos quartos é feita bem mais ou menos. E olha que era um dia de pouco movimento, fico imaginando como seria em dia de casa cheia. No quesito meninas, num dia cheio, tem coisa boa ali se você garimpar bem.